Clínica ImplArt realiza implantes no Hospital Oswaldo Cruz

Pensando sempre oferecer conforto e comodidade aos nossos pacientes, nós da ImplArt Odontologia estamos realizando implantes odontológicos no conceituado Hospital Alemão Oswaldo Cruz, localizado em frente a nossa clínica.

Trata-se de uma modalidade de atendimento que facilita a atenção e suporte de alguns casos especiais, como por exemplo, atenção ao paciente que se encontra internado neste hospital e que por esse motivo não consegue comparecer a nossa clínica para iniciar ou continuar seu tratamento com implantes.

A maioria dos implantes são feitos diretamente na clínica dentária sob anestesia local, porém em alguns casos é melhor fazer o implantação em ambiente hospitalar.

Quem deve fazer os implantes dentários no hospital?

Ou para cuidados de pessoas idosas / portadores de necessidades especiais com dificuldade de locomoção, ou então para pessoas que necessitam realizar seu tratamento completo com suporte clínico-cirúrgico em ambiente hospitalar, de maneira mais rápida, pelo regime intensivo em Day Clinic (com alta no mesmo dia ou internação por uma noite). Veja alguns procedimentos simples ou complexos que podem ser realizados pela nossa equipe no Hospital Oswaldo Cruz:

  • Cuidados profiláticos em pessoas com dificuldade motora ou com impossibilidade de realizar sua habitual higienização bucal
  • Profilaxia pré operatória e pós-operatório de cirurgia médica, como por exemplo em pacientes em tratamento radioterápico e/ou quimioterápico
  • Controle da dor, sangramento e infecção bucal
  • Atenção a pacientes com doenças sistêmicas que apresentem alguma complicação bucal (como por exemplo raízes residuais, periodontite)
  • Cirurgias na área de BucoMaxilar
  • Extração de dente, implante dentário e enxerto ósseo
  • Casos que precisam de intervenção integrada médica-odontológica, como por exemplo, cirurgia sob anestesia geral ou com participação de equipe multidisciplinar.
  • Cirurgias faciais, por exemplo, cirurgias ortognáticas, correção de fraturas decorrentes de traumas em face, entre outros.
  • Fobias de dentista em graus muito extremos
  • Enjôos incontroláveis com o trabalho do dentista

Se necessário, a ImplArt planeja o tratamento de casos especiais com suporte hospitalar no Hospital Oswaldo Cruz. Para saber mais detalhes, entre em contato pelo e-mail: contato@implart.com.br ou então agende uma consulta conosco.

ImplArt Odontologia

R. Cincinato Braga, 37 – Conj. 112 – Bela Vista – São Paulo/SP CEP: 01333-011

Hospital Alemão Oswaldo Cruz

R. Treze de Maio, 1815 – Bela Vista – São Paulo/SP CEP: 01327-001

Tratamentos para a perda óssea dentária

O que causa a perda óssea?

A perda óssea é uma consequência comum da perda de dentes e da periodontite crônica. No caso da periodontite, a bactéria devora gradualmente o osso maxilar subjacente e os ligamentos periodontais que conectam o dente ao osso. A causa mais comum de perda óssea é a perda dentária não substituída, principalmente dentes múltiplos.

O maxilar é preservado através da pressão e estímulo da mastigação. Quando isso é removido pela perda dentária, o osso reabsorve no corpo. No primeiro ano após a extração dentária, 25% dos ossos são perdidos e essa perda óssea continua.

Perda óssea

Essa perda óssea ocorre no osso circundante e de sustentação do dente, conhecido como osso alveolar. O osso alveolar forma as cristas nas quais os dentes estão inseridos. Esses sulcos se atrofiam na vertical e na horizontal. Substituir dentes por dentaduras totais ou parciais não resolve o problema, pois as dentaduras exercem uma quantidade muito pequena de pressão de mastigação no osso em comparação com os dentes naturais, tão baixa quanto 10% ou menos. A remoção dos molares na mandíbula superior pode causar reabsorção adicional do osso devido à expansão da cavidade sinusal. Sem dentes no lugar, a pressão do ar na cavidade sinusal pode então causar reabsorção do osso que reveste os seios.

Outras causas de perda óssea

  • A perda óssea também pode ser causada por dentes desalinhados, criando dessa forma uma situação em que a mastigação normal não ocorre, causando a perda do estímulo necessário para o osso.
  • Os ossos podem ser perdidos através de infecções que danificam o osso.
  • Um tumor grande na face pode exigir a remoção do tumor e parte da mandíbula.

Perda óssea e dentaduras

As dentaduras podem acelerar a perda óssea, desgastando as cristas ósseas em que são colocadas. Toda vez que você morde ou cerra os dentes, coloca pressão na crista, resultando em sua reabsorção. Esta é a principal causa de problemas contínuos na adaptação das dentaduras, de pontos doloridos e mastigação difícil ou dolorosa.

Pessoas que usam dentaduras podem sofrer outra conseqüência grave da perda óssea: colapso do terço inferior do rosto. A perda do osso da crista aproxima o queixo do nariz, fazendo com que a mandíbula se sobressaia e o nariz pareça sobressair ainda mais porque o lábio superior se enrugou. Rugas profundas aparecem ao redor da boca e as bochechas desenvolvem “mandíbulas” – pele flácida. Esse colapso facial pode parecer envelhecê-lo por muitos anos!

Prevenção da perda óssea

A perda óssea pode ser evitada dando ao maxilar um dente de substituição com uma raiz que possa exercer a mesma pressão ou similar aos dentes naturais. Isso é feito imediatamente após a extração, substituindo os dentes individuais por implantes dentários ou usando uma ponte ou prótese fixa suportada por implante.

Um implante de dente único ou uma ponte dentária com três a quatro dentes apoiados por dois implantes fornecem um poder de mastigação de 99% da força natural da mordida. Uma prótese protegida com implantes dentários, como o procedimento de dentes no mesmo dia, fornece cerca de 70% a 80% da força de mordida normal e ajuda consideravelmente na prevenção da perda óssea.

E quanto à perda de densidade óssea?

Quando os ossos perdem densidade, ficam mais porosos. A perda de densidade é muito menos comum que a perda de volume ósseo, mas é algo que precisamos observar. Os ossos podem perder densidade devido a uma variedade de fatores, incluindo dieta, desequilíbrio hormonal, doença, estilo de vida e até perda de dentes.

Podemos detectar ossos de baixa densidade antes do tempo usando o nosso scanner de TC de feixe cônico 3D para capturar imagens 3D. Quanto mais branca a cor do osso no raio X, mais densa é. Podemos então evitar essas áreas de baixa densidade ou tomar precauções usando implantes especiais com uma superfície que atraia o osso para ele, o que cria ossos mais densos ao redor do implante.

E quanto à perda de densidade óssea?

Quando os ossos perdem densidade, ficam mais porosos. A perda de densidade é muito menos comum que a perda de volume ósseo, mas é algo que precisamos observar. Os ossos podem perder densidade devido a uma variedade de fatores, incluindo dieta, desequilíbrio hormonal, doença, estilo de vida e até perda de dentes.

Podemos detectar ossos de baixa densidade antes do tempo usando o nosso scanner de TC de feixe cônico 3D para capturar imagens 3D. Quanto mais branca a cor do osso no raio X, mais densa é. Podemos então evitar essas áreas de baixa densidade ou tomar precauções usando implantes especiais com uma superfície que atraia o osso para ele, o que cria ossos mais densos ao redor do implante.

Enxerto ósseo

Nos casos em que o osso já foi perdido, pode ser necessário enxerto ósseo para fornecer osso suficiente para a colocação do implante dentário. Precisamos de altura suficiente da crista para substituir dentes por implantes e, ao substituir os dentes posteriores (molares), também precisamos de largura suficiente. Também usamos enxerto ósseo para reparar ossos danificados e perdidos ao redor de dentes que sofreram de doença gengival grave.

Um enxerto ósseo não apenas substitui o osso perdido, mas também estimula o crescimento da mandíbula e, eventualmente, substitui o enxerto ósseo pelo osso saudável do próprio paciente. Utilizamos uma variedade de tipos diferentes de material para enxerto ósseo, dependendo do paciente, incluindo novos materiais de ponta que requerem menos tempo de cicatrização.

Minimamente invasivo

Explicamos os benefícios dos implantes dentários minimamente invasivos e como eles podem impedir a perda óssea. Geralmente podemos colocar o enxerto ósseo ao mesmo tempo que o implante, a menos que a perda óssea seja severa; nesse caso, pode ser necessário realizar um procedimento separado. Eles usam métodos minimamente invasivos, incluindo um laser suave.

Levantamento de seio maxilar – Sinus Lift

Quando os dentes superiores das costas são removidos, o osso da crista reabsorve e a cavidade sinusal se expande, de modo que, eventualmente, o osso que separa a cavidade sinusal e a cavidade oral é muito fino. Os implantes dentários não podem ser colocados em ossos tão finos e, nesses casos, faremos um levantamento sinusal.

O seio é levantado empurrando suavemente a membrana que reveste o seio da mandíbula e colocando material de enxerto ósseo no espaço onde estava a cavidade do seio. Depois que o material do enxerto ósseo estiver totalmente integrado ao maxilar, podemos colocar seus implantes.

Quando a perda óssea não precisa de enxerto ósseo ou elevação dos seios nasais

Nosso tomógrafo computadorizado de feixe cônico 3D é uma ferramenta vital para avaliação da densidade óssea na mandíbula e nas estruturas ósseas circundantes. A boa notícia é que podemos ajudar muitos pacientes a obter implantes sem nenhum tipo de enxerto ósseo através do uso do nosso scanner de TC de feixe cônico 3D.

Essa tecnologia inovadora nos permite ver os dentes, mandíbula e estruturas relacionadas em uma visão completa de 360º. Podemos medir a largura e a altura exatas de suas cristas e avaliar quanto é realmente necessário o enxerto ósseo, se houver. Em muitos casos, podemos encontrar osso suficiente para usar nos implantes. O scanner 3D também nos permite realizar procedimentos como a substituição de dentes de boca cheia, o que pode ser feito usando apenas quatro implantes por arco, onde podemos tirar proveito do osso disponível.

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Fico sem prótese durante enxerto ósseo dentário?

Antes de responder à esta pergunta, é necessário explicar que existem diferentes técnicas de enxerto dentário ósseo, cada uma com sua complexidade e extensão. Isso influi diretamente nas orientações do período pós operatório e no tempo de recuperação.

O enxerto dentario para permitir a colocação de apenas um implante, em que o paciente possui dentes para serem utilizados como suporte da prótese, não é igual ao enxerto em bloco para colocação de vários implantes em uma arcada completa, que é considerado mais complexo.

Porém, em muitos casos, é possível fixar uma prótese provisória em resina, adequada para ajudar a recuperação e cicatrização do enxerto dentário, e também permitir que o paciente não fique sem dentes durante todo o tratamento.

Após o período de recuperação a prótese provisória é substituída pela prótese definitiva confeccionada com o material escolhido em conjunto pelo paciente e o dentista (resina, metalocerâmica ou em zircônia totalmente estética).

Leia sobre implantes sem enxerto

Tipos de enxerto dentario

Enxerto Particulado

O enxerto particulado é utilizado em pequenas reconstruções, como o preenchimento de um local em que houve perda óssea ou na técnica de levantamento de seio maxilar. Os biomateriais utilizados em enxerto ósseo particulado são implantados para substituir ou reparar tecidos atrofiados. Podem ser de origem natural (pequena quantidade de osso humano triturado, proveniente do próprio paciente ou de banco de tecidos para transplantes, ou ainda osso bovino liofilizado em pó).

O enxerto particulado também pode ser de material sintético produzido em laboratório, totalmente biocompatível com propriedades osteocondutivas (atração de células formadoras de tecido ósseo) ou materiais vítreos sintéticos (hidroxiapatita sintética).

O enxerto dentário particulado é depositado no local e em seguida recoberto por uma membrana de colágeno. Em casos favoráveis, o implante dentário pode ser colocado no mesmo dia que o enxerto, em seguida uma prótese provisória.

Enxerto em Bloco

Técnica indicada para reconstruções mais extensas. O enxerto dentário com formato de bloco pode ser retirado de outra região do corpo do próprio paciente. Quando há necessidade de apenas um bloco, ele pode ser retirado da mandíbula.

Quando necessita de mais blocos, podem ser retirados da bacia ou da calota craniana. Nenhum dos locais doadores sofrem consequências por perda de osso. Os blocos são fixados no maxilar com parafusos de titânio e dessa maneira permitirão a colocação de mais implantes dentários. A possibilidade de utilização de prótese nesse tipo de enxerto é portanto avaliada caso a caso.

A ImplArt Odontologia possui vasta experiência em técnicas de enxerto dentário ósseo. Se você ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco ou então agende sua consulta.

Agende sua consulta

Enxerto ósseo com plasma rico em plaquetas (PRP)

O plasma rico em plaquetas (PRP) é em um composto autógeno presente no sangue humano que possui alta concentração de plaquetas em um volume mínimo de plasma. Na prática, o plasma rico em plaquetas é utilizado em cirurgias odontológicas com a finalidade de acelerar o processo de cicatrização e para regeneração do tecido ósseo nos casos em que é preciso recriar estrutura óssea com enxertos (geralmente necessária para colocação de implantes dentários).

Além disso, o plasma rico em plaquetas auxilia na reconstrução de rebordos alveolares, no levantamento de assoalho do seio maxilar e na reconstrução de outros defeitos ósseos. A obtenção do plasma rico em plaquetas e a sua aplicação são relativamente simples. O primeiro passo é a coleta de uma amostra sanguínea do paciente no dia da cirurgia.

Como é realizada a técnica com plasma rico em plaquetas?

O tubo contendo o sangue é colocado em uma máquina centrífuga que faz a separação mecânica do conteúdo plasmático. Esse conteúdo fica com alta concentração de plaquetas que são ativadas quimicamente pela adição de trombina bovina e logo começam a liberar os chamados fatores de crescimento que servem para acelerar a cicatrização de feridas e reparar tecidos.

O resultado é um biomaterial de aspecto gelatinoso que então pode ser aplicado no local da cirurgia. Por se tratar de um biomaterial autólogo, ou seja, retirado do próprio paciente para ser reaplicado, não existe possibilidade de rejeição imunológica e infecções.

Essa técnica pode ser utilizada individualmente ou em conjunto com o enxerto ósseo autógeno. O enxerto ósseo autógeno é um procedimento cirúrgico que retira osso de outra parte do corpo do paciente para reimplante na boca com a finalidade de recuperar estrutura óssea. É principalmente para colocação de implantes dentários). O PRP pode ser um grande aliado na regeneração óssea nesses casos.

A equipe da ImplArt Odontologia e o seu diretor Dr. Roberto Markarian tem domínio desta técnica e está pronta para atendê-lo. Em caso de dúvidas, entre em contato conosco ou agende uma consulta.

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