10 coisas que você não sabia sobre seus dentes

A odontologia avançou bastante e felizmente hoje dispomos de muitos recursos para auxiliar nos cuidados com os dentes. Precisamos deles diariamente para nos ajudar a comer e falar. Portanto saber um pouco mais sobre eles e como seus comportamentos afetam a saúde bucal, pode nos ajudar mantê-los saudáveis para sorrir por muito tempo. Veja as curiosidades que listamos abaixo:

1. Seus dentes são como uma impressão digital

É por isso que os registros dentários são muitas vezes usados para identificação de um corpo. Mesmo gêmeos idênticos não têm dentes iguais. Sua língua também possui uma “impressão de língua” exclusiva.

2. Dentes são como icebergs

Cerca de um terço de cada dente está embaixo das gengivas. É por isso que manter as gengivas cuidadas é muito importante para garantir que seus dentes sejam saudáveis. Suas gengivas devem sempre ser de cor rosa e firmes. Se estiver avermelhada, frouxa ou sangrando pode ser um sinal de que algo não está bem.

3. Temos ao todo 32 dentes. Mas algumas pessoas têm mais dentes…Ou menos…

Desde os dentes da frente até a parte posterior da boca, você tem oito incisivos, quatro dentes caninos, oito pré-molares e doze molares. Mas algumas pessoas podem ter mais dentes. Isso é chamado de dentes supranumerários ou extranumerários.

Em contrapartida, outras pessoas podem não desenvolver todos os dentes. Isso é chamado de agenesia dentária e normalmente é caracterizado pela falta de um ou dois incisivos laterais superiores.

4. O esmalte dos dentes é a parte mais dura do seu corpo…

O esmalte é a camada mais externa dos seus dentes. É composto principalmente de cálcio e fosfato, como seus ossos, entretanto é mais forte devido às proteínas e cristalitos específicos que o formam. Como uma camada dura, seu principal objetivo é proteger o resto do dente.

5. …Mas não é inquebrável

O esmalte ainda pode lascar ou rachar, ou enfraquecer por causa da cáries. Alimentos e bebidas açucaradas e ácidas, como os encontrados em refrigerantes, interagem com bactérias na boca e atacam o esmalte, o que facilita o desenvolvimento de cárie dentária.

6. Dente amarelo pode significar desgaste do esmalte

É sabido que os dentes podem se tornar escurecidos, amarelados ou manchados por causa de café, chá e outras bebidas e alimentos pigmentados. Mas os dentes também adquirem o aspecto amarelado por causa de desgaste do esmalte que pode ocorrer naturalmente pelo envelhecimento.

O esmalte é parcialmente responsável pela aparência branca dos dentes, mas quando se deteriora, os dentes podem aparentar amarelos por causa da dentina. O esmalte deteriorado também pode ser o responsável por qualquer dor nos dentes que você sinta.

Leia mais: técnicas para clareamento dental

7. Dentina cresce, mas o esmalte não

A dentina é a camada que fica embaixo do esmalte, e também é mais dura que os ossos. A dentina é composta de pequenos canais e passagens que transmitem sinais nervosos e nutrição através do dente. Existem três tipos de dentina: primária, secundária e reparadora. Enquanto o esmalte é basicamente estático, a dentina continua a crescer e mudar ao longo da vida.

8. Sua boca pode abrigar até 300 tipos de bactérias

A placa aderida aos dentes contém milhões de bactérias de 200 a 300 diferentes espécies. O principal é o Streptococcus Mutans, o agente causador da cárie. Ele converte açúcar e outros carboidratos nos ácidos que corroem os dentes.

9. A placa é uma inimiga da saúde bucal

A placa é um elemento branco e pegajoso que se acumula na superfície dentária, especialmente na linha da gengiva. É causada por uma higienização bucal inadequada e falta de limpeza profissional regular para removê-la no consultório.

É abrigo de bactérias e está em constante crescimento, sendo um agente causador de gengivite e cáries. Se não houver remoção, a placa endurece e se transforma em tártaro. Portanto, é importante escovar e usar fio dental pelo menos duas vezes ao dia e ir ao dentista para limpezas regulares.

10. Você produz 40.000 litros de saliva

Seu corpo produz entre um e dois litros de saliva por dia, em média 550 litros por ano ou quase 40 mil litros durante a vida. A saliva desempenha papéis importantes em sua saúde geral. Por exemplo, facilita a ingestão de alimentos e contém enzimas para acelerar a digestão.

Quando se trata dos dentes, a saliva lava as partículas de comida remanescentes e contém cálcio e fosfato, que podem neutralizar os ácidos da placa que causam danos e cáries.

A pouca ou nenhuma produção de saliva (boca seca) é chamada xerostomia e prejudica a saúde bucal, o bem estar e causa mau hálito. Pode surgir por consequência de determinados medicamentos, quimioterapia e radioterapia, diabetes, HIV, alterações hormonais (como por exemplo a menopausa) e fumo.

Tratamento de canal: quando, como e porque fazer

Quando o cirurgião dentista indica um tratamento de canal, é normal que o paciente tenha receio e muitas dúvidas, principalmente porque esse tratamento está quase sempre associado a um tratamento que dói e é incomodo.

Esses são mitos muito presentes no inconsciente coletivo, mas o fato é que em muitos casos, o tratamento de canal, quando bem realizado por um profissional especializado, acaba sendo o melhor recurso para salvar o dente e mantê-lo na sua boca.

Com o avanço das técnicas odontológicas e a linha de tratamento atual, onde preconiza-se o bem estar do paciente, os tratamentos tendem a ser muito mais confortáveis para o paciente.

Para demonstrar que o tratamento de canal é mais tranquilo do que se imagina, reunimos logo a seguir algumas questões muito comuns acerca do tratamento de canal. Veja abaixo:

1 – Quando é necessário fazer tratamento de canal?

O tratamento de canal é geralmente indicado para os casos em que a polpa dentária está doente ou morta, quase sempre por causa de cárie (buraco no dente) que permitiu a entrada de bactérias nessa região tão sensível que deveria estar protegida pelo esmalte e pela dentina íntegros.

fases da cárie
Observe que na cárie moderada, há alguma exposição da dentina e nesta fase o paciente já sente dor e sensibilidade. Na fase de cárie profunda, há exposição da polpa, migração de bactérias, infecção e inflamação. Por ser uma área composta por terminações nervosas e vascularização, a dor de dente se torna mais frequente nesses quadros.

Outros problemas que afetam a saúde da polpa dentária são traumas no dente ou dente quebrado.

2 – Sintomas de dente com canal inflamado

Dor de dente e sensibilidade ao toque são os sintomas mais comuns, mas ainda podem ocorrer vermelhidão na região, supuração (formação de pus), abcesso, mau hálito, dificuldade para abrir a boca, desconforto para mastigar, inchaço de gânglios do pescoço, escurecimento do dente e febre.

4 – Como é feito um tratamento de canal?

Tratamento de canal passo a passo:

Antes de mais nada, muitas pessoas perguntam se precisa de anestesia para fazer canal? Sim, todo o procedimento é feito sob anestesia. O local é cuidadosamente anestesiado para que o paciente não sinta desconforto durante o procedimento.

O cirurgião dentista realiza uma abertura na coroa do dente para acessar a polpa dentária.

Por meio dessa abertura é retirada toda a polpa danificada, infeccionada ou morta, os canais são cuidadosamente limpos e alargados com uma lima endodôntica muito fina.

Após a limpeza e preparo, a abertura do dente é fechada com uma restauração temporária para proteger a região até a próxima consulta.

A última sessão do tratamento se dá com o preenchimento dos canais e da câmara pulpar, e da retirada da restauração provisória por uma restauração definitiva.

O preenchimento dos canais (obturação) é feito com pontas de Guta, mas quando há necessidade de reforço pode-se colocar pinos de metal ou pinos plásticos.

como é feito o tratamento de canal

Após a completa obturação dos canais, é fundamental restaurar o formato e a cor do dente para obter um resultado natural e harmonioso.

A restauração do dente pode ser alcançada com a instalação de um onlay, inlay ou uma coroa completa quando o dente está seriamente destruído.

Na ImplArt Odontologia conseguimos realizar todas essas restaurações em porcelana em sistema CAD/CAM, o que favorece mais agilidade ao tratamento e o resultado estético

A coroa é cimentada sobre o dente para restabelecer sua forma natural. Entretanto, se o dente estiver fraturado ou muito comprometido, pode ser necessário colocar um pino no canal para dar reforço e sustentação à coroa.

6 – Quantas sessões para fazer um canal ou tratamento de canal completo?

A quantidade de sessões até a finalização do tratamento varia de caso para caso, dependendo da extensão da lesão, do grau de comprometimento da polpa e da quantidade de canais e raízes do dente.

O tratamento de canal é normalmente realizado em algumas etapas e exige que o compareça ao consultório em dias diferentes. Mas em alguns casos, a realização do tratamento de canal em uma sessão apenas pode ser considerada pelo regime em Day Clinic. Essa possibilidade precisa avaliada caso a caso.

5 – O que é melhor extrair o dente ou fazer canal? É possível fazer canal em um dia ou canal em sessão única?

Depende de cada caso. Em consulta é realizada uma avaliação clínica e também radiológica do dente para determinar a extensão do problema e se há condições de manter o dente realizando um tratamento de canal.

Quando a extração do dente é inevitável, não há motivo para desespero, pois existe a alternativa de extrair o dente e repor com implante dentário no mesmo dia.

7 – Tratamento de canal dói?

Tratamento de canal dói após primeira sessão? Essa é uma questão que preocupa as pessoas com indicação do procedimento. A resposta é que o dentista toma todos os cuidados para diminuir qualquer desconforto durante e após o procedimento.

Após a realização de tratamento de canal, o paciente não deve mais sentir dor ou sensibilidade neste dente porque com a remoção da polpa, também são retiradas as terminações nervosas e circulação sanguínea.

Se você acredita que o dente com canal tratado está doendo ou está com o dente com canal pulsando é preciso consultar o dentista para avaliar o que está ocorrendo.

8 – Quanto tempo demora para sarar um canal?

É esperado que em poucos dias, normalmente a partir de 3 dias, haja melhora dos sintomas.  A duração depende da extensão da lesão no dente. Em alguns casos, a recuperação pode demorar mais ou menos. É fundamental tomar a medicação prescrita de acordo com a orientação do dentista.

9 – Tratamento de canal especialidade

A especialidade odontológica que realiza o tratamento de canal é a Endodontia. Embora todos os dentistas possam realizar tratamentos de canais, sempre será melhor fazê-lo com um profissional especialista. A Clínica odontológica ImplArt possui experientes endodontistas para atendê-lo.

10 – Qual a durabilidade de um canal dentário?

Os dentes com canais tratados podem durar a vida toda, quando bem realizado por um profissional especializado. Entretanto, é importante ter consciência de que este dente ainda pode ser acometido por cárie, e para evitar problemas é preciso manter uma boa higiene bucal e realizar consultas regulares ao dentista.

11 – O dente com canal tratado é um dente mais fraco?

Sim, o dente com tratamento de canal tem mais probabilidade de quebrar ou fraturar do que um dente normal. Isso ocorre pela falta de hidratação, antes suprida pela polpa, e também porque a espessura do dente e das raízes são desgastadas durante o preparo do tratamento de canal.

Por esse motivo deve-se ter cautela ao mastigar alimentos ou objetos muito duros na área do dente tratado.

12 – Curativo de canal dura quanto tempo?

A duração do curativo colocado após o tratamento de canal é de aproximadamente 2 semanas. Acontece que algumas pessoas acham que o curativo (restauração provisória) é de longa duração, postergando o retorno ao consultório para finalizar o tratamento, e algumas vezes o paciente não volta para substituir o curativo pela restauração ou coroa dentária definitiva.

O material utilizado na restauração provisória não possui resistência de longo prazo e deixar de troca-lo no tempo certo pode levar a entrada de bactérias e reinfecção dos canais. Consequentemente isto leva à perda do tratamento de canais. Em casos mais longos ainda como meses ou anos, o dente pode ser pedido por cárie interna.

13 – Qual o melhor tratamento após o canal para fechar o dente?

De uma forma geral, o dente com canal precisa ser primeiro reforçado com um pino interno chamado núcleo dentário, e posteriormente reconstruído.

A estratégia final e reconstrução vai depender do volume de dente perdido, podendo ser usado um bloco dentário (onlay), ou uma coroa dentária de porcelana.

Não é aconselhado usar restaurações comuns sobre dentes com canais pois são pouco resistentes, se infiltram com facilidade, tem baixa durabilidade e favorecem a fratura da raiz do dente.

14 – Tratamento de canal preço / Qual o valor de um tratamento de canal / Quanto custa o tratamento de canal?

Valores de tratamento odontológicos só podem ser fornecidos em consulta presencial com o dentista. É necessário avaliar cada caso para traçar um plano de tratamento, as especialidades envolvidas, os materiais que serão utilizados, etc.

Estudo sugere associação entre periodontite e complicações da COVID‐19

A doença gengival – periodontal pode estar associada a um aumento no risco de complicações em pessoas com COVID‐19 (vírus SARS-CoV-2). É o que revela um estudo recém publicado pela Journal of Clinical Periodontology realizado em Doha, no Qatar.

Qual a relação entre doença gengival e Covid?

O estudo avaliou 568 pacientes com diagnostico confirmado para COVID‐19. Ao final, concluiu-se que a periodontite estava associada a complicações da doença, incluindo morte, internações em UTI bem como a necessidade de ventilação assistida.

Da mesma forma, os níveis de alguns marcadores sanguíneos que indicam agravamento do quadro de COVID‐19. Por exemplo leucócitos, Dímero D (marcador para trombose venosa profunda) e PCR (proteína C reativa que indica inflamação ou infecção) foram significativamente mais elevados em pacientes com periodontite e diagnosticados com COVID-19.

Leia mais: É seguro ir ao dentista durante a pandemia de Coronavírus?

Os pacientes de COVID‐19 com periodontite que foram avaliados apresentaram níveis séricos de leucócitos e PCR significativamente mais elevados em contraste com pessoas sem periodontite. Isso poderia indicar uma possível ligação desta associação por meio de inflamação sistêmica.

Pacientes com quadro grave de COVID‐19 geralmente apresentam uma resposta imune exacerbada. Ela é caracterizada por níveis excessivos de citocinas pró-inflamatórias (tempestade de citocinas) e dano generalizado aos tecidos.

Dentes com doença periodontal podem precisar de remoção e substituição por implantes dentários

Em outros estudos, a mortalidade por COVID‐19 já foi associada a níveis elevados de interleucina‐6, PCR, Dímero D e Ferritina. Isso sugere uma ligação clara entre a gravidade da doença e uma hiper inflamação.

Ao mesmo tempo, a gravidade da infecção por COVID‐19 também está associada a comorbidades. Por exemplo, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, idade avançada e obesidade, algumas delas que já foram relacionadas com a periodontite.

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Como a periodontite interfere na saúde sistêmica?

A periodontite é uma das doenças inflamatórias crônicas não transmissíveis mais prevalentes na população. É caracterizada pela destruição de tecidos de suporte dos dentes causada por ação de bactérias presentes no biofilme bucal.

A periodontite, se não tratada, leva à perda de dentes, à inflamação crônica – que frequentemente leva à inflamação sistêmica de baixo grau. Também ao aumento dos níveis de citocinas, impactando a saúde sistêmica. Aumentaria, portanto, o risco para doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, doença renal crônica, pneumonia e câncer.

Durante a epidemia de COVID você pode realizar uma pré consulta conosco por videoconferência

A doença também está associada com outros fatores de risco, como o tabagismo, estresse, dieta não saudável, controle glicêmico ou determinantes genéticos e socioeconômicos.

Existem vários estudos relatando a associação da periodontite com aumento do risco de mortalidade, especificamente relacionadas com doenças cardiovasculares, câncer, doença coronariana e doenças cerebrovasculares.

Importância do controle e tratamento da periodontite

Há evidências de que o tratamento periodontal leva à melhora do controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2 e síndrome metabólica, bem como melhora da função renal associada ao diabetes. Também há melhora do equilíbrio do metabolismo de lipídeos e glicose e biomarcadores associados à aterosclerose.

O tratamento bem-sucedido da periodontite também já demonstrou melhorar os marcadores séricos de inflamação sistêmica (PCR, IL-6), bem como o controle metabólico sistêmico.

Portanto o controle e tratamento da periodontite é extremamente benéfico para a saúde em geral, permitindo que o organismo esteja saudável e pronto para combater qualquer tipo de infecção, inclusive por COVID-19.

Outras hipóteses sobre a relação entre periodontite e agravamento dos casos de COVID‐19 :

  • A aspiração de bactérias periodontopáticas pode agravar COVID‐19 induzindo a expressão da enzima conversora de angiotensina 2, um receptor para SARS‐CoV‐2 e citocinas inflamatórias no trato respiratório inferior.
  • Bactérias periodontopáticas podem aumentar a virulência do SARS-CoV-2 clivando suas glicoproteínas S e que a cavidade oral, especialmente as bolsas periodontais, poderiam atuar como reservatórios virais.
  • A produção de armadilha extracelular de neutrófilos está envolvida na patogênese de ambas as doenças, e que a forte resposta de células Th17 na periodontite grave pode exacerbar a tempestade de citocinas em COVID-19.

Artigo publicado em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jcpe.13435

Mantenha sua saúde bucal em dia. O diagnóstico e o tratamento da doença periodontal é importantíssimo para evitar problemas mais sérios, perda dos dentes, com necessidade de implantes dentais e problemas para a saúde em geral. Agende sua consulta em nossa clínica odontológica e conheça a nossa equipe.

Boca seca e consequências para a saúde bucal

Além da boca seca, a pessoa com xerostomia pode relatar boca amarga ou boca com gosto ruim. O problema é caracterizado por problemas na produção de saliva e pode ocorrer por diferentes motivos. Vamos conhecer a seguir.

A sensação de secura na boca é tecnicamente chamada de xerostomia.

A saliva é secretada pelas glândulas salivares, sendo composta de cerca de 99% de água e 1% de proteínas. Tem papel importantíssimo para a saúde bucal e bem estar, ajudando no processo de digestão dos alimentos e para neutralização de agentes microbianos sobre dentes e mucosas, portanto é importante para evitar o surgimento de cáries e outras doenças bacterianas.

Também possui uma substância chamada de imunoglobulina secretória A (IgA), que ajuda a proteger o organismo de alguns tipos de vírus que atracam o aparelho respiratório e digestivo.

Se a boca seca ocorrer ocasionalmente pode ser causada por um fator temporário como um medicamento ou doença. Por se a boca ficar sempre seca, será necessário buscar um tratamento com o cirurgião dentista.

Sintomas de xerostomia

  • Boca seca
  • Língua seca
  • Mau hálito
  • Dificuldade na mastigação e ou então na deglutição
  • Alteração no paladar
  • Gosto ruim na boca (amargo ou então ácido)
  • Rachadura nos lábios
  • Feridas na boca
  • Cárie

Boca seca causas

  • Disfunção de glândulas salivares
  • Estresse
  • Diabetes
  • Doenças autoimunes (por exemplo Lúpus, artrite reumatoide e síndrome de Sjögren)
  • Radioterapia e quimioterapia
  • Remédios que provocam boca seca (anti-histamínicos, antidepressivos, antieméticos, anti-hipertensivos, antiparkinson, antispasmódicos, antipsicóticos e sedativos).
  • Fumo e drogas

Consequências da para a saúde bucal e bem estar

A falta de saliva pode favorecer o surgimento de alguns problemas para a saúde bucal e geral, por exemplo:

Boca seca o que fazer?

A conduta de tratamento para boca seca vai depender do motivo que está levando a esta secura. Se for resultado do uso de medicamentos, o médico poderá então substitui-lo ou ajustar sua dose.

Se for por um problema no funcionamento das glândulas salivares, mas que ainda esteja produzindo um pouco de saliva, o dentista poderá receitar um medicamento que estimule a produção de saliva ou receitar saliva artificial.

  • Condutas para minimizar os sintomas
  • Beber água
  • Evitar bebidas contendo cafeína
  • Evitar bebidas alcoólicas e fumar
  • Consumir goma de mascar sem açúcar
  • Evitar alimentos ou bebidas açucaras ou ácidas

Boca seca durante a noite

Acordar com a boca seca ou a garganta ressecada pode indicar que, além das causas citadas anteriormente, a pessoa pode estar dormindo coma boca aberta, estar sofrendo de apneia, rinites e sinusites que levam à uma respiração incorreta. Ou também hidratação insuficiente por falta da ingestão adequada de água. Se ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco ou então agende uma consulta com a nossa equipe

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