Além de causar prejuízo para a estética do sorriso, a falta de dentes do fundo também pode afetar a qualidade de vida, na saúde bucal e em geral.
A reposição dos dentes do fundo perdidos é necessária
Quais são os principais problemas que a falta de dentes do fundo pode trazer?
Nosso organismo é como uma máquina, e que na ausência de uma peça importante, pode ter seu funcionamento comprometido. A perda de dentes se deve principalmente por cáries e doença periodontal, mas também pode ocorrer por acidentes e fraturas.
A falta de dentes do fundo gera dificuldade para mastigar entre outros problemas e desequilíbrios em toda saúde bucal. Veja alguns:
Função mastigatória
Uma arcada completa, com todos os dentes, é em suma importante para o processo de digestão dos alimentos. A mastigação adequada prepara os alimentos para a digestão e chegar em partes reduzidas e o estômago continuar o processo digestório.
Inclusive cada dente tem uma função nesse processo. Os incisivos cortam, os caninos rasgam e os pré-molares e molares trituram e amassam.
Certos tipos de alimentos exigem mais esforço mastigatório e os dentes do fundo quase sempre são os mais utilizados nesta tarefa. A ausência de dentes do fundo pode fazer com que os alimentos não cheguem adequadamente reduzidos ao estomago, dificultando a digestão e consequentemente a absorção de nutrientes importantes para a saúde.
Falta de dentes consequências
Você sabia que a falta de um único dente pode causar um desequilíbrio na oclusão dentária, e consequentemente na mastigação? Quando um dente é perdido e não reposto, o organismo reabsorve o osso que até então servia de suporte para este dente.
Esse processo acontece gradativamente e leva à uma perda óssea. A falta de dentes permanentes faz com que os dentes vizinhos desloquem lateralmente para preencher o espaço vazio. O mesmo ocorre com o dente natural ou artificial de cima no caso de falta de dentes inferiores.
Por conseqüência da ausência do elemento inferior, o dente superior que fazia o contato com ele tende a se movimentar verticalmente para preencher o espaço (o dente desce). Esse desalinhamento dentário causa desequilíbrio na oclusão dentária e consequentemente na mastigação, assimetria facial e causa uma sobrecarga em um dos lados da mandíbula.
Prejudica a mastigação, a fala, em alguns casos a respiração e dores nas articulações temporomandibulares (falta de dente causa dor no maxilar e mandíbula), além do comprometimento da estética do sorriso e facial.
Este é o único método capaz de paralisar a perda óssea e ajudar na distribuição da carga mastigatória, e portanto, manter o equilíbrio da saúde e estética bucal. Se você ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco.
Trata-se de um aparelho que emite luzes de laser infravermelho, com ajuste de onda e potência. Elas possuem propriedades anti-inflamatórias e bioestimulantes, terapias essenciais para tratamento de parestesias.
A ImplArt Odontologia realiza tratamento de parestesias com laserterapia.
A parestesia é distúrbio neurosensitivo causado por uma lesão no nervo. Ela pode acontecer por diversos motivos, sendo principalmente: fratura da mandíbula, infecção viral, reação medicamentosa, compressão do nervo por tumor benigno, lesão acidental após cirurgias odontológicas ou ortognáticas, extração do siso.
Por mais que haja habilidade e conhecimento do cirurgião dentista, a cirurgia odontológica tem seus riscos, e um deles é o atingimento acidental de um nervo por algum instrumento cirúrgico ou pela agulha da anestesia.
Essa possibilidade é ainda maior nos casos das cirurgias mais complicadas, como por exemplo a de extração de dente do siso incluso na parte inferior. Os sintomas mais comuns da parestesia pós-cirúrgica são:
Dormência
Formigamento
Sensibilidade alterada com alimentos quentes ou frios
Coceira
Choques
Pontadas
Queimação
A lesão do nervo na maioria das vezes é reversível e a laserterapia tem papel fundamental nessa recuperação. Como dito anteriormente, o laser infravermelho tem ação anti-inflamatória e de bioestimulação.
Em muitos casos, a parestesia ocorre apenas por um tempo pela compressão do nervo por um edema pós-cirúrgico. Assim, a laserterapia pode ser utilizada para reduzir o inchaço no local e a sensibilidade nervosa retornar ao normal.
Já nos casos onde houve um estiramento ou lesão do nervo, a laserterapia é utilizada para estimular a reparação do tecido nervoso ou o nervo vizinho para dar impulso no nervo lesionado.
A laserterapia também estimula a microcirculação sanguínea no local para nutrir as células vizinhas e ajudar na regeneração do nervo.
A aplicação da laserterapia é totalmente indolor bem como segura. A quantidade de sessões necessárias dependerá de cada caso. Em caso de dúvidas, agende uma consulta ou então entre em contato conosco. Ficaremos felizes em atendê-lo.
O tratamento de canal antigamente era realizado em algumas etapas e exigia que o paciente se deslocasse até a Clínica em dias diferentes. Mas a boa notícia é que atualmente, na maioria dos casos é possível realizar o tratamento de canal em uma única sessão. Dessa forma, o paciente fica livre de sensibilidade antes, o que torna o tratamento muito mais confortável.
A técnica avançada busca preservar o dente ao máximo e evitar a extração. A polpa dentária pode ser comprometida por cárie profunda não tratada, trauma ou dente quebrado. Alguns sintomas comuns que indicam a necessidade de tratamento de canal são dor intensa, sensibilidade ao calor ou frio e inchaço na região do dente afetado.
O tratamento de canal é um procedimento realizado em apenas uma consulta, visando preservar o dente ao máximo e evitar a extração. Caso haja necessidade de extração, na maioria das vezes é feito o implante dentario na sequencia. A polpa dentária pode ser comprometida por cárie profunda não tratada, trauma ou dente quebrado. Alguns sintomas comuns que indicam a necessidade de tratamento de canal são dor intensa, sensibilidade ao calor ou frio e inchaço na região do dente afetado. Portanto, é importante buscar atendimento odontológico quando esses sinais estiverem presentes para evitar complicações.
O tratamento de canal é um procedimento realizado em apenas uma consulta, visando preservar o dente ao máximo e evitar a extração. É importante buscar atendimento odontológico quando sinais como dor intensa, sensibilidade ao calor ou frio e inchaço na região do dente afetado estiverem presentes para evitar complicações.
O avanço desta técnica tem o intuito de preservar ao máximo o dente e evitar sua extração. O comprometimento da polpa dentária é normalmente ocasionado por cárie profunda não tratada, trauma ou dente quebrado. Os sintomas mais comuns que indicam a necessidade de tratamento de canal são por exemplo:
Cárie não tratada;
Sensibilidade aos alimentos quentes ou frios;
Dores (latejante, constante ou ao toque);
Edema (inchaço);
Abscesso na gengiva, no interior do dente ou na ponta da raiz;
Infecção.
Como é realizado o tratamento de canal em um dia?
O paciente é submetido à uma radiografia panorâmica digital ou radiografia periapical para avaliação do comprometimento do canal. Para sua comodidade, ambos exames podem ser realizados no próprio consultório no nosso centro de radiologia digital
O local é cuidadosamente anestesiado para que o paciente não sinta desconforto durante o procedimento
O endodontista (especialista em tratamento de canal) faz uma pequena abertura na superfície ou na parte posterior do dente para fazer a extração da polpa dentária comprometida
O espaço que fica após a remoção da polpa dentária comprometida é esvaziado, alargado e limado
A área previamente preparada é preenchida com material odontológico especial
A coroa dentária recebe acabamento em resina ou porcelana para restauração estética e funcional e vedação do canal.
É normal que alguns pacientes sintam uma sensibilidade no dente restaurado, mas essas sensações tendem a cessar em poucos dias.
Duração do tratamento de canal em um dia
Espera-se que o tratamento de canal seja a solução definitiva para o dente danificado. No entanto, o paciente tem papel importante na manutenção do tratamento, cabendo-lhe a atenção especial para a adequada higiene oral e as visitas regulares ao dentista.
Sendo assim, a restauração será duradoura e a repetição do tratamento não será necessária.
Obs.: Se a polpa dentaria estiver infeccionada, o tratamento exigirá mais de uma sessão, porque é necessário aguardar o total controle do processo infeccioso, que pode durar alguns dias.
Em caso de um segundo tratamento de canal no mesmo dente (dente que já foi tratado o canal – retratamento), as chances de sucesso são menores além disso pode ser mais demorado.
Venha nos fazer uma visita e confira nossa estrutura diferenciada que oferece toda comodidade e agilidade em tratamentos odontológicos. Agende agora mesmo uma consulta com a nossa equipe especializada. Nós da Clinica Dentaria ImplArt estamos à disposição para atender você.
A saúde bucal é fundamental para o bem-estar geral, e uma questão frequente quando se fala de higiene bucal é: “Preciso mesmo passar fio dental?” A resposta é um enfático SIM. Neste artigo, vamos explorar por que o fio dental é indispensável, especialmente para evitar consequências sérias. Além disso, vamos te mostrar como evitar a perda dentaria e implantes com cuidados simples que podem ser facilmente incluídos em sua rotina diária.
Quando o fio dental passou a ser utilizado?
O fio dental foi inventado no início do século XIX. A primeira referência ao uso de um fio específico para a limpeza entre os dentes foi feita em 1819 pelo dentista Levi Spear Parmly, um profissional de Nova Orleans, Estados Unidos. Ele recomendava o uso de um fio de seda para remover partículas de alimentos e placa entre os dentes, uma prática que ele considerava essencial para a prevenção de doenças bucais.
Apesar dessa recomendação precoce, o fio dental não foi amplamente adotado imediatamente. A popularização do fio dental começou a crescer no final do século XIX, especialmente depois que a empresa Codman & Shurtleff começou a comercializar fio dental de seda não encerado em 1882. No entanto, foi apenas no século XX, com a produção em massa de fio dental por empresas como a Johnson & Johnson, que o uso do fio dental se tornou uma prática comum em todo o mundo.
A Johnson & Johnson foi a primeira empresa a patentear o fio dental em 1898, e a partir daí, a prática começou a se difundir mais amplamente, especialmente com o aumento da conscientização sobre a importância da higiene bucal no século XX.
Portanto, se avaliarmos com cuidado é relativamente recente para a população em geral o conhecimento de como higienizar adequadamente os dentes. Certamente ao pensarmos em um horizonte não muito distante, a geração dos bisavós eram aqueles que usavam dentaduras, pois haviam perdidos todos os dentes. A geração seguinte, aprendeu um pouco mais sobre os cuidados dos dentes. Entretanto foi somente recentemente, que esse panorama começou a mudar, e o conhecimento sobre como evitar a perda dentaria e implantes começou a se difundir.
Vamos abordar abaixo como simples rotinas de cuidados são cruciais para a preservação dos dentes e da saúde bucal. Acompanhe!
Como evitar a perda dentaria e implante: Conheça os benefícios de Utilizar Fio Dental
O fio dental é uma ferramenta essencial para prevenir problemas bucais que, se negligenciados, podem resultar em perda dentária e na necessidade de implantes dentarios. No Brasil, onde cerca de 55% da população adulta apresenta algum grau de doença gengival, de acordo com o Ministério da Saúde, o uso do fio dental faz toda a diferença. Ele remove resíduos alimentares e placa bacteriana que a escova de dentes não consegue alcançar, especialmente nas áreas interdentais.
Usar fio dental diariamente reduz drasticamente o risco de cáries e gengivites, prevenindo problemas que podem levar à necessidade de implantes dentários. Além disso, o uso regular do fio dental contribui para um hálito mais fresco e dentes mais saudáveis, evitando o acúmulo de bactérias que podem causar problemas graves.
Consequências de Não Utilizar Fio Dental: Do Risco de Gengivite à Necessidade de Implantes Dentários
Negligenciar o uso do fio dental pode ter consequências severas, culminando em perda dentária e a necessidade de implantes. Sem a remoção adequada da placa bacteriana, o acúmulo entre os dentes aumenta significativamente o risco de doenças gengivais. Estudos no Brasil mostram que cerca de 18% dos adultos já perderam pelo menos um dente devido à periodontite, uma condição que começa com uma gengivite não tratada e pode evoluir para a perda óssea e, eventualmente, a necessidade de implantes dentários.
Essa perda dentária não é apenas um problema estético, mas também funcional. A ausência de um ou mais dentes pode prejudicar a mastigação, a fala e até a estrutura do rosto. A prática regular do fio dental pode evitar esses problemas e a necessidade de procedimentos mais invasivos, como o implante dentário.
Imagem ilustrativa mostra as consequências de não usar fio dental: Cárie dentária entre os dentes
Comparação Histórica: Como o Fio Dental Reduziu a Necessidade de Implantes Dentários no Brasil
Décadas atrás, a saúde bucal no Brasil era marcada por altos índices de cáries e perda dentária, resultando frequentemente na necessidade de implantes dentários. Antes da popularização do fio dental, muitos brasileiros enfrentavam a perda de dentes ainda jovens. Nos anos 1960, por exemplo, a média de dentes perdidos por adulto era alarmante. Com o aumento da conscientização e do uso do fio dental, esses números começaram a cair, diminuindo também a necessidade de implantes dentários.
Dados recentes do IBGE mostram que a perda total de dentes em brasileiros acima de 60 anos caiu para menos de 30% nos últimos anos, uma redução significativa em relação às décadas anteriores. Isso se deve em grande parte ao aumento da educação sobre higiene bucal, incluindo o uso do fio dental como prevenção contra a perda dentária e, consequentemente, a necessidade de implantes dentários.
Como Passar o Fio Dental Corretamente
Passar o fio dental corretamente é fundamental para garantir a remoção eficaz da placa bacteriana e dos resíduos alimentares entre os dentes, prevenindo problemas como cáries, gengivite e, em última instância, a necessidade de implantes dentários. Aqui está um guia simples para fazer isso da maneira certa:
Corte o fio dental: Use cerca de 40 a 50 cm de fio dental. Essa medida permite que você utilize uma parte limpa do fio em cada espaço interdental.
Enrole o fio: Enrole a maior parte do fio em volta do dedo médio de uma mão e o restante no dedo médio da outra mão, deixando cerca de 5 cm de fio entre os dedos.
Segure e posicione: Segure o fio dental firme entre os polegares e os dedos indicadores, mantendo-o esticado. Insira o fio suavemente entre os dentes, usando um movimento de serrar para evitar que o fio deslize e machuque a gengiva.
Movimento em “C”: Curve o fio dental em forma de “C” ao redor de um dente, deslizando-o suavemente abaixo da linha da gengiva. Passe o fio para cima e para baixo algumas vezes para remover a placa e os resíduos. Lembre-se de passar o fio também na lateral do dente adjacente.
Repita em cada espaço: Use uma parte limpa do fio para cada espaço entre os dentes. Repita o processo em todos os dentes, inclusive nos dentes do fundo, que são mais difíceis de alcançar.
Descarte o fio: Após finalizar, descarte o fio dental usado. Nunca reutilize o fio, pois ele pode já estar contaminado com bactérias.
Acompanhe abaixo as dicas simples para o uso do fio dental:
Como evitar a perda dentária e implante: uso de fio dental pode evitar o implanteAprenda como evitar a perda dentaria e implantes: Etapa 3 e 4
Seguir esses passos ajuda a garantir uma limpeza completa e eficaz, protegendo seus dentes e gengivas de problemas futuros que podem resultar em implantes dentários.
Quais os Efeitos da Placa Bacteriana Causada por Alimentos Retidos?
Os alimentos que ficam retidos entre os dentes podem causar uma série de problemas bucais devido aos processos químicos e físicos que ocorrem ao longo do tempo. Aqui está um resumo dos principais efeitos:
1. Acúmulo de Placa Bacteriana
Quando os restos de alimentos não são removidos, eles se acumulam entre os dentes e servem como fonte de nutrientes para as bactérias presentes na boca. Essas bactérias, principalmente as da espécie Streptococcus mutans, metabolizam os carboidratos dos alimentos, especialmente açúcares e amidos, para produzir ácidos.
Placa bacteriana: película branca que se forma ao redor do dente por falta de higienização
2. Produção de Ácidos
A metabolização dos carboidratos pelos microrganismos resulta na produção de ácidos orgânicos, como ácido lático, que são altamente corrosivos. Esses ácidos começam a dissolver o esmalte dos dentes, que é a camada protetora externa dos dentes composta principalmente de hidroxiapatita, um mineral rico em cálcio e fosfato.
3. Desmineralização do Esmalte
A exposição contínua ao ácido causa a desmineralização do esmalte, um processo em que os minerais (cálcio e fosfato) são removidos da superfície do dente, enfraquecendo-o. Esse processo é o estágio inicial da formação de cáries. A desmineralização, se não for tratada, pode progredir para a dentina, a camada mais interna do dente, que é menos resistente à acidez.
4. Cáries Dentárias
Com o tempo, a desmineralização persistente pode levar à formação de cavidades (cáries) no esmalte. Se a cárie não for tratada, ela pode avançar para a dentina e eventualmente atingir a polpa dentária, onde estão os nervos e vasos sanguíneos. Isso pode resultar em dor, infecção e, em casos graves, a necessidade de um tratamento de canal ou extração do dente e implante.
Além das cáries, os resíduos de alimentos e a placa bacteriana que se acumulam entre os dentes podem irritar as gengivas, levando a uma inflamação conhecida como gengivite. Se não tratada, a gengivite pode evoluir para periodontite, uma condição mais grave que afeta o osso de suporte dos dentes e pode resultar em perda dentária. Dessa forma, caso avance sem cuidados, pode levar à perda dentária completa e necessidade de implante total com prótese protocolo.
Os alimentos retidos entre os dentes, quando decompostos pelas bactérias, liberam compostos voláteis, como sulfeto de hidrogênio e metilmercaptano, que são os principais responsáveis pelo mau hálito.
7. Formação de Tártaro
Se a placa bacteriana não for removida, ela pode se mineralizar e endurecer, formando o tártaro (cálculo dental). O tártaro é difícil de remover com a escovação comum e pode causar ainda mais irritação nas gengivas, além de proporcionar uma superfície rugosa onde mais placa bacteriana pode se acumular.
Tártaro formado nos dentes pela falta de uso de fio dental
Portanto, a retenção de alimentos entre os dentes pode desencadear uma série de reações prejudiciais que não só corroem os dentes, mas também afetam as gengivas e o hálito, sublinhando a importância do uso regular do fio dental para a prevenção desses problemas.
Além disso, devemos mencionar a necessidade de visitar o dentista regularmente para realizar consultas de monitoramento da saúde bucal e uma limpeza dentária.
Conclusão sobre como evitar a perda dentaria e implantes
O uso do fio dental é mais do que uma recomendação: é uma necessidade para manter a saúde bucal e evitar consequências graves, como a perda dentária e a necessidade de implantes dentários. Ao adotar essa prática diariamente, você protege seu sorriso e garante uma vida mais saudável. Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje – comece agora a cuidar do seu futuro bucal com fio dental e visitas regulares ao dentista!
Localizada em São Paulo, a ImplArt Clínica Dentária é um destino de referência para pacientes de todo o mundo. Reconhecida como a melhor clínica de implante dentário em São Paulo, a ImplArt se destaca pela excelência em tratamentos odontológicos modernos e personalizados.
Sob a direção do Dr. Roberto Markarian, um implantodontista renomado por seu expertise em implantes dentários e próteses digitais, a clínica combina conhecimento avançado com alta tecnologia. Isso faz da ImplArt um centro de excelência em tratamentos dentários, oferecendo implantes e próteses computadorizadas para garantir os melhores resultados.
Para conhecer mais sobre os tratamentos oferecidos pela ImplArt Clínica Dentária, visite nosso Instagram e confira as imagens dos nossos tratamentos. Não deixe de assistir aos nossos vídeos no YouTube e explorar nossa página no Pinterest para ver mais exemplos de nosso trabalho.
Confira a galeria de fotos dos nossos tratamentos ou entre em contato conosco pelo WhatsApp (11) 99598-1866 para agendar sua consulta.
Como evitar a perda dentária e implante: uso de fio dental pode evitar o implante
Dr. Roberto Markarian é referência em implante dentario e próteses dentárias computadorizadas no Brasil. Além de ter experiencia de mais de 10.000 implantes instalados, é pesquisador, e produz conhecimento que vai para o mundo todo publicado em renomadas revistas científicas na área da Odontologia. Responsável por fomentar conhecimento e alta tecnologia aplicado em todos os tratamentos oferecidos pela Clínica ImplArt.
AGENDE PELO TELEFONE ou WHATSAPP SUA CONSULTA NA CLINICA IMPLART
Clínica ImplArt considerada a melhor clinica de implante dentário em São Paulo. Caso queira saber o valor do implante dentario, ou como evitar a perda dentaria e implantes, entre em contato! Estamos aqui para te ajudar!
Surge principalmente pelo acúmulo de placa bacteriana e tártaro nos dentes e se não houver controle da doença, com o tempo ela pode levar à deterioração dos tecidos de suporte e sustentação dos dentes. Como consequência, pode ser necessária a realização de implante dentario pela perda dos dentes.
Gengivas vermelhas são um sinal de alerta
A atividade bacteriana libera toxinas que inflamam a gengiva e causa vermelhidão e sangramento. Se não houver o controle inicial, a gengiva adquire forma de bolsas (chamadas bolsas periodontais) e abre espaço para formação de placa bacteriana e tártaro na raiz dentária.
Portanto nesse momento que a raspagem periodontal desse material se faz necessária para evitar problemas mais graves, como o amolecimento e a queda do dente.
Tratamento periodontal profundo
Contudo, a raspagem periodontal é um procedimento que tem o objetivo de remover mecanicamente o acúmulo de tártaro ao nível da raiz dentária e ajuda a controlar e evitar o avanço da doença periodontal.
A raspagem periodontal e o alisamento do dente e da raiz retira o material que causa a atividade bacteriana, permitindo que a gengiva cicatrize e retorne a sua posição normal. Portanto ela é feita manualmente com o auxilio de instrumentos específicos ou com vibração ultrassônica.
Na maioria dos casos, o procedimento é realizado com anestesia local para dessa forma evitar dores e incômodos ao paciente que normalmente já está com sensibilidade e inflamação gengival. Pode ser necessária a realização de mais de uma sessão com o intuito de remover completamente.
Tudo vai depende do estágio da doença. Porém após o tratamento, o paciente é orientado a cuidar da higiene oral para evitar o ressurgimento da doença e retornar ao consultório odontológico com mais frequência.
A raspagem gengival serve de base para outros tratamentos dentais
Entretanto, antes da realização de tratamentos dentais temos que nos assegurar que a gengiva é saudável e que não há mais focos de infecção nos dentes. Por isso é sempre indicada uma limpeza dental e muitas vezes uma raspagem gengival antes do seu tratamento principal de:
Em caso de dúvidas sobre o tratamento ou o valor, agende uma consulta ou entãoentre em contato conosco. Nós, da clínica odontológica ImplArt, ficaremos felizes em atendê-lo.
Na maioria das vezes, o paciente procura o consultório odontológico quando o dente está parcialmente comprometido, normalmente por cárie ou por fratura. Nesse momento é realizada uma análise para indicação de tratamento de canal ou extração e implante dentario e coroa. Primeiramente, é feita a avaliação do comprometimento da polpa, da raiz e da estrutura dentaria.
Caso a recomendação seja realizar o tratamento de canal, além de avaliar o grau de comprometimento do dente, devemos saber quais esforços o dente exerce na mastigação. Nesse contexto, é possível decidir se será feita recomendação de restauração ou um nucleo e coroa dentaria. Importante destacar que, o tratamento de canal é indicado quando a polpa dentária também está comprometida. Essa é uma forma de manter o dente e não precisar extrai-lo para realizar um implante dentario.
Após tratamento de canal deve fazer restauração simples ou núcleo e coroa?
Riscos da restauração simples após tratamento de canal
Muitas vezes recebemos pacientes que relatam que estavam comendo algo muito macio quando seu dente sofreu uma fratura. O ponto em comum destes casos é que todos tinham canal tratado e tinham apenas uma restauração simples no local.
Cirurgiões dentistas especialistas em prótese dentária experientes nunca recomendam a realização de uma restauração simples, sobre um dente que recebeu tratamento de canal. A resposta é simples: o dente fica “oco” quando tem seu canal tratado, e portanto fica mais frágil. Dessa forma, ao realizar apenas uma restauração no local, o dente não tem resistência suficiente para resistir aos esforços de mastigação. Certamente isto se faz mais claro em dentes molares, responsáveis pelos grandes esforços em nossa mastigação.
Portanto, caso a intenção seja preservar o dente em longo prazo, a recomendação será realizar tratamento de canal, núcleo intrarradicular e coroa dentária. Apenas em dentes frontais, nos quais houver pouco comprometimento da estrutura, pode haver a recomendação de núcleo intrarradicular e restauração para vedação. Mas onde houver canal tratado, deve-se realizar núcleo intrarradicular de modo a promover estrutura interna ao dente.
Importante destacar que o núcleo intrarradicular tem o objetivo de proteger os canais tratados. Além disso, a coroa dentaria visa deixar o dente resistente o suficiente para suportar a carga mastigatória.
Há casos de pacientes que já tem uma coroa dentária no local e chegam à clínica com infiltração e cárie ou fratura na estrutura dental remanescente. Neste caso, é necessário remover a coroa existente, realizar tratamento de canal para a remoção da polpa infeccionada ou danificada. Logo após o tratamento de canal, é realizado o núcleo intrarradicular e confecção de nova coroa dentaria.
Tipos de núcleo intrarradicular
O núcleo intrarradicular pode ser feito de alguns materiais: núcleo metálico, núcleo em zircônia e núcleo em fibra de vidro. A indicação de cada tipo certamente depende da avaliação do protesista sobre o grau de comprometimento da estrutura dental, além da localização deste dente na arcada. Certamente em dentes em regiões de preocupação estética, procura-se utilizar núcleos estéticos, como os realizados em zircônia e fibra de vidro.
É importante que o paciente com cárie ou fratura procure nossa equipe especializada o quanto antes. Quanto mais cedo o tratamento for iniciado em nossa clinica dentaria, maior a chance de preservação do dente e de evitar um implante no dente.
Os dentes de leite são os primeiros a nascer na boca ajudando no crescimento do osso, responsável por dar suporte aos dentes. Eles são muito importantes para ajudar as crianças na articulação das palavras e na mastigação. É normal que esses dentes caiam para a chegada dos dentes permanentes que vão acompanhar a pessoa para o resto da vida.
A ausência de dentes pode causar um desequilíbrio funcional e estético no sorriso
A troca só acontece quando o dente permanente está no local para substituir, ou seja, os dentes de leite só caem quando seu substituto já está posicionado. Conforme o dente permanente se forma, a raiz do dente de leite é reabsorvida até que ele fique totalmente sem suporte. Por consequência, ele fica mole e cai.
Por que algum dos dentes de leite não cai?
Quando o dente permanente não está pronto para realizar essa substituição, o processo natural que ocorre dentro do osso fica interrompido e não há a absorção da raiz dos dentes de leite. Dessa forma, o dente fica retido e não cai.
Entretanto, a presença desse dente no meio da arcada permanente atrapalha não só a estética, como também a mordida também fica comprometida. Caso a retenção do dente ocorra em uma criança, procure um odontopediatra para orientação e verificação. As vezes os dentes de leite permanecem na boca até a idade adulta do paciente, principalmente se o permanente não existir (agenesia dentária).
Existe algum tratamento para esse caso?
Cada caso com dentes de leite que não caem deve ser avaliado individualmente porque é necessário examinar o posicionamento do dente, mas em geral os dentes de leite que não romperam devem ser substituídos por um dente artificial.
Ele é retirado cirurgicamente e logo em seguida um implante dentário é colocado em seu lugar para deixar a arcada uniforme e melhorar a mordida.
Conheça a ImplArt Odontologia
Se você ficou com alguma dúvida sobre implante dentário e coroa para substituir dentes, entre em contato com a nossa equipe ou agende uma consulta através do nosso WhatsApp clicando no botão abaixo. Ficaremos felizes em atendê-lo!
Certamente o questionamento sobre quantos anos dura o implante protocolo. Ou mesmo, quanto tempo dura um tratamento odontológico é de fato muito frequente. Por isso desenvolvemos esta tabela com o intuito de tornara compreensão mais fácil e servir como uma referência para os pacientes.
Tempos estimados de durabilidade de tratamentos dentários comuns
A expressão sobre “quanto tempo dura”, a princípio, pode ter dois significados em língua portuguesa:
1 – Qual o tempo de durabilidade do tratamento, ou seja, sua vida útil até que então precise ser substituído.
2 – Qual o tempo que leva para fazer o tratamento, ou seja, o tempo de sua ida ao dentista desde a primeira à última sessão. Ou ainda mais, quando se trata de um procedimento feito em única sessão, quanto tempo leva o tratamento?
Portanto neste artigo vamos utilizar o sentido número 1, ou seja: qual a durabilidade em termos de vida útil do tratamento (DURABILIDADE)**.
Quanto tempo dura um tratamento dentário? Quantos anos dura o implante protocolo?
Em resumo, quanto tempo dura um tratamento de prótese dentária?
**Observações sobre as tabelas de durabilidade dos tratamentos dentários:
Atenção: os tempos apresentados acimas são todos estimados, e em síntese expressam a simples opinião deste autor. Afinal, situações clínicas diversas podem interferir para aumentar ou por exemplodiminuir os prazos de durabilidade.
Os tempos de duração também podem variar de acordo com a técnica usada pelo dentista, com o laboratório bem como o material usado pelo laboratório de prótese. Os tempos descritos não expressam garantia de funcionamento, pois apenas servem de referência para consulta bem como educação pública.
Se você ficou com alguma dúvida sobre, por exemplo, qual é a durabilidade de tratamento dentário, ou quanto custa um tratamento, ouqual seria o melhor material para fazer sua prótese dentária sobre implantes com durabilidade e qualidade, entre em contato conosco ou então agende uma consulta. Nós, da clínica odontológica ImplArt ficaremos felizes em atendê-lo!
Troca de restaurações dentárias escuras para brancas
Para trocar as restaurações dentárias é preciso que o dentista avalie minuciosamente o estado das restaurações já existentes nos dentes do paciente. É complicado determinar um período ou tempo em que elas precisam ser trocadas, já que isso depende da manutenção bucal de cada pessoa. Também depende do material que foi empregado em cada caso.
Certamente atualmente todos os pacientes desejam ter um sorriso branquinho e as antigas restaurações em metal comprometem a estética do sorriso. Dessa forma, tem se tornado cada vez mais comum a troca de material.
Existe contaminação quando trocamos uma restauração de metal para uma restauração em resina?
Felizmente, existem alternativas modernas e seguras para substituir as restaurações em amálgama. As resinas compostas, por exemplo, são materiais cada vez mais populares e oferecem excelentes propriedades estéticas e funcionais. Esses materiais à base de polímeros podem ser personalizados para se adaptar perfeitamente à cor natural dos dentes, proporcionando resultados altamente estéticos e naturais.
Preparação e precauções para remoção da restauração em amálgama
Antes de iniciar a remoção da amálgama, o dentista irá orientar o paciente sobre a importância de seguir as recomendações. Isso inclui o uso de equipamentos de proteção individual, como máscaras, óculos e luvas, para minimizar a exposição a partículas presentes na restauração em amálgama.
Técnicas de remoção segura
Durante o processo de remoção de restaurações dentárias em amálgama, o dentista utilizará técnicas específicas para garantir a segurança do paciente. Isso envolve aspiração do material, a fim de evitar a dispersão de partículas de mercúrio e outros metais no ambiente. Mas não se preocupe! O processo é usual e seguro!
Restaurações dentárias metálicas x restaurações em cerâmica (na cor do dente)
Nos dentes anteriores é necessário avaliar os detalhes da coloração do dente. Por exemplo, manchas na interface ou na superfície de restauração assim como o polimento. São problemas que podem prejudicar a condição estética da restauração. Para fazer o reparo, o dentista pode utilizar o sistema adesivo e resina composta em prática pouco invasiva.
Mas, para que o procedimento seja feito com sucesso, o tempo clínico da restauração, a quantidade e a qualidade de tecido dentário remanescente a adequação do material e a técnica que será utilizada devem ser levados em consideração.
Em alguns casos, o benefício estético é muito importante para o paciente e para suas atividades diárias e a troca de restaurações dentárias é recomendada. Restaurações estéticas indiretas, como por exemplo os laminados e coroas de porcelana, que apresentam defeitos, ou em resina composta muito amplas, configuram a maioria das situações em que a troca total é necessária.
As resinas compostas são uma alternativa moderna e segura para substituir as restaurações dentárias em amálgama. Esses materiais são compostos por uma matriz de polímeros reforçada com partículas de carga inorgânica, o que lhes confere excelentes propriedades estéticas e funcionais.
Restaurações dentarias em amálgama X Restaurações dentárias em resina composta
Para todos os pacientes, a maior indicação para não ter que realizar manutenções ou trocas constantes de restaurações dentárias é manter uma manutenção bucal diária e eficaz. Controleda higiene bucal, profilaxias periódicas e também as visitas ao dentista podem manter a vida útil dos materiais utilizados. Pequenas falhas e manchas podem ser facilmente consertadas nas idas ao consultório.
Se você ficou com alguma dúvida sobre restaurações dentárias, entre em contato conosco ou então agende uma consulta com a nossa equipe odontológica especializada.
Coceira nas gengivas pode ser um sinal de várias condições diferentes. Isso inclui doenças gengivais, alergias, alterações hormonais e muito mais. Descobrir qual condição está causando coceira nas gengivas de certo pode ajudá-lo a encontrar um tratamento e parar a coceira.
Conheça os principais motivos de conceira nas gengivas
A saúde dental é mais do que cuidar dos dentes. Suas gengivas – o delicado tecido que protege seus dentes, raízes e nervos – são sensíveis e também precisam de cuidados. Sem eles, as gengivas podem desenvolver vários tipos de condições crônicas que por consequência surgirão problemas mais sérios.
Coceira e incômodo nas gengivas
Possíveis causas de incômodos e coceira nas gengivas
Descobrir o que está causando coceira nas gengivas pode sobretudo ajudá-lo a encontrar um tratamento. Se você não tiver certeza do que está causando seus sintomas, marque uma consulta com o dentista.
Juntos, você pode descartar algumas causas até encontrar a que explica por que suas gengivas coçam. Em casos de gengivas coçando em crianças ou bebês o mais comum é que esteja relacionado à erupção de novos dentes de leite ou mesmo permanentes.
Gengivas sangrantes e incômodas podem aparecer em algumas situações.
Lesões gengivais
Trauma ou lesões nas gengivas podem causar dor, desconforto e coceira. Essas lesões podem ser o resultado de uma lesão física, como uma lesão sofrida durante a prática de um esporte. Uma lesão e retração gengival também pode ser resultado de comportamentos.
O ranger de dentes, também chamado bruxismo, pode causar dores de cabeça, dor na mandíbula e até coceira nas gengivas. As gengivas também podem ficar irritadas e com coceira ao usar cigarros eletrônicos e vaping.
Estruturas anatômicas normais de uma gengiva saudável
Acumulo de placa e restos de alimentos
Um revestimento fino ou película de placa – uma substância incolor e pegajosa – pode se acumular ao longo do tempo. Muco e alimentos se misturam com bactérias para criar um crescimento excessivo de placas.
Com o tempo, a placa pode levar à doença gengival. Por consequência, surgem sintomas do acúmulo de placa podem incluir sensibilidade gengival, sangramento durante a escovação e coceira na gengiva. Podem ocorrer ainda cáries dentárias ou a necessidade de tratamentos de canal.
Gengivite – Inflamações na gengiva
A primeira fase da doença gengival é a gengivite. Outro nome para doença gengival é doença periodontal. A gengivite é uma forma leve da doença e é causada pelo acúmulo de placa. Nesta fase, a gengivite provavelmente não causou complicações adicionais.
No entanto devemos ficar atentos para o aparecimento de doenças gengivais mais graves como a periodontite. Dentes moles, com pús e secreção podem ter coceira também. Na realidade são manifestações da doença periodontal (piorréia) e podem indicar até a extração do dente dependendo do grau de avanço.
Reações alérgicas
Uma sensibilidade ou alergia a certas coisas pode causar comichão nas gengivas. Isso inclui alimentos, sementes, medicamentos bem como animais de estimação. Mesmo alergias sazonais como febre do feno podem causar comichão nas gengivas.
Alterações hormonais
Alterações nos níveis hormonais naturais podem afetar a sensação da gengiva. Mulheres enquanto gravidas, na puberdade, período da menstruação ou menopausa podem apresentar coceira nas gengivas com mais frequência. Eles também podem experimentar outros sintomas orais, incluindo dor, sensibilidade e sangramento durante esses períodos.
Boca seca
Sua boca faz um bom trabalho ao regular a umidade natural. Às vezes, certas condições médicas ou medicamentos podem impedir a boca de produzir saliva suficiente para manter a gengiva e a língua úmidas. Por consequência, pode levar à boca seca, e um dos sintomas comuns dessa condição é a coceira nas gengivas.
Aparelhos e próteses dentárias mal ajustados
Dentaduras e peças parciais que não se encaixam bem podem causar problemas. Se houver uma lacuna entre esses dispositivos e suas gengivas, os alimentos podem dessa maneira infiltrar-se. As bactérias podem começar a crescer e uma infecção pode se desenvolver. Isso pode levar a inflamação, sensibilidade e coceira nas gengivas.
Tratamento de coceira nas gengivas
O tratamento depende do que está causando incômodo nas gengivas. Vários desses tratamentos são remédios caseiros. Outros podem exigir tratamento do seu dentista. O importante é sobretudo consultar o dentista.
Procedimentos e medicamentos
Anti-histamínicos: se as coceiras nas gengivas são o resultado de alergias, um anti-histamínico pode interromper os sintomas (contudo, somente deve ser receitado por um dentista).
Protetores de dentes: evite mais danos aos dentes usando um protetor enquanto pratica esportes de contato e enquanto dorme.
Limpeza profissional: ajuda a remover o acúmulo de tártaro e placa de cima e abaixo da linha da gengiva. É improvável que a escovação habitual sozinha possa remover esse acúmulo que já está endurecido. Saiba mais
Alisamento das raízes: seu dentista pode usar este procedimento para remover o acúmulo de tártaro devido às gengivas recuadas. Isso dá aos dentes e gengivas uma superfície fresca, para que possam retomar o tecido saudável.
Saiba mais sobre raspagens no link a seguir: raspagem dental.
Remédios caseiros e autocuidado
Higiene dental adequada: escovar os dentes e usar fio dental pelo menos duas vezes por dia é em suma vital para uma boa saúde bucal. Você também deve considerar usar uma pasta de dente projetada para evitar o acúmulo de tártaro e placa bacteriana. Se você tiver problemas com inflamações ou infecções nas gengivas, um enxaguante bucal antisséptico sem álcool também pode ser uma boa alternativa. Cuidar bem dos dentes e gengivas certamente pode ajudar bastante a evitar problemas futuros.
Água salgada: dissolva 1 colher de chá de sal em 8 de água morna. Agite suavemente a água na boca e cuspa. A água salgada pode aliviar a coceira bem como a irritação nas gengivas.
Cubos de gelo: chupe suavemente cubos de gelo para dessa forma esfriar as gengivas, desinflamar a gengiva e parar a coceira. Como bônus, os cubos de gelo podem ajudar a hidratar você.
Mudanças no estilo de vida: fumar pode irritar a saúde da gengiva. Isso inclui desistir de cigarros eletrônicos e vaping. Evitar alimentos que irritam as gengivas também pode ajudar. Alimentos condimentados, apimentados, ácidos, ricos em amido ou então ricos em açúcar são os culpados mais comuns de irritação da gengiva.
Como prevenir coceira nas gengivas
A melhor maneira de prevenir coceira nas gengivas é sem dúvida cuidar dos dentes e gengivas. Quanto menos problemas você tiver com os dentes e as gengivas, menos sintomas da doença periodontal ocorrerá. Essas dicas podem ajudar a prevenir coceira nas gengivas:
Faça limpezas regulares: visite seu dentista duas vezes por ano para uma limpeza profunda. Seu dentista também pode usar essas consultas principalmente para monitorar possíveis problemas futuros.
Escove e use fio dental diariamente: escove os dentes e use fio dental pelo menos duas vezes por dia. Enxaguante com colutório antisséptico sem álcool, se você tiver problemas com inflamação e infecção.
Lave os dentes após as refeições: a escovação seria melhor, mas a lavagem removerá os alimentos. Isso pode reduzir o crescimento de bactérias.
Evite alimentos irritantes: alimentos ácidos, ricos em amido bem como açucarados podem agravar as gengivas sensíveis. Se você sentir coceira nas gengivas ao comer esses alimentos, reduza-os para acabar com os sintomas.
Quando consultar o dentista para coceira nas gengivas
Marque uma consulta com dentista principalmente se sentir coceira e outros sintomas por três dias sem alívio. Em alguns casos, a coceira desaparece por conta própria. No entanto, se não houver melhora, ele poderá ajudá-lo a identificar o que pode estar causando isso.