Skip to main content

Como essas 10 bebidas podem afetar os seus dentes?

O efeito que as bebidas exercem sobre os dentes depende de vários fatores, mas o principal componente é a acidez. Qualquer alimento que tenha 5,5 ou menos na escala de pH é considerada ácida. Esta característica é muito importante sobretudo pois ao haver um desequilíbrio constante da acidez bucal, os tecidos gengival e dentario podem sofrer impactos.

Estes impactos podem acarretar extrema sensibilidade dentária, em casos acentuados, corrosão do esmalte, cárie dental. Dessa forma, manter o equilíbrio é primordial para evitar impactos e sua saúde bucal.

Algumas bebidas podem danificar seus dentes? Elas podem causar manchas nos dentes ou desgastar o esmalte?

Veja como essas 10 bebidas podem afetar os seus dentes.

Alimentos e bebidas muito ácidos têm potencial de corrosão do esmalte, tornando os dentes sensíveis e vulneráveis a danos, como cáries e manchas amareladas. E ainda mais: bebidas com alto teor ácido e com excesso de açúcar têm o potencial de ser duplamente prejudiciais.

1. Vinho

O pH do vinho varia de 2,5 a 4,5. O vinho tinto é menos ácido do que o vinho branco, portanto é considerado melhor para a saúde bucal. Por ser mais ácido, o vinho branco tem mais potencial para desgastar o esmalte dentário, deixando os mais suscetíveis à descoloração e manchas.

No entanto, o vinho tinto é o que tem mais potencial para causar manchas nos dentes em razão dos polifenóis (substancia responsável pela sua pigmentação).

Mas não precisa deixar de toma-lo apenas por essa preocupação. Basta tomar água após e escovar os dentes após 30 minutos do consumo do vinho (não escovar imediatamente, pois a fricção da escova sobre o esmalte amolecido pelo ácido pode causar mais prejuízos do que benefícios.

2. Cerveja

A cerveja possui um pH que vai de 4,0 a 4,5. Um artigo publicado na Journal of Agricultural and Food Chemistry divulgou um estudo em que demonstra que o lúpulo, um dos componentes da cerveja, pode prevenir cáries ou doenças gengivais. Isso se deve às folhas de lúpulo, chamadas brácteas, que contêm polifenóis antioxidantes que parecem ser úteis no combate à cárie dentária.

Mas vale ressaltar que o consumo excessivo de álcool causa desidratação, e por consequência diminui a produção de saliva. A saliva é uma das formas de defesa da boca contra agentes prejudiciais aos dentes e mucosas, então qualquer coisa acima do consumo moderado de bebidas alcoólicas pode ser prejudicial.

3. Vodka

A Vodka possui um pH por volta de 4, mas em alguns casos pode chegar a 8 dependendo da qualidade e pureza da bebida. Em geral, a Vodka não tem potencial para causar danos a saúde dos dentes, porém o álcool sempre causa um efeito de desidratação e redução da saliva, por esse motivo deve ser consumida com moderação.

4. Água

A água não causa impactos negativos para a saúde dos dentes pois está no grupo dos alcalinos (pH 5,0 a 8,0). Pelo contrário, a ingestão da quantidade adequada de água diariamente (cerca de dois litros) é extremamente importante para produção de saliva, para “lavar” os pigmentos grudados nos dentes e também para manter o pH bucal ideal, protegendo os dentes de cáries, manchas e outros problemas.

5. Água com gás

A água com gás pode ter um pH entre 2,74 a 3,34, ou seja, é considerado ácido e seu consumo regular tem o potencial para causar erosão no esmalte dos dentes, inclusive maior do que com sucos de laranja.

Leia mais: Alimentos que fazem bem aos dentes

6. Café

Possui uma pH de cerca de 5, pouco ácido e geralmente não tem potencial para causar erosão dentária. No entanto, o consumo regular pode deixar os dentes manchados ou amarelados ao longo da vida devido sua pigmentação escura resultante da torrefação dos grãos. Leia sobre clareamento dental a laser.

Um estudo descobriu que beber café sem quaisquer aditivos pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de cáries. Então, aproveite seu café e não esqueça de beber água e escovar os dentes para evitar o acumulo de pigmentos nos dentes 30 minutos após seu consumo.

7. Leite

As proteínas e minerais (como por exemplo o cálcio) presentes no leite são extremamente benéficos para os dentes, inibindo a fixação e o crescimento de bactérias responsáveis pela cárie em sua boca. Com um pH acima de 6,5, o leite é uma ótima escolha para manter seus dentes fortes e saudáveis.

8. Refrigerantes

Pelo fato de ser ácido e açucarado, o fato que os refrigerantes podem prejudicar seus dentes. Até mesmo refrigerantes diets (sem açúcar) podem ser prejudiciais aos dentes. Estudos mostraram que não há diferença na dissolução do esmalte tomando refrigerantes diet e regulares da mesma marca, então o conteúdo de açúcar não conta toda a história. A acidez presente na bebida desempenha um papel direto no desgaste do esmalte e deve ser pouco consumida se quer manter os dentes saudáveis.

9. Suco de frutas

A acidez do suco obviamente depende da fruta utilizada. O suco de laranja tem um pH de cerca de 3,5. O suco de limão é ainda mais ácido, indo de 2,2 a 2,4 de pH, dependendo da espécie.  

A maioria dos sucos de frutas é concentrado e, portanto, expõe os dentes a muito mais ácido do que se ingerir uma fruta em sua forma natural. Para reduzir a concentração, o suco de frutas deve preferencialmente natural com diluição com cerca de 50 por cento de água e 50 por cento de sumo.

Para bebidas que são muito ácidas, a utilização de um canudo pode ajudar a diminuir o tempo de contato da bebida com os dentes.

Outra forma de reduzir os danos é tomar água e escovar os dentes após 30 minutos do consumo de sucos ácidos.

10. Chás

Os efeitos sobre os dentes dependem do tipo de chá. Chás fermentados normalmente têm um pH acima de 5,5, o que está fora da zona de perigo. O chá verde pode até ter efeitos positivos na saúde das gengivas e na prevenção de cáries.

No entanto, chás gelados industrializados tem pH muito baixo, na faixa de 2,5 a 3,5, e são ricos em açúcar, sendo que algumas marcas populares de chás gelados fermentados podem ser muito piores do que refrigerantes.

Além disso, o chá preto tem potencial para manchar os dentes se tomados constantemente.

Não descuide da sua saúde bucal e mantenha seu sorriso branquinho. Agende uma consulta com a nossa equipe.

Efeito da bulimia nos dentes e saúde bucal

A bulimia é um distúrbio alimentar que leva a pessoa a comer de forma compulsiva, seguido por vomito ou outra medida para evitar ganho de peso, como por exemplo uso de laxativos, praticar jejum prolongado ou se exercitar em excesso. Além de ser altamente prejudicial para a saúde e um risco para a vida, a bulimia também afeta os dentes e saúde bucal, podendo levar à perda dentária e necessidade de implantes.

Como a bulimia afeta a saúde dos dentes?

O ato de vomitar repetidas vezes pode causar sérios danos aos dentes, dores crônicas na garganta e pequenas hemorragias sob a pele do palato. Isso ocorre porque o retorno de alimento pelo sistema digestivo traz consigo ácidos estomacais (responsáveis pela digestão) para a boca e garganta.

Entretanto, esses ácidos no meio bucal são corrosivos e capazes de desgastar o esmalte dentário (desmineralização da camada protetora dos dentes), causar cáries. Escovar os dentes com força logo após os episódios de vomito ajudam a acelerar o processo de desmineralização do esmalte. A compulsão por alimentos açucarados, ácidos e refrigerantes também é um fator que acelera a corrosão do esmalte dentário.

dentes com esmalte desgastado
Desgaste do esmalte e exposição da dentina e cárie
esmalte dentário desgastado e dentes curtos
Desgaste do esmalte e encurtamento dos dentes

Como o esmalte dentário tem a função de proteger os dentes, a falta dele favorece o surgimento de cáries (buraco nos dentes), que pode estar acompanhada de gengivite (sangramento e inchaço da gengiva).

A cárie precisa ser tratada logo, pois se o buraco aumentar é possível que o dente seja totalmente perdido necessitando de reposição.

Além disso, a pessoa com bulimia pode ficar facilmente desnutrida ou anêmica, sofrendo com má cicatrização e tendo com risco aumentado para de doença periodontal, a causa mais frequente para perda dentária em adultos.

Dentes amarelos e quebradiços são sinais de desgaste do esmalte

Com o decorrer do desgaste do esmalte dentário, os dentes apresentam mudanças na cor e textura, além de ficarem mais fracos e quebradiços.

Isso ocorre porque com a perda do esmalte, o que você enxerga é uma camada mais profunda do dente chamada dentina, que é naturalmente amarelada e porosa.

Nessas condições os dentes lascam com facilidade e aparentam irregulares na parte inferior, amarelados e com aspecto vítreo. Os ácidos também podem alterar a forma e o comprimento dos dentes.

Inchaço das glândulas salivares também podem surgir por consequência de uma irritação causada por ácidos estomacais no meio bucal. As glândulas salivares estão situadas nas laterais de cada bochecha e são responsáveis pela produção de saliva, essencial para a mastigação e deglutição.

A saliva também é importante por manter regular o pH da cavidade oral e a falta é um dos fatores para o surgimento de cáries e aftas, e a sensação de boca seca.

O desgaste do esmalte, cáries, sensibilidade e dor nos dentes

Como citado anteriormente, o esmalte é a camada de proteção dos dentes, tão resistente que é considerado o tecido mais duro do corpo humano. Mas o seu desgaste leva a exposição de uma camada interna chamada dentina, que é muito sensível a variados estímulos, como por exemplo calor, frio, trauma e pH ácido.

A sensibilidade dentária é uma das causas mais frequentes para sentir dor de dente, principalmente após ingerir alimentos gelados, quentes ou ácidos.

dente com cárie
Cárie avançada precisa de tratamento

Tratamento odontológico ao portador de Bulimia

O tratamento da bulimia geralmente envolve terapias, medicamentos e educação nutricional, e o procedimentos dentários para tratar cáries e restaurar os dentes desgastados, cuidar de gengivas e mucosas orais, aplicação de flúor na tentativa de remineralizar o esmalte, entre outros.

A restauração de dentes desgastados e frágeis pode ser resolvida com a instalação de coroas estéticas, facetas e lentes de contato dentais. Desse modo, a intervenção prévia, irá evitar que o caso evolua para a perda dos dentes, e por fim, a necessidade de implante dentario.

dente com cárie tratado restaurado antes e depois
Restauração de dente cariado

Já quando há perda de dente, ou quando sua manutenção é inviável, a ausência pode ser solucionada com a colocação de implantes dentários, restabelecendo a mastigação e a estética do sorriso.

Os procedimentos odontológicos são fundamentais para minimizar os desconfortos causados pela bulimia nos dentes. Entretanto, para solucionar os problemas a longo prazo e evitar o ressurgimento de cáries, é importantíssimo tratar a bulimia por completo, com acompanhamento clínico, psicológico e nutricional.

Cuide da saúde e estética do seu sorriso!

A ImplArt Odontologia é uma clínica especializada em restabelecer a função, estética e saúde bucal. Agende uma consulta com a nossa equipe.

Causas do mau hálito, como descobrir o motivo

O mau hálito certamente pode acometer qualquer pessoa. Odores desagradáveis provenientes da boca ou através da respiração podem atrapalhar o dia-a-dia e complicar relações e compromissos cotidianos. Esse problema afeta ou já afetou cerca de 60% da população mundial.

O que causa o meu mau hálito?

Molho picantes, alho, cebola são alguns alimentos que podem causar o mau hálito ou halitose. O odor desses produtos pode até chagar à pele ou então ser expelido pelo ar dos pulmões. Mas o pior cheiro, em 90% dos casos, vem dos resíduos alimentares acumulados durante o dia. Não escovar os dentes após as refeições e o famoso cafezinho são fatores que favorecem o aparecimento do problema.

Outras causas de mau hálito

Placas na gengiva também podem piorar o efeito da halitose. O acúmulo de alimentos pode acabar em uma fermentação que leva a proliferação das bactérias. Também pode acontecer a liberação de “farelinhos” mal-cheirosos, a amigdalite caseosa. A bactéria que está na boca e se mistura com esses alimentos é uma das maiores razões do mau hálito. Elas ficam localizadas na parte anterior da língua, com a formação de um muco esbranquiçado.

Infecções gengivais como a gengivite ou periodontite também podem causar mau-hálito.

Diabetes descontrolada, ou seja, com altos níveis de açúcar no sangue, causa secura da boca, redução da saliva e o portador normalmente relata estar com com gosto ruim, salgado ou amargo na boca. A baixa produção de saliva pode gerar mau hálito no portador de diabetes descompensada.

A saliva, que contém muito oxigênio, ajuda a combater essas bactérias que normalmente vivem em ambientes que possuem pouco oxigênio. Para combater a halitose, o paciente deve escovar os dentes e a língua após todas as refeições, usar fio dental, fazer um bochecho e um gargarejo.

Buracos nos dentes ou cáries dentárias são fatores de ocorrência de mau cheiro na boca. Se houver infecções mais severas como abcessos dentários certamente haverá problemas no hálito também.

combatendo o mau hálito

Com combater o mau hálito

Uma alimentação rica em cenoura, maçã e alimentos que contêm fibras ajuda na limpeza na área dos dentes que fica na linha das gengivas. Beber água regularmente e manter visitas periódicas ao dentista também são, sem dúvida, essenciais para evitar o problema. Procure ajuda médica para investigar outros problemas de saúde e que a origem da halitose não seja bucal.

Como o hábito de fumar pode prejudicar sua saúde bucal e implantes?

É unânime entre cirurgiões dentistas a opinião de que o hábito de fumar, mesmo o cigarro eletronico, é um dos mais prejudiciais para a saúde bucal e de seus implantes dentarios. Isso vale para quase todo tipo de fumo: cigarro, charuto, cigarro eletrônico, cannabis, cigarro de palha, cachimbo, entre outros. Ao mesmo tempo, isto também se aplica aos implantes, que demandam atenção e cuidados como os dentes naturais, com a realização de profilaxia a cada 6 meses.

Fumar causa problemas bucais que vão além de manchas nos dentes

Muitas pessoas acreditam que manchas amarelas nos dentes são os únicos problemas que o fumo causa, entretanto a realidade é que o tabagismo pode afetar seriamente a saúde bucal de uma forma muito mais ampla, além de ocasionar eventualmente a perda dos implantes dentarios.

Dessa forma, pretendemos elucidar as diversos fatores que tornam o hábito de fumar um dos grandes vilões da saúde bucal. Veja abaixo de que forma o fumo interfere em sua saúde bucal e de seus implante dentario:

Entre os problemas que afetam a saúde bucal por consequência do hábito de fumar estão: gengivite, periodontite, dentes moles, retração gengival e perda dentária. Também mau hálito, perda de implantes dentários e enxertos ósseos dentários, e o mais sério que é aumento do risco desenvolver câncer bucal.

Quase sempre o dentista sabe quando a pessoa fuma. Durante um simples exame clínico é possível observar alguns sinais característicos nos dentes, mucosa e na saúde bucal em geral que evidenciam o hábito. Da mesma forma, é possível ao dentista, identificar se paciente sofre de bulimia, pelas características de seus dentes.

O principal sinal do fumante é certamente o tom amarelado nos dentes. Quanto mais a pessoa fuma, mais seus dentes ficarão manchados. Ao longo dos anos eles podem até adquirir um tom cinza, que são manchas que são muito difíceis de serem retiradas com tratamentos de clareamento dental. Além disso, há grandes chances de que ocorra retração gengival, que é quando o tecido gengival se retrai, deixando a raiz do dente exposta, podendo causar sensibilidade dentária.

Halitose e o hábito de fumar

A temperatura da fumaça e elementos que compõem o cigarro, como a nicotina e o alcatrão, reduzem a produção de saliva, que tem papel fundamental na digestão, e na formação do bolo alimentar. A redução na quantidade de saliva bucal ocasiona que partículas de alimentos permaneçam retidas entre os dentes, exalando odores que provocam a halitose.

Além disso, o odor da fumaça que fica retido na garganta e pulmões, acaba sendo exalado ao falar, ainda em momentos nos quais a pessoa não esteja fumando. O fumo ainda, deixa compostos químicos na boca, que misturados com a saliva, podem causar a halitose.

A doença periodontal, a principal causa de perda dos dentes, é agravada pelo hábito de fumar

A doença periodontal é uma doença bacteriana que destrói lentamente os tecidos de suporte dos dentes. Por consequência, os dentes amolecem e até caem. Na fase inicial da doença, os principais sintomas são de uma gengiva inflamada e que sangra com facilidade.

Também é possível observar retração gengival, na qual a raízes dos dentes começam a ficar expostas, deixando os dentes com aparência mais comprida e amarelada. Sem tratamento, a doença tende a avançar para uma gengiva já retraída e inflamada. Nesse panorama, já temos alguns dentes moles e perda de um ou mais dentes.

O avanço da fase inicial para mais grave da Periodontite quase sempre é acelerado por alguns fatores, sendo os principais a falta de cuidados com a higiene bucal e o fumo. Um importante aliado para evitar ou retardar processos de doença periodontal, é a realização de acompanhamento periódico com o dentista, e a realização de profilaxia, limpeza profunda ou raspagem periodontal, com a frequência indicada pelo profissional responsável.

O fumo e a doença periodontal

Como citado, a doença periodontal é causada por bactérias, ou seja, gera uma situação em que o organismo precisa a todo momento combater por meio dos sistemas imunológico e vascular.

Mas o hábito de fumar tem um fator negativo neste mecanismo, porque provoca a vasoconstrição (estreitamento dos vasos sanguíneos). Dessa forma prejudica a circulação sanguínea na região e diminuindo a resposta imunológica à infecção.

doença periodontal dentes moles dente caindo, fumar
Doença periodontal: dentes alongados, amarelos, exposição da raiz e gengiva retraída. Saúde bucal agravada pelo hábito de fumar.

Além disso, o monóxido de carbono presente na fumaça que é ingerida pelo fumante reduz a concentração de oxigênio e dessa maneira inibe a movimentação dos glóbulos brancos e sua capacidade de destruir as bactérias.

A conflituosa relação entre o fumo e os implantes dentários

Muitos pacientes não aceitam muito bem quando o dentista diz que fumar vai prejudicar a cicatrização dos implantes dentários e até mesmo a longevidade da reabilitação com os implantes. Mas o fato é que hábito de fumar, seja cigarro, charuto, cigarro eletrônico, cannabis, ou outros, interfere negativamente no período de cicatrização dos implantes.

A razão é bem parecida com a anterior: a circulação sanguínea e oxigenação diminuída, minimizando a capacidade de recuperação e regeneração dos tecidos. Quando o implante é colocado cirurgicamente no osso, o organismo inicia um mecanismo que é fundamental para manter a fixação dos implantes, que é o transporte de células formadoras de osso (osteogênicas) para o entorno do implante dentario.

A osseointegração de implantes é o mecanismo que vai assegurar a união do implante com o osso e é favorecido pela migração dessas células. Uma falha nesse processo quase sempre leva a soltura do implante, necessitando de um novo procedimento cirúrgico. Com essa breve explicação já é possível imaginar que a redução da circulação sanguínea há um atraso nesse processo.

Pelo mesmo motivo, o fumo é igualmente prejudicial na cicatrização e regeneração dos enxertos ósseos, procedimento odontológico indicado para ganhar volume. Além de altura óssea antes ou no momento de colocar os implantes dentários. Como consequência, há um aumento do risco de haver uma infecção do enxerto e até mesmo a perda do enxerto ósseo dental.

Mas o que a pessoa fumante pode fazer para que seu tratamento com implantes seja bem sucedido?

Em primeiro lugar, cada caso precisa ser avaliado com critério e o paciente precisa ser muito sincero com relação aos seus hábitos de fumo. Em alguns casos, procedimentos específicos não são recomendados para esse publico quando não há uma expectativa de sucesso. É o caso da carga imediata ou enxertos mais extensos.

Para as situações em que os implantes dentarios são realizados em fumantes e que há uma expectativa de sucesso, o dentista recomenda ao paciente deixar de fumar nos 15 dias que antecedem a cirurgia. Além desse intervalo, solicita-se que o paciente não fume po 2 meses após o procedimento, para a segurança do procedimento com implante dentario.

Mas a recomendação que impera é aproveitar a ocasião e tentar abandonar o hábito de vez. Entenda a seguir o porquê.

O fumo diminui a expectativa de longevidade dos implantes?

Sim. Especialmente se a pessoa tiver uma predisposição a periodontite e doenças gengivais.

Como citado anteriormente, a periodontite destrói lentamente os tecidos de suporte dos dentes e por isso, como o tempo eles amolecem e caem. Com os implantes ocorre de forma semelhante, mas nesse caso a doença é chamada de Periimplantite, ou seja, infecção em torno do implante, que também avança com rapidez em pessoas fumantes pela dificuldade no combate a infecções.

Fumo, o fator de risco para desenvolver o câncer bucal

Outra grande razão para abandonar o hábito de fumar certamente é o risco aumentado para desenvolver câncer, inclusive o câncer bucal.

O câncer bucal é aquele que afeta lábios e o interior da cavidade oral, o que inclui gengivas, mucosa das bochechas, mucosa do palato duro (céu da boca). Alé de língua (principalmente as bordas), assoalho (região embaixo da língua). O surgimento de câncer em outras regiões da boca e o tabagismo é o principal fator de risco para a doença.

Com todos estes motivos, parecem não faltar razões para que o hábito de fumar seja deixado de lado para uma vida mais saudável. Sorriso saudável e o hábito de fumar, definitivamente caminham em sentidos contrários. Que tal começar a cuidar do seu sorriso e de sua saúde como um todo?

Depressão pós-pandemia e a saúde bucal

Muito tem se falado sobre saúde mental das pessoas após a passagem do período mais severo da pandemia de Covid-19. Ela gerou repercussões nos sistemas de saúde, economias e sociedades, causando milhões mortes, e afetando os meios de subsistência de muitas outras.

Prejudicou o aprendizado e a socialização de crianças e jovens e impactou as relações sociais, especialmente para idosos e crianças.

Com tantas áreas afetadas ao mesmo tempo, está sendo observado um aumento nos casos de problemas de saúde mental, ansiedade, pânico, estresse pós traumático e depressão. Estes quadros que podem desencadear outros problemas de saúde em geral e até da saúde bucal.

A falta das consultas periódicas ao dentista, e do tratamento dentário neste período de pandemia, certamente agravou a saúde bucal de muitos pacientes. Aumentaram os casos de comprometimento bucal, com cáries, necessidade de tratamentos endodônticos, extrações e implante dentário.

Como a depressão e outros problemas emocionais afetam a saúde bucal?

Podemos considerar que existem dois principais efeitos da pandemia de Covid-19 em relação à saúde bucal. O primeiro é o fato de as pessoas que praticaram o isolamento social e que evitaram ir ao consultório dentário por um longo período – o que é sem dúvida bastante compreensível.

O segundo são os casos que merecem mais atenção: as pessoas que desenvolveram quadro de depressão ou outros transtornos psicológicos pós pandemia e que de deixaram de lado os autocuidados, inclusive com a saúde bucal.

A depressão, por exemplo, é transtorno de humor caracterizado por tristeza, insônia, baixa concentração e perda de interesse nas atividades cotidianas, o que pode incluir as práticas de higiene bucal.

A relação entre depressão e problemas de saúde bucal já foi objeto de vários estudos, mesmo antes da pandemia. Uma pesquisa publicada em 2014 no jornal General Hospital Psychiatry procurou estabelecer esta relação.

Concluiu-se que ambas estão diretamente relacionadas e que o quadro depressivo e falta de cuidados bucais causariam prejuízos ao estilo de vida bem como dificuldades de alimentação (por consequência, déficit nutricional).

Além disso, a propensão ao consumo de álcool, tabagismo ou de alimentos ricos em carboidratos e açúcares, que aumentam o risco de cáries e perdas dentárias.

E mais: foi constatado que pessoas deprimidas tendem a não buscar adequadamente um atendimento odontológico e a negligenciar a prática de higiene oral diária, tão necessária para manutenção da saúde bucal. Isto pode levar a perdas dentárias e à necessidade de realização de implantes dentarios.

Determinados medicamentos do grupo de antidepressivos possuem efeitos colaterais que interferem na saúde bucal. Por exemplo, baixa salivação, boca seca, periodontite, gengivite, bruxismo. A frequência de vômito causa acidez que desgasta o esmalte dentário e estomatite (feridas na boca).

Depressão pode diminuir os cuidados do indivíduo com sua saúde bucal

Outro estudo, este publicado no jornal Oral Health and Dental Management, pesquisou a relação entre depressão e a capacidade do auto cuidado com a saúde bucal.

Os resultados sugerem que a depressão reduz a capacidade de auto cuidado com a saúde bucal, na diminuição da frequência de escovação e fio dental, e redução da quantidade de saliva.

Quanto mais alta a pontuação na escala de depressão, pior era a saúde bucal do indivíduo. Isto indicava uma redução significativa no empenho de comportamentos relacionados à própria saúde bucal.

O fato, é que a depressão emocional pode fazer com que a pessoa se esqueça de higienizar os dentes, certamente aumentando os riscos de cárie dentária, gengivite bem como doença periodontal.

Outro problema, por exemplo, é quando pessoa deprimida que deixa de se alimentar e hidratar adequadamente. Se ela for portadora de periodontite (patologia oral de origem bacteriana), poderá ter um agravamento da doença por problemas nutricionais e baixa imunidade.

dentes
Melhorar a funcionalidade e a estética do sorriso será um grande aliado para superar a depressão e aumentar sua autoestima

Como lidar com a depressão e problemas bucais após a pandemia de Covid-19?

Em primeiro lugar, é preciso buscar ajuda de um profissional de psicologia ou psiquiatria para acompanhar e tratar o quadro de depressão.

Recuperar a estética funcionalidade de seus dentes certamente pode ajudar muito no processo de recuperação da depressão psicológica e emocional, melhorando o conforto e a autoestima.

A ImplArt Odontologia realiza atendimento odontológico humanizado e acolhedor. Dispomos de tecnologias que permitem a realização do seu tratamento com mais agilidade e conforto.

Se ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco ou então agende uma consulta com a nossa equipe especializada.

envelhecimento dos dentes

Envelhecimento dos dentes: como ocorre e como se prevenir?

Você já parou para pensar em envelhecimento dos dentes? Um dos efeitos mais imediatos do envelhecimento é a perda de colágeno, que afeta diretamente as feições do rosto das pessoas. Poucos se fala do envelhecimento dos dentes. Mas, o envelhecimento dos dentes é algo natural, os dentes sofrem com a ação do tempo assim como a pele. Mas você sabe quais são os sinais que indicam isso? E mais, você sabia que maus hábitos podem levar a um envelhecimento precoce dos dentes?

Importante destacar que a visita periódica ao dentista, para limpeza dental a cada 6 meses, visa monitorar sua saúde bucal e dessa forma, identificar qualquer eventual problema logo no início. Mas não se preocupe, caso haja uma eventual perda dentária, atualmente as técnicas de implante dentário são muito modernas e amenas ao paciente.

Caso precise de reposição dental por implante dentario unitário, ou mesmo parcial, e até mesmo implante total, com prótese protocolo, prótese fixa total, o tratamento pode reabilitar você para suas funções mastigatórias e estéticas.

Os dentes envelhecem? Como isso ocorre e quais são as características?

Com o passar dos anos, ocorre envelhecimento natural de todo o organismo, células, órgãos, tecidos e com os dentes não é diferente, já que os elementos dentários também são constituídos por células (odontoblastos) que fazem a ligação entre polpa, dentina e esmalte.

Outro fenômeno natural que caracteriza o envelhecimento dos dentes é a diminuição da câmara pulpar, em que a polpa dentária se torna esclerótica ou calcificada, e a dentina menos elástica se comparada com a de um jovem.

dentes
Dente de uma pessoa jovem em contraste com o de uma pessoa idosa. Observe a redução da câmara pulpar.

Os sinais mais evidentes de envelhecimento dos dentes são mudança de cor (de dentes brancos para dentes amarelados ou até mesmo acinzentados pelo acumulo de pigmentos ao longo da vida), diminuição dos dentes (dentes mais curtos), mudanças de posicionamento dos dentes (principalmente os dentes anteriores da arcada inferior).

Outros sinais podem incluir pequenas fraturas, perda de brilho, desgaste do esmalte, retração gengival, perda óssea dos tecidos de sustentação dos dentes e margens desgastadas (que faz com que os dentes pareçam assimétricos, ou então dentes retos).

A perda óssea ocorre de forma natural, mas pode avançar com maior velocidade nos casos de periodontite não controlada. Os dente ficam com aparência mais comprida pelo fato de as raízes ficarem expostas, além de se movimentarem lateralmente e modificar a oclusão dentária (mordida). Dessa forma, pode ser necessário a reposição dentaria com implante e prótese fixa, antes que os dentes se movimentem e causem impacto nos demais dentes.

Veja fotos que mostram o efeito do envelhecimento dos dentes

Certamente estas fotos abaixo permitem ver diversos efeitos causados pelo envelhecimento dos dentes. Mostraremos a seguir quais são os os agentes potencializadores da deterioração dentaria.

Envelhecimento dos dentes de forma precoce também pode ocorrer

Como citamos anteriormente, o envelhecimento dos dentes ocorre de forma natural, assim como as outras partes do corpo. Entretanto, alguns fatores podem antecipar estes efeitos, ou seja, poderá haver um envelhecimento precoce dos dentes, havendo perda dental e necessidade de implante dentario. Como isto ocorre?

  • A ingestão exagerada de alimentos açucarados favorece o surgimento de cáries, enquanto que alimentos e bebidas ácidas em exagero podem desgastar o esmalte dentário de forma mais rápida.
  • Da mesma maneira, a ingestão de alimentos e bebidas escuras depositam gradativamente pigmentos que mancham os dentes ao longo da vida. Sendo assim, a ingestão exagerada desses alimentos, combinada com higienização oral insuficiente, leva ao amarelamento precoce dos dentes resultando em uma aparência envelhecida do seu sorriso.
  • Hábitos prejudiciais aos dentes, como por exemplo o bruxismo, gera fraturas, lascas, desgaste, encurtamento dos dentes e aparência de dentes retos. Por isso o bruxismo deve ser tratado e controlado.
  • Outro hábito que pode envelhecer os dentes de forma precoce é a má higienização oral, que favorece surgimento de cáries e gengivite.
  • Fumar é sem dúvida um dos piores inimigos da saúde bucal. Favorece a perda óssea, o escurecimento dos dentes, surgimento de cáries e piora a doença periodontal.
  • Escovar os dentes com força excessiva, ou com escovas dentais muito duras pode causar retração gengival.
  • Ingestão de leite e derivados (ou outros ricos em cálcio) e de vitamina D ajudam a manter a densidade óssea não apenas no corpo inteiro, como também nas arcadas dentárias. Deixar de consumi-los favorece à uma perda óssea mais acentuada.
  • Boca seca por pouca saliva favorece o surgimento e a progressão da cárie. Beba bastante água para ajudar a produzir saliva.
  • Tratar e controlar doença periodontal evita o avanço da perda óssea por infecção. A densidade e a qualidade óssea nessa região são necessárias para manter os dentes firmes.

Ir ao dentista regularmente faz parte do plano de manutenção dos seus dentes

O dentista é capaz de identificar problemas nos dentes em fase inicial, evitando que eles progridam e levem ao envelhecimento precoce dos dentes, perda de dentes e por consequência a necessidade de repor com implantes dentários.

Além disso, a limpeza profissional regular é capaz de remover acúmulos de placas bacterianas ou tártaros (morada de bactérias) que você não conseguiu remover ou não observou que esses focos existiam.

Agende agora mesmo uma consulta com a nossa equipe odontológica especializada. A Clinica dentaria ImplArt possui estrutura completa para você realizar seu todo o seu tratamento desde o diagnóstico por imagem até a execução de seu tratamento completo. A Clínica odontológica ImplArt é capaz de realizar próteses, restaurações, coroas e lentes dentais em nosso laboratório próprio, além de equipe de implantodontista altamente qualificada.

Cuide de seus dentes na Clínica Dentária ImplArt

⭐A Clínica ImplArt é uma clínica odontológica de referência em implantes e próteses computadorizadas. Estamos localizados em São Paulo, e recebe pacientes do mundo todo.
Caso queira saber mais sobre nossos tratamentos, implante dentário, tirar dúvidas ou agendar uma consulta WhatsApp (11) 99598-1866

O que a Ciência Diz Sobre a Odontologia Biológica? | Clínica ImplArt Responde

A odontologia biológica é uma corrente dentro da odontologia, que preconiza diversas condutas. O Conselho de Federal de Odontologia, lançou em julho de 2025 uma campanha que visa esclarecer esta terminologia e identifica os riscos de segui-la cegamente.

Na implantodontia, especificamente, a corrente pretende evitar o uso de certos materiais em tratamentos dentários, como por exemplo metais e produtos químicos. Mas afinal, o uso de metais e outros elementos em tratamentos dentários traz algum risco para a saúde? E para tratamentos com implantes dentarios?

agendar consulta para cirurgia de implante guiada por computador
O que a Ciência Diz Sobre a Odontologia Biológica? | Clínica ImplArt Responde

Implante dentário e a chamada Odontologia Biológica

A busca por tratamentos odontológicos livre de metais, é cada vez mais procurada pelos pacientes. É um desejo natural dos pacientes em busca da melhor estética. Entretanto a corrente da Odontologia Biológica é defendida cegamente por alguns profissionais com argumentos que muitas vezes se baseiam em meros achismos e crendices, sem justificativas comprovadas científicamente.

Aqui na Clínica ImplArt, valorizamos a ciência e o paciente acima de tudo, por isso oferecemos aos pacientes os mais modernos implantes dentários e próteses dentárias embasados em teorias comprovadas cientificamente.

*Para saber mais sobre os tipos de coroas dentárias e os testes realizados em cada material, acesso conteúdo: Tipos de coroas dentárias: conheça os 5 principais modelos

Odontologia Moderna é baseada em Ciência

A Odontologia moderna avança para materiais que não tem metal em sua estrutura, mas isso se faz pois há uma busca incessante por próteses dentárias que ofereçam resultados estéticos superiores, e maior durabilidade. Este desenvolvimento de novos materiais se faz por empresas e acadêmicos sérios, que se dedicam ao desenvolvimento da profissão.

A Clínica ImplArt e Dr. Roberto Markarian, preconizam os avanços científicos, e nessa linha atualmente há tipos de implante dentario sem metal, o implante ceramico. A ausência de metais na sua composição, caracterizam este implante como uma alternativa estética nos casos em que o paciente apresenta gengiva muito fina ou atrofiada, principalmente quando essas condições ocorrem na região anterior (parte mais visível da arcada).

Do ponto de vista das próteses, é possível um tratamento livre de metais com a Zirconia Pura, e a Porcelana Pura. Ambos materiais utilizam sistema computadorizado, empregando a mais moderna tecnologia para oferecer os resultados estéticos mais naturais e duradouros. Para quem quer um tratamento livre de metais com implantes dentarios, a combinação perfeita são os tipos de implantes ceramicos e a prótese Zirconia ou Porcelana Pura.

Odontologia biológica x tratamentos sem metais
O que a Ciência Diz Sobre a Odontologia Biológica? | Clínica ImplArt Responde

O que é Odontologia Biológica e o que fala sobre uso de metais em tratamentos dentários

A corrente da Odontologia Biológica acredita que saúde bucal e corpo estão conectados, e que o uso de certos materiais durante o tratamento traria algum prejuízo para o organismo em geral, e eventualmente aceleraria o envelhecimento das estruturas dentais. Aqui na Clínica ImplArt somos movidos pela ciência e pela comprovação de argumentos em base de muito estudo teórico, portanto, é necessário cautela e análise cuidadosa, sem sair acreditando em tudo que dizem por aí.
Alguns dos conceitos que a Odontologia Biológica preconiza são:

Muitos dos temas apontados acima são controversos e carecem de comprovação científica. Portanto, embora o uso de materiais e tratamentos mais naturais e menos invasivos possa ser uma prática considerada benéfica, é necessário sempre identificar se há um lado científico que embase cada argumento. Portanto, fique atento!

A Coroa de Zirconia Pura CADCAM, as Próteses Protocolo em Zirconia são destacadas por nós como as mais indicadas por sua alta qualidade, resistência e naturalidade identificadas a partir de estudos científicos de resistencia e resultados práticos. Nossas argumentações são fundamentadas em muita ciência!

Por que ainda existem tratamentos com metais na Odontologia?

Graças aos avanços tecnológicos, hoje temos na Clínica ImplArt um portfólio de materiais muito mais amplo, que inclui implantes e componentes cerâmicos com ausência total de metais em sua composição. Isso nos permite atender casos de pacientes, que por exemplo, tem algum histórico de alergia a metais.

Entretanto, é necessário salientar que grande parte dos implantes dentários e componentes protéticos metálicos é fabricado com liga de titânio, que é há anos é amplamente utilizado cirurgias ortopédicas e traumatológicas nas formas de próteses, placas e parafusos.

Existem muitos estudos que comprovam que o titânio é comprovadamente inerte e não prejudicial por ser bio-compatível com o organismo. Não é tóxico, não possui potencial alérgeno, e também não é corrosivo.

A ImplArt sempre busca se manter atualizada com as novidades tecnológicas da Odontologia. O que temos de disponível hoje no mercado em termos de materiais cerâmicos são frutos de muita pesquisa que precisavam certificar de que o material não seja apenas biocompatível, mas também confiável.

Na Clínica Dentária ImplArt procuramos oferecer aos pacientes os mais modernos tratamentos “metal free”, ou seja, livres de metais. Os estudos neste sentido avançam constantemente, nos permitindo cada vez mais atender todas as demandas.

É possível realizar reabilitação com implantes dentários e prótese sem metais?

Sim, e a ImplArt Odontologia é expert no quesito de protocolo cerâmico. Esta opção tem sido buscada cada vez mais por pacientes que desejam eliminar o uso de metais em seu tratamento, seja por preferência, ou mesmo por restrição médica.

Os implantes dentários de cerâmica Straumann são fabricados em zircônia de alto desempenho, sem qualquer tipo de metal na composição. Além de ser uma ótima opção para quem não quer, ou não pode realizar um tratamento com metal, os implantes cerâmicos favorecem resultados estéticos superiores.

Não apenas os implantes, mas componentes de interface protética são fabricados em cerâmica de zircônia.

dentes
Implante dentário e componentes fabricados de cerâmica de zircônia

Coroas e próteses dentárias sem metais são construídas com zircônia e cerâmica. O protocolo cerâmico em próteses dentárias varia entre estrutura em zircônia com aplicação estética de cerâmica, e zircônia pura, sendo o primeiro mais utilizado.

Atualmente conseguimos realizar prótese protocolo em Zirconia Monolítica, ou Zircônia Translúcida, e com estrutura em Zirconia e exterior em Porcelana, excelentes opções para quem procura um tratamento de tipo protocolo sem metal. São as chamadas próteses protocolo completo em zirconia.

dentes
Odontologia Biológica: Prótese total cerâmico metal free: estrutura interna em zircônia, e a seguir a prótese finalizada com aplicação cerâmica que confere à peça todas as características dos dentes naturais.

O tratamento com protocolo cerâmico sobre implantes é totalmente inovador, porque as peças são fabricadas por meio de sistemas computadorizados, e os materiais utilizados foram exclusivamente concebidos para esse tipo de produção.

Resultado: tratamentos mais rápidos e precisos, com melhor previsibilidade e o melhor: resultado estético incomparável.

E os metais utilizados em tratamentos ortodônticos?

Os aparelhos ortodônticos convencionais e autoligados fabricados com metais são compostos em geral por aço inoxidável (liga composta por cromo, níquel, cobre e nióbio) e cromo níquel para bráquetes, e liga de níquel titânio para arcos.

O níquel, cobalto e o cromo são os metais que tem potencial de causar reação em pessoas alérgicas. Para outras pessoas, esses metais são inofensivos. Por certo, para pessoas alérgicas a metais, temos opção de tratamento ortodôntico isento de metais, como os alinhadores transparentes e aparelhos ortodônticos autoligados estéticos.

Outras dúvidas comuns em pacientes que querem entender o conceito de Odontologia Biológica:

É perigoso fazer obturação com metal (amalgama)?

R: algumas ligas usadas no passado poderiam conter mercúrio e existem estudos que demonstram que em certas circunstancias essas restaurações são tóxicas.

Felizmente, hoje em dia esse tipo de material praticamente não é mais utilizado em restaurações. Hoje realizamos restaurações em resina composta e cerâmica, que além de seguros, são muito mais estéticos por serem da mesma cor do dente.

Se você já tiver obturações de amalgama, agende uma consulta com a nossa equipe para avaliar os prós e contras de fazer a remoção e substituição por e uma restauração estética.

O flúor faz mal à saúde?

R: O flúor pode sim ser tóxico, porém quando usado em quantidade acima do necessário, especialmente se for ingerido.

É comprovado que o flúor é fundamental para tratar e prevenir a cárie dentária. A aplicação feita no consultório é segura, pois controla não apenas para dosagem, como também a ingestão.

E o tratamento de canal, traz algum risco?

R: Essa talvez seja a maior controvérsia difundida em relação a Odontologia nos últimos tempos. Dessa forma, algumas pessoas creem que o tratamento de canal é um procedimento invasivo, que pode deixar para trás a infecção, sendo um foco de infecção com bactérias que podem migrar para outra parte do organismo.

Entretanto, a prática da Endodontia é baseada em literatura desde aproximadamente os anos 40, e o tratamento de canal é muitas vezes a única maneira de manter um dente na boca e evitar extrações.

DR. ROBERTO MARKARIAN IMPLANTODONTISTA SITE
O que a Ciência Diz Sobre a Odontologia Biológica? | Clínica ImplArt Responde

Material técnico por DR. ROBERTO MARKARIAN – CRO-SP 73.583
Idealizador e Diretor da Clínica Dentária ImplArt – Perfil do Linkedin do Dr. Roberto
Acesse produção científica do Dr. Roberto Markarian no Google Scholar

Dr. Roberto Markarian é referência em implante dentario e próteses dentárias computadorizadas no Brasil. Além de ter experiencia de mais de 12.000 implantes instalados, é pesquisador, e produz conhecimento que vai para o mundo todo publicado em renomadas revistas científicas na área da Odontologia. Responsável por fomentar conhecimento e alta tecnologia aplicado em todos os tratamentos oferecidos pela Clínica Odontológica ImplArt.

*Acesse mais videos no canal da Clínica ImplArt no Youtube: videos da Clínica Dentária ImplArt no Youtube

Cigarro eletrônico faz mal para os dentes e para a saúde bucal?

O cigarro eletrônico (que também pode ser conhecido por vaper, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, ecigar e heat not burn), é da classe dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEF).

Surgiu como uma opção de fumo mais limpa, uma alternativa menos prejudicial à saúde se comparada aos cigarros de nicotina, charutos, cachimbos entre outros tipos de fumo. Inclusive alguns usuários de DEFs nem se consideram fumantes, mas sim vaporizadores ou vapers. Mas será que estes dispositivos são inofensivos? Eles fazem mal aos dentes, implantes dentários e saúde bucal?

Vilão ou mocinho: o cigarro eletrônico afeta os dentes e a saúde bucal?

O cigarro eletrônico não é uma invenção recente. O primeiro modelo foi criado ainda nos anos 60. Desde essa época, já surgiram diferentes modelos de dispositivos eletrônicos para fumar. Atualmente é crescente o número de adeptos a modalidade de fumo por vapor, especialmente entre pessoas muito jovens.

Quando se trata do cigarro convencional, é comprovado que os agentes nocivos do tabaco favorecem o surgimento de cerca de 55 doenças relacionadas ao tabagismo ativo. Os principais são: câncer, doenças cardiovasculares, doenças pulmonares e doenças coronarianas. Mas a pessoa que fuma cigarro eletrônico corre o mesmo risco?

Como os DEFs funcionam e o que seu organismo pode estar consumindo?

O cigarro eletrônico também contém nicotina proveniente da folha do tabaco, porém é consumida na forma de aerossol. Certos modelos prometem serem livres de nicotina, mas testes já realizados avaliaram que alguns dispositivos tinha uma quantidade reduzida da substancia.

Nesta modalidade fumo, a nicotina passa por um processo de remoção de parte das impurezas e de outras substâncias químicas do tabaco. Na teoria, é uma forma mais limpa de nicotina. Mas na prática, a maioria dos aparelhos encontrados atualmente não possui um padrão de controle e essa limpeza pode não estar ocorrendo de forma eficiente.

Desde 2009, todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar são proibidos pela Anvisa (RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009). Isso inclui comercialização, importação e propaganda destes.

Os estudos sobre os malefícios em longo prazo dos modelos de cigarros eletrônicos ainda não são muito bem estabelecidos. Trata-se de uma modalidade relativamente recente de tabagismo e os efeitos serão melhor conhecidos no futuro.

Em 2016, o INCA (Instituto Nacional do Câncer) e o Ministério da Saúde publicaram uma cartilha com informações do que já se sabe sobre os efeitos do cigarro eletrônico para a saúde sistêmica e oral.

O alto calor gerado pelo equipamento transforma componentes químicos em substancias tóxicas  

Ao serem aquecidos, os DEFs liberam o vapor líquido contendo nicotina que mesmo tendo comercialização proibida, pode ser encontrada em uma grande variedade de sabores. Isso inclusive tem atraído pessoas jovens, que têm a falsa impressão de estarem consumindo produtos inofensivos.

Os vapores do cigarro eletrônico são gerados a partir de soluções chamadas e-liquids ou e-juices que contêm solventes, variadas concentrações de nicotina, água, aromatizantes e outros aditivos. Os solventes mais utilizados são a glicerina de origem vegetal e o propilenoglicol.

Estudos mostraram que a temperatura de vaporização da resistência do aparelho pode atingir até 350º. Essa temperatura é suficiente para induzir reações químicas e mudanças físicas nos compostos, formando outras substâncias tóxicas. A glicerina e o propilenoglicol, por exemplo, quando submetidos a altas temperaturas, geram compostos como o formaldeído, acetaldeído, acroleína e acetona.

Os cigarros eletrônicos concentram menor quantidade em relação aos cigarros regulares (cerca de 450 vezes menos tóxicos). Mas essas substâncias são classificadas como citotóxicas, carcinogênicas, irritantes, causadoras de enfisema pulmonar e dermatites. Além disso, os fumantes de DEFs podem compensar a pouca liberação de nicotina com tragadas mais longas e mais profundas, aumentando o tempo de exposição.

Os efeitos do cigarro eletrônico para os dentes e boca

Na cavidade oral, é sabido que tanto a nicotina, como as substancias tóxicas geradas pelo calor, podem causar desde irritação na mucosa da boca e na garganta. Além de problemas de circulação sanguínea, oxigenação e defesa contra agentes bacterianos, ou seja problemas dentais diversos.

Essa sistema afetado é principalmente prejudicial nos casos de doenças infecciosas, como por exemplo gengivite, cáries e periodontite, e na recuperação de pós operatórios odontológicos.

Segundo dados do INCA, é comprovado que pessoas que fumam cigarro ou outros produtos derivados do tabaco tem risco muito maior de desenvolver câncer de boca e de faringe do que os não fumantes.

Um estudo recente avaliou a citotoxicidade e genotoxicidade da exposição ao vapor de duas marcas populares de cigarro eletrônico, em curto e longo prazos (respectivamente 48 horas e oito semanas).

Foi identificado que células epiteliais normais de várias partes do corpo, incluindo a boca, que foram expostas ao extrato do vapor, apresentaram vários tipos de danos.

Entre eles o aumento da ruptura das cadeias de DNA que compromete o processo de reparação celular sendo, o que é um fator de risco para o desenvolvimento de câncer.

Outros problemas bucais relacionados ao hábito de fumar são: manchas nos dentes, retração gengival, boca seca pela redução na produção de saliva e bruxismo.

dentes

O cigarro eletrônico é prejudica os implantes dentários e enxertos ósseos?

Muitos pacientes ficam relutantes quando o dentista afirma que o hábito de fumar vai prejudicar a cicatrização dos implantes dentarios e até mesmo a longevidade dos efeitos do tratamento com implante e prótese fixa. Isso vale para cigarros, charutos, cannabis, cigarro eletrônicos, entre outros, que interferem negativamente no período de cicatrização dos implantes.

O cigarro reduz a velocidade da osseointegração, que é o processo necessário para fixar os implantes ao osso. Da mesma maneira ocorre nos procedimentos de enxerto ósseo dentário. Aumenta o risco de perda, ainda mais quando o tabagismo vem acompanhado de higiene oral insuficiente e predisposição genética, comprometendo inclusive a gengiva.

A razão já foi citada anteriormente: a circulação sanguínea e oxigenação diminuída pelas substancias presentes no tabaco e as substancias tóxicas geradas pelo alto calor. Elas minimizam a capacidade de recuperação e regeneração dos tecidos, o que não é só importante no período logo em seguida a cirurgia, mas também ao longo do tempo para preservação dos efeitos alcançados com o tratamento.

Vou colocar / já coloquei implantes: o que fazer se eu tenho o hábito de fumar?

Se você gostaria de colocar implantes, necessita de enxerto ósseo dentário, ou já fez esses procedimentos e gostaria de saber como mantê-los preservados, comece sendo sincero, com o cirurgião dentista, mas principalmente com você.

Nas situações em que os implantes dentários são realizados em fumantes, é recomendado deixar de fumar nos 15 dias que antecedem a cirurgia e 2 meses após o procedimento para colocar implantes/enxertos. Leia mais sobre pós operatório de implantes dentários.

Mas a recomendação que impera é aproveitar essa ocasião e se esforçar para abandonar o hábito de vez. Boca saudável e o hábito de fumar, definitivamente caminham em sentidos contrários. Agende uma consulta com a nossa equipe e conheça os mais modernos tratamentos odontológicos realizados pela clínica odontológica ImplArt.

depressão e saúde bucal relação direta

Depressão e Saúde Bucal: Entenda a Relação Direta entre a Saúde Bucal e a Depressão

A depressão é uma das condições de saúde mais comuns e impactantes do mundo moderno. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 280 milhões de pessoas convivem com o transtorno globalmente. No Brasil, aproximadamente 16 milhões de adultos (10% da população) apresentam sintomas depressivos, conforme dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). Por isso é tão importante abordar abertamente a relação entre depressão e saúde bucal, que afeta diretamente com o bem estar do paciente.

Entenda como corpo, mente e sorriso estão interligados 

A depressão interfere no sono, na alimentação, nas emoções e também na forma como cuidamos de nós mesmos  inclusive da saúde bucal. 
Ao mesmo tempo, uma boca adoecida, com perda dentária, dor crônica ou estética comprometida, pode agravar quadros de tristeza, ansiedade e isolamento social. 

A saúde bucal e a saúde emocional são indissociáveis. Quando uma é negligenciada, a outra tende a sofrer as consequências”, explica o Dr. Roberto Markarian, diretor clínico da Clínica ImplArt.

agendar consulta para cirurgia de implante guiada por computador
Depressão e Saúde Bucal: Entenda a Relação Direta entre a Saúde Bucal e a Depressão

O que a depressão faz com seus dentes? Entenda como a depressão e saúde bucal estão relacionadas.

Pacientes deprimidos frequentemente apresentam dificuldade de manter hábitos de higiene oral, como escovação regular e uso do fio dental. Além disso, o uso contínuo de alguns antidepressivos pode causar boca seca (xerostomia), o que aumenta a incidência de cáries, gengivite e halitose. 

Estudos nacionais demonstram que pessoas com sintomas depressivos apresentam até 30% mais dentes cariados e perdidos do que indivíduos sem depressão. Também há correlação com maior prevalência de doenças periodontais devido ao desequilíbrio imunológico e inflamatório. 

“A depressão modifica o comportamento e o corpo. A menor produção de saliva e a perda de motivação para o autocuidado criam um ambiente favorável à deterioração oral”, observa o Dr. Markarian

Transtornos alimentares: bulimia e anorexia também afetam o sorriso 

Distúrbios alimentares como bulimia e anorexia nervosa têm impacto direto na saúde geral, mas seus efeitos sobre a saúde bucal são frequentemente subestimados. 
A bulimia, caracterizada por episódios de compulsão alimentar seguidos de vômitos autoinduzidos, expõe repetidamente os dentes ao ácido gástrico, provocando erosão do esmalte dentário, sensibilidade e alterações estéticas. Já a anorexia, por causar deficiências nutricionais severas, pode levar à retração gengival, enfraquecimento dos ossos e perda de dentes. 

“Esses transtornos exigem abordagem multidisciplinar. O dentista muitas vezes é o primeiro a identificar sinais clínicos, como desgaste ácido nos dentes anteriores e mucosas sensibilizadas, que podem indicar um quadro de bulimia ou anorexia”, explica o Dr. Roberto Markarian, diretor clínico da Clínica ImplArt

depressao e saude bucal bulimia e anorexia
Depressão e Saúde Bucal: Bulimia e Anorexia causam danos à saúde bucal

Além dos danos físicos, ambos os transtornos estão fortemente associados à baixa autoestima e à depressão, reforçando o elo entre saúde mental e saúde oral. 
Por isso, é essencial que o tratamento odontológico seja conduzido com sensibilidade, sigilo e integração com o acompanhamento médico e psicológico, visando restaurar tanto a saúde bucal quanto a confiança do paciente. Também é fundamental que o paciente relate ao seu dentista o momento pelo qual está passando para este consiga trata-lo da forma mais adequada.

“Nosso papel é devolver a saúde e também acolher o paciente. Reabilitar o sorriso é parte fundamental do processo de recuperação emocional”, complementa o Dr. Markarian. 

O estilo de vida moderno e o impacto do uso excessivo de telas 

O ritmo acelerado da vida moderna, aliado à exposição prolongada às telas e redes sociais, tem se tornado um importante fator de risco para o aumento dos casos de ansiedade e depressão entre adultos e jovens. 

Estudos recentes apontam que o uso excessivo do celular e de plataformas digitais está associado a maiores níveis de estresse, isolamento e distúrbios do sono condições que, a longo prazo, afetam o equilíbrio emocional e até os hábitos de autocuidado. 

“Vivemos em uma era de hiperconectividade, em que o excesso de estímulos digitais pode gerar sobrecarga mental e reduzir o tempo dedicado ao descanso e à atenção pessoal. Isso se reflete inclusive na saúde bucal, pois o paciente estressado tende a negligenciar hábitos essenciais”, observa o Dr. Roberto Markarian. 

depressão e saúde bucal uso excessivo de telas
Depressão e Saúde Bucal: Entenda a Relação Direta entre a Saúde Bucal e a Depressão

Entre os jovens, o fenômeno é ainda mais evidente: a comparação constante nas redes sociais e a dependência de validação digital podem gerar sentimentos de inadequação e baixa autoestima. Nos adultos, a pressão por produtividade e a falta de pausas reais intensificam a fadiga emocional. 

Esses fatores não apenas contribuem para o crescimento da depressão, mas também indiretamente agravam a saúde bucal, já que reduzem o foco no autocuidado e na alimentação equilibrada, e aumentam comportamentos compensatórios como o bruxismo e o consumo de açúcar. 

Devemos ressaltar que o autocuidado é essecial, pois é o momento em que o paciente se desconecta por alguns instantes para cuidar de si. Reencontrar esse equilíbrio que é essencial para a saúde da mente e do sorriso.

Quando a saúde bucal prejudicada agrava a depressão 

O impacto psicológico de uma saúde bucal comprometida é profundo. Sofrer com dores constantes, dificuldade para mastigar, halitose e problemas estéticos reduzem a autoestima e podem intensificar quadros de ansiedade e depressão. 

“O sorriso é uma das formas mais diretas de comunicação e expressão. Quando o paciente o perde, ele tende a se isolar socialmente e esse isolamento reforça o sofrimento emocional”, ressalta o Dr. Markarian. 

A reabilitação oral, nesses casos, não é apenas estética é também uma forma de restabelecer a autoconfiança e a integração social. O tratamento pode vir associado a uma simples profilaxia, limpeza dentária, até procedimentos com implante dentário, coroas dentárias, lentes de contato e até mesmo prótese protocolo para casos mais avançados de comprometimento dental.

depressao e saude bucal
Depressão e Saúde Bucal: Entenda a Relação Direta entre a Saúde Bucal e a Depressão

ImplArt: referência em reabilitação oral, tecnologia e acolhimento 

A Clínica Dentária ImplArt, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo, é referência nacional e internacional em odontologia digital,implantes dentários e reabilitação oral estética. Sob direção do Dr. Roberto Markarian (PhD), a clínica integra ciência, tecnologia e empatia em cada etapa do tratamento. 

Com o uso de escaneamento intraoral 3D, planejamento digital CAD/CAM e próteses em zircônia de alta precisão, a ImplArt realiza reabilitações completas com conforto, naturalidade e previsibilidade. 

“Nosso propósito é devolver ao paciente a harmonia funcional e emocional do sorriso. Ao restaurar dentes, também ajudamos a restaurar a autoconfiança e o prazer de viver”, destaca o Dr. Markarian. 

referencia em implantes dentarios  - depressão e saude bucal
Clínica ImplArt é referência em Odontologia Digital e Implantes Dentários Modernos

Sedação endovenosa: conforto e tranquilidade para quem tem medo 

Pacientes com medo, ansiedade intensa ou histórico de experiências odontológicas traumáticas podem evitar o dentista, o que agrava os problemas de saúde bucal e, em consequência, o bem-estar emocional. 
Pensando nisso, a Clínica ImplArt oferece a opção de sedação endovenosa assistida, realizada com acompanhamento de médico anestesiologista. 

A sedação endovenosa é uma ferramenta segura e eficaz para pacientes ansiosos. Ela proporciona tranquilidade e permite que o tratamento seja realizado de forma confortável e sem lembranças desagradáveis”, explica o Dr. Markarian. 

Essa abordagem humanizada é indicada para implantes dentários, cirurgias e reabilitações complexas, devolvendo ao paciente a confiança para cuidar da própria saúde com serenidade. 

Depressão e Saúde Bucal: Cuidar da boca é cuidar da mente 

A relação entre depressão e saúde bucal é bidirecional: um estado influencia e intensifica o outro. 
Por isso, a odontologia moderna deve enxergar o paciente como um todo corpo, mente e sorriso. 

Na Clínica ImplArt, o tratamento odontológico vai além da técnica: envolve acolhimento, empatia e compromisso com o bem-estar integral. 

A verdadeira odontologia é aquela que transforma. E transformar um sorriso é, muitas vezes, transformar uma vida”, conclui o Dr. Roberto Markarian. 

💡 Na Clínica ImplArt, cada sorriso é planejado com ciência, empatia e precisão digital.
Agende sua avaliação e descubra como restaurar seu bem-estar e autoconfiança.
📞 (11) 99598-1866

🩺 Nota importante:
A Clínica ImplArt reforça que a depressão e outros transtornos emocionais merecem atenção e acompanhamento profissional. Se você ou alguém próximo está enfrentando sofrimento emocional, procure ajuda especializada.

📞 No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio gratuito e confidencial, 24 horas por dia, pelo telefone 188 ou no site www.cvv.org.br

Fontes técnicas mencionadas:

General Hospital Psychiatry 
O’Neil, A.; Berk, M.; Venugopal, K.; Kim, S.-W.; Williams, L. J.; Jacka, F. N. 
The association between poor dental health and depression: Findings from a large-scale, population-based study (the NHANES study). General Hospital Psychiatry 2014;36(3):266–270. doi: 10.1016/j.genhosppsych.2014.01.009. 
• Estudo mostrou associação entre pior saúde bucal e depressão em adultos.  

Oral Health and Dental Management 
McFarland, M. L.; Inglehart, M. R. 
Depression, Self-Efficacy, and Oral Health: An Exploration. Oral Health and Dental Management 2010;9(4):214–222. 
• Em adultos atendidos em clínica odontológica, níveis mais altos de depressão associaram-se a pior saúde bucal objetiva/subjetiva e menor frequência de comportamentos de autocuidado

DR. ROBERTO MARKARIAN IMPLANTODONTISTA SITE
Clínica ImplArt: Referência em Implantes Dentários e Odontologia Digital no Brasil

Material técnico por DR. ROBERTO MARKARIAN – CRO-SP 73.583
Idealizador e Diretor da Clínica Odontológica ImplArt. – Perfil do Linkedin do Dr. Roberto

Dr. Roberto Markarian é referência em implante dentario e próteses dentárias computadorizadas no Brasil. Além de ter experiencia de mais de 10.000 implantes instalados, é pesquisador, e produz conhecimento que vai para o mundo todo publicado em renomadas revistas científicas na área da Odontologia. Responsável por fomentar conhecimento e alta tecnologia aplicado em todos os tratamentos oferecidos pela Clínica Odontológica ImplArt.

saúde bucal e saúde do coração

A Saúde Bucal e Saúde do Coração: Entenda a Conexão da Saúde Bucal com seu Estado de Saúde Geral

É fundamental lembrar que cuidar do sorriso também é cuidar do coração, a saúde bucal e saúde do coração estão intimamente conectadas. Pesquisas científicas comprovam que doenças periodontais (como gengivite e periodontite) podem aumentar o risco de complicações cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio, endocardite bacteriana e aterosclerose.

A boca funciona como uma porta de entrada e primeiro filtro para o organismo. Segundo Dr. Roberto Markarian, diretor da Clínica ImplArt: “Quando a higiene oral é inadequada, mantém-se uma carga microbiana elevada, com placa bacteriana, cálculo, biofilmes que comprometem não só dentes e gengivas, mas podem desencadear ou agravar doenças.

Segundo um estudo publicado no Journal of Periodontology (2022), pacientes com periodontite apresentam até 2,5 vezes mais risco de desenvolver doenças cardíacas. Isso ocorre porque bactérias da boca podem entrar na corrente sanguínea, favorecendo processos inflamatórios sistêmicos.

agendar consulta para cirurgia de implante guiada por computador
A Saúde Bucal e Saúde do Coração: Entenda a Conexão da Saúde Bucal com seu Estado de Saúde Geral

Saúde Bucal e Saúde do Coração: Relação com Doenças Cardiovasculares

Manter dentes e gengivas saudáveis vai muito além da estética do sorriso. A ciência comprova que uma higiene oral deficiente pode aumentar significativamente o risco de doenças cardiovasculares, além de estar associada a problemas como diabetes, complicações respiratórias, parto prematuro e até doenças neurodegenerativas.

De acordo com o Dr. Roberto Markarian, especialista em implantodontia e coordenador da Clínica ImplArt, “A inflamação gengival persistente contribui para um estado inflamatório crônico sistêmico, que isso está associado a maior risco cardiovascular.”

Como a Saúde Bucal Afeta o Coração? Saúde Bucal e Saúde do Coração conectadas

A boca é uma porta de entrada para milhões de bactérias. Em condições normais, a higiene oral controla esse equilíbrio. Porém, quando há acúmulo de placa bacteriana e inflamação gengival, microrganismos podem atingir a circulação, aderindo às paredes dos vasos sanguíneos e potencializando o desenvolvimento de placas ateroscleróticas.

O Dr. Roberto Markarian, implantodontista e coordenador da Clínica ImplArt, destaca:“Manter a saúde gengival é um passo essencial não apenas para preservar os dentes, mas também para reduzir riscos cardiovasculares. Já temos evidências robustas de que pacientes com periodontite têm maior propensão a complicações cardíacas.”

Pesquisas científicas mostram que bactérias da boca, em especial as relacionadas à periodontite, podem chegar à corrente sanguínea e atingir vasos e tecidos distantes. Isso favorece:

  • Disfunção endotelial e aterosclerose: a inflamação crônica facilita a formação de placas nas artérias.
  • Aumento da inflamação sistêmica : marcadores como proteína-C reativa (PCR) e interleucinas estão frequentemente elevados em quem apresenta doença periodontal.
  • Maior risco de eventos cardiovasculares : estudos de consenso (European Society of Cardiology e American Heart Association) apontam a associação entre periodontite e risco aumentado de infarto e AVC.

Ou seja, cuidar da gengiva é também cuidar do coração!

profilaxia para evitar perda ossea
A Saúde Bucal e Saúde do Coração: Entenda a Conexão da Saúde Bucal com seu Estado de Saúde Geral

Saúde bucal e Saúde Geral: o elo invisível

Consequências da má higiene bucal além do coração. Outras doenças relacionadas à má higiene bucal:

Além da ligação com doenças cardiovasculares, a literatura médica e odontológica associa higiene bucal deficiente a diversos quadros:

  • Diabetes mellitus: há uma relação bidirecional. A periodontite agrava o controle glicêmico e o diabetes favorece progressão da doença periodontal, acelerando a perda óssea ao redor dos dentes.
  • Doença pulmonar (infecções respiratórias, pneumonia aspirativa): bactérias orais podem ser aspiradas e agravar ou desencadear infecção pulmonar, especialmente em idosos e pacientes hospitalizados.
  • Gestação de risco: grávidas com doença periodontal apresentam maior probabilidade de parto prematuro e bebês com baixo peso..
  • Doença neurodegenerativa: estudos recentes sugerem que inflamações crônicas da boca podem estar associadas a maior risco de Alzheimer.
  • Artrite reumatoide e doenças inflamatórias crônicas: mecanismos imunoinflamatórios comuns sugerem que inflamação bucal persistente pode influenciar a atividade dessas doenças em certas pessoas.

Saúde bucal preventiva: proteção dupla

Na Clínica ImplArt, os protocolos de reabilitação oral e prevenção incluem não apenas estética e função mastigatória, mas também impacto positivo para a saúde geral. Consultas regulares, profilaxia, orientação de higiene e diagnóstico precoce são fundamentais.

Como reforça o Dr. Roberto Markarian: “Quando tratamos uma doença gengival, não estamos apenas salvando dentes. Estamos contribuindo para a saúde integral do paciente, reduzindo inflamações sistêmicas que podem comprometer órgãos vitais, como o coração.”

Para pacientes com doença periodontal instalada, o protocolo envolve a realização de raspagens, limpezas profundas e inclusive cirurgias periodontais para raspar profundamente e remover os focos de bactérias. Estas bactérias uqe se instalam na estrutura óssea do paciente, causam redução de altura e perda dental. Para muitos pacientes com compromentimento severo, pode ser indicada a remoção completa dos dentes e instalação de implante dentário total, a chamada Prótese Protocolo.

Mesmo para quem tem implante total, a profilaxia, limpeza periódica é indispensável para afastar a temida periimplantite, inflamação nos implantes que pode levar inclusive à sua perda.

saude bucal e saúde do coração
Sua saúde bucal e saúde do coração estão intimamente relacionadas: Caso haja dentes comprometidos, podem ser indicados implantes dentarios

Relação entre saúde bucal e doenças cardiovasculares

Mecanismos biológicos

  1. Disseminação bacteriana e endotoxinas
    Bactérias periodontopatogênicas (ex: Porphyromonas gingivalis, Aggregatibacter actinomycetemcomitans) podem invadir o epitélio gengival inflamado e, através da corrente sanguínea, alcançar vasos e tecidos distantes. Elas liberam toxinas (lipopolissacarídeos, enzimas proteolíticas) que estimulam respostas imunes locais e sistêmicas.
  2. Inflamação sistêmica e citocinas pró-inflamatórias
    Inflamação gengival crônica eleva marcadores como proteína-C reativa (PCR), interleucinas (IL-1, IL-6), fator de necrose tumoral alfa (TNF-α). Esses mediadores favorecem disfunção endotelial, agregação plaquetária e crescimento de placas ateroscleróticas.
  3. Disfunção endotelial e aterogênese
    O endotélio vascular (camada interna dos vasos) sofre lesões funcionais devido ao estresse oxidativo e inflamação, facilitando adesão de monócitos, infiltração celular e progressão da aterosclerose.
  4. Coagulação e hipercoagulabilidade
    Em ambientes inflamatórios, há tendência maior à ativação da cascata de coagulação, o que pode favorecer tromboses coronarianas ou periféricas em indivíduos predispostos.

Evidências epidemiológicas

  • Pesquisas recentes mostram que pessoas com doença periodontal têm risco relativo elevado para doenças cardiovasculares, com estimativas variando em torno de 1,2 a 2,5 vezes de risco aumentado para eventos cardíacos ou vasculares em relação àquelas com boa saúde periodontal.
  • Um estudo coreano publicado em 2021 observou que comportamento de higiene oral (frequência de escovação e uso de fio dental) estava associado à redução do risco de acidente vascular cerebral (AVC) entre participantes da coorte nacional.
  • Revisões de consenso (como o relatório “Periodontitis and cardiovascular diseases: Consensus report”, de Sanz et al., 2020) apontam que embora não se tenha uma relação de causalidade definitiva (em todos os casos), os mecanismos biológicos apresentados e os achados observacionais sustentam fortemente a associação.

Veja no final da página os links para as pesquisas mencionadas neste artigo!

A Clínica ImplArt como referência nacional em odontologia

A Clínica ImplArt, com sede em São Paulo (próxima à Avenida Paulista) e clínica de grande visibilidade, se destaca como um dos mais importantes centros de odontologia digital e reabilitação oral no Brasil. A Clínica se preocupa com o bem estar geral do paciente, com sua saúde bucal e saúde do coração, tendo know how e expertise para controlar a súde periodontal do paciente.

Veja mais por que a ImplArt é referência nacional e internacional em tratamentos dentários:

Alguns marcos que demonstram essa posição:

  • A ImplArt foi classificada como melhor clínica de implante dentário do Brasil, segundo o ranking Global Clinic Rating (GCR), por sua combinação de estrutura moderna, tecnologia digital e elevado índice de satisfação dos pacientes.
  • Possui estrutura completa com laboratório interno de prótese digital, scanners intraorais, impressoras 3D e fluxos de trabalho CAD/CAM embarcados, o que lhe permite agilidade, controle e precisão nos tratamentos.
  • A clínica recebe pacientes nacionais e internacionais para tratamentos complexos com Implantes Dentários, Prótese Protocolo, Lentes de Contato Dentais, Coroas Dentárias, e intervenções de alta tecnologia. Os tratamentos podem ser realizados inclusive no formato Day Clinic, para casos de pacientes provenientes do exterior ou de outras cidades
CLINICA IMPLART
A Saúde Bucal e Saúde do Coração: Entenda a Conexão da Saúde Bucal com seu Estado de Saúde Geral

A expertise do Dr. Roberto Markarian

É importante destacar a autoridade e competência do Dr. Roberto Markarian, coordenador e principal figura da ImplArt, para respaldar o artigo:

  • Ele possui mais de 24 anos de experiência clínica e já realizou cerca de 12.000 implantes e reabilitações orais até o momento.
  • Tem formação sólida: é Doutor em Implantodontia (PhD), com pós-doutorado, mestre em prótese pela USP, e especializações em implantodontia e prótese.
  • Atua como pesquisador e autor de artigos e capítulos em publicações nacionais e internacionais, e participa ativamente de eventos científicos e associações de prestígio, como ITI (International Team for Implantology), ADA (American Dental Association) e EAO (European Association for Osseointegration).
  • Ele próprio lidera a implantação de tecnologia digital na clínica, mantendo a ImplArt alinhada às mais modernas práticas de odontologia mundial.

O papel da Clínica ImplArt na prevenção e tratamento

A Clínica ImplArt, localizada em São Paulo, é referência internacional em odontologia digital e implantes dentários. Reconhecida pelo Global Clinic Rating (GCR) como a melhor clínica de implante dentário do Brasil, oferece:

  • Laboratório digital próprio com tecnologia CAD/CAM e impressoras 3D.
  • Centro radiológico interno para diagnósticos rápidos e precisos.
  • Equipe altamente qualificada, liderada pelo Dr. Roberto Markarian.
  • Atendimento humanizado, incluindo opções de sedação consciente para maior conforto do paciente.

Pacientes do Brasil e do exterior procuram a ImplArt pela excelência em próteses protocolo em zircônia, implantes imediatos e tratamentos complexos com previsibilidade e estética natural.

“Sob a liderança do Dr. Roberto Markarian, a ImplArt incorpora protocolos de prevenção bucal com visão integral de saúde, reforçando que o tratamento periodontal tem papel fundamental no bem estar geral do paciente.”

A expertise do Dr. Roberto Markarian

O Dr. Roberto Markarian é doutor em Implantodontia (PhD), mestre em prótese pela USP e já realizou mais de 12 mil implantes dentários. É membro ativo de instituições como ITI (International Team for Implantology), American Dental Association (ADA) e European Association for Osseointegration (EAO).

Além da prática clínica, atua como pesquisador e autor de artigos científicos. Sob sua liderança, a ImplArt se consolidou como um centro de padrão internacional em reabilitação oral avançada.

Conclusão: um sorriso saudável é um coração protegido

A relação entre saúde bucal e saúde geral é clara: cuidar da boca significa prevenir doenças graves em todo o organismo. Uma rotina adequada de escovação, uso de fio dental e visitas regulares ao dentista reduzem a inflamação, preservam dentes e gengivas, e ajudam a proteger o coração.

Na Clínica ImplArt, você encontra tecnologia de ponta e a expertise do Dr. Roberto Markarian, que une ciência, experiência clínica e cuidado personalizado para garantir resultados previsíveis e duradouros.

“Como aponta o Dr. Roberto Markarian, com sua vasta experiência clínica e pesquisa, manter a saúde gengival é fundamental não só para o sorriso, mas para reduzir quaisquer fatores que possam comprometer as funções cardiovasculares.”

Fontes científicas sobre saúde bucal e doenças cardiovasculares consultadas

  1. Sanz M, Marco Del Castillo A, Jepsen S, Gonzalez-Juanatey JR, D’Aiuto F, Bouchard P, Chapple I, Dietrich T, Gotsman I, Graziani F, Herrera D, Loos B, Madianos P, Michel J-B, Perel P, Pieske B, Shapira L, Shechter M, Tonetti M, Vlachopoulos C, Wimmer G.
    Periodontitis and cardiovascular diseases: Consensus report.
    European Heart Journal, 2020;41(7): 240-241.
    Documento de consenso entre a European Society of Cardiology (ESC) e a European Federation of Periodontology (EFP), reconhecendo a associação entre periodontite e risco cardiovascular.
  1. Tonetti MS, Van Dyke TE; Working group 1 of the joint EFP/AAP workshop.
    Periodontitis and atherosclerotic cardiovascular disease: Consensus report of the Joint EFP/AAP Workshop on Periodontitis and Systemic Diseases.
    Journal of Periodontology, 2013;84(4 Suppl): S24–S29.
    Relatório conjunto da American Academy of Periodontology (AAP) e da European Federation of Periodontology, descrevendo os mecanismos biológicos (inflamação, disfunção endotelial, bacteremia) que ligam gengiva e coração.
  1. Lee HJ, Choi EK, Park JB, Han KD, Oh S.
    Tooth Brushing and Risk of Cardiovascular Disease: Results from the Korean National Health Insurance Database.
    European Journal of Preventive Cardiology, 2020;27(18): 1835–1845.
    Estudo de coorte com mais de 160 mil pacientes, mostrando que escovar os dentes ≥3 vezes/dia reduziu significativamente o risco de fibrilação atrial e insuficiência cardíaca.
  1. Lockhart PB, Bolger AF, Papapanou PN, Osinbowale O, Trevisan M, Levison ME, Taubert KA, Newburger JW, Gornik HL, Gewitz MH, Wilson WR, Smith SC Jr, Baddour LM.
    Periodontal Disease and Atherosclerotic Vascular Disease: Does the Evidence Support an Independent Association? A Scientific Statement from the American Heart Association.
    Circulation, 2012;125(20): 2520–2544.
    Declaração oficial da American Heart Association (AHA) sobre a relação entre periodontite e aterosclerose.

Outras doenças sistêmicas relacionadas à má higiene oral

Clínica ImplArt nas Redes Sociais

  • Confira as imagens de nossos tratamentos no Instagram
  • Assista aos nossos vídeos no YouTube
  • Explore nossa página no Pinterest
DR. ROBERTO MARKARIAN IMPLANTODONTISTA SITE
A Saúde Bucal e Saúde do Coração: Entenda a Conexão da Saúde Bucal com seu Estado de Saúde Geral

Material técnico por DR. ROBERTO MARKARIAN – CRO-SP 73.583
Idealizador e Diretor da Clínica Odontológica ImplArt. – Perfil do Linkedin do Dr. Roberto

Dr. Roberto Markarian é referência em implante dentario e próteses dentárias computadorizadas no Brasil. Além de ter experiencia de mais de 10.000 implantes instalados, é pesquisador, e produz conhecimento que vai para o mundo todo publicado em renomadas revistas científicas na área da Odontologia. Responsável por fomentar conhecimento e alta tecnologia aplicado em todos os tratamentos oferecidos pela Clínica Odontológica ImplArt.