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periodo

Fatores de risco para periodontite

A periodontite é a principal causa de perda de dentes em adultos

Você sabe quais são os fatores de risco para periodontite? A periodontite é uma doença crônica de origem bacteriana que manifesta uma série de condições inflamatórias que afetam os tecidos gengival e ósseo que torno dos dentes. É a principal causa de perda dentária, principalmente em adultos.

O que é bolsa periodontal?

As bactérias presentes na placa que se acumula na superfície dentária são responsáveis pela inflamação dos tecidos. Inicialmente causam inflamação das gengivas (gengivite). Em casos moderados surgem bolsas periodontais, que é quando a gengiva perde aderência e adquire o formato de bolsa.

As bolsas periodontais abrem espaço para atividade bacteriana na região abaixo da gengiva causando inflamação assim como deterioração dos tecidos de sustentação dos dentes (cemento, ligamento periodontal e osso).

Essa condição quase sempre leva à mobilidade e perda dos dentes. Existem alguns fatores de risco para o surgimento e agravamentos dessas doenças, por exemplo:

Acúmulo de placa bacteriana, alto risco para periodontite

A placa bacteriana é um filme viscoso e transparente que se forma nos dentes, próximo à linha da gengiva. As toxinas liberadas pelas bactérias inflamam e irritam a gengiva, que pode ficar vermelha e sangrar.

O tártaro é quando essa placa se torna endurecida (cálculo de cor amarelado ou esbranquiçado) e só pode ser removida por profissional. Quando a gengiva fica frouxa, expõe a raiz e poderá haver acúmulo de cálculo nessa região. A atividade bacteriana nessa região leva a deterioração gradual do osso em torno do dente.

avanço da periodontite leva a perda de dentes

Medicamentos que alteram as gengivas

Alguns medicamentos podem interferir na saúde bucal e favorecer o surgimento de doença periodontal ou dificultar a sua cura. As principais classes desses medicamentos são: anticoncepcionais, antidepressivos, anticonvulsivos, anti-hipertensivo.

Alguns medicamentos utilizados para tratamentos de problemas cardiovasculares e medicamentos para evitar rejeição de órgãos em transplantados. É importante que o paciente comunique ao dentista qualquer medicamento que esteja tomando.

Baixa imunidade

O paciente nessa condição, na maioria dos casos em decorrência da AIDS ou da quimioterapia, tem mais dificuldade de responder a processos infecciosos e dessa maneira são mais suscetível ao avanço da doença periodontal.

Diabetes e periodontite

O diabetes pode causar dificuldade de cicatrização, alterações da circulação sanguínea e a queda da imunidade. O paciente diabético tem mais chance de sofrer com periodontite do que o não portador da doença.

Saiba mais sobre substituição de dentes com doença periodontal por implantes

Maus hábitos e condições funcionais

Fumo – o fumo diminui a vascularização e consequentemente a oxigenação das células. Essa condição dificulta a resposta que o organismo deve ter sobre qualquer foco de infecção. Além disso, dificulta processos cicatriciais e reduz a salivação (fundamental para remover e combater bactérias nos dentes). Leia mais sobre os males do cigarro para os dentes e saúde bucal.

Nutrição deficiente – a falta de ingestão de variados nutrientes, como a vitamina C, pode diminuir a resistência imunológica e favorecer infecções orais.

Higienização oral precária – É um relevante risco para periodontite. A correta escovação é a melhor forma de remover resíduos alimentares que eventualmente ficam aderidos aos dentes e gengivas. O acúmulo desses resíduos serve de “alimento” para as bactérias. Alem da correta escovação, é recomendado o uso do fio dental e enxaguantes antissépticos.

Deixar de visitar o consultório odontológico regularmente – as visitas são fundamentais para identificação de problemas em estágio inicial e para realização de limpeza profissional profilática.

Bruxismo – o hábito de ranger e apertar os dentes podem acelerar o processo de destruição das estruturas óssea e gengivais com doença periodontal ativa.

Má oclusão e dentes tortos – condições que podem favorecer o acúmulo de resíduos alimentares nos dentes e dessa forma dificultar a sua remoção.

Causas emocionais

Estresse – O indivíduo estressado pode ter alteração na resposta imunológica diante de quadros infecciosos. A tensão também pode favorecer o bruxismo.

Fatores genéticos par a perda de dentes

Existem pessoas que tem predisposição genética a ter doença periodontal, ainda que mantenha bons hábitos de higiene oral e visitando regularmente o dentista. É possível fazer um teste para encontrar o marcador genético que influencia a periodontite.

Fatores hormonais

Gravidez – Durante a gravidez há alteração hormonal intensa e o organismo da mulher pode demorar a responder diante de quadros infecciosos. Além disso, existem estudos que demonstram que periodontite podem influenciar num parto prematuro.

Puberdade e menopausa – Como ocorre por exemplo na gravidez, a puberdade e a menopausa são fases de intensas mudanças hormonais que podem deixar o organismo mais suscetível a infecções.

Periodontite deve ser tratada e controlada

Então conheça a ImplArt Odontologia com estrutura e equipe especializada. Agende uma consulta, ficaremos felizes em recebê-lo!

Implantes no Hospital Oswaldo Cruz com a ImplArt

Implantes no hospital: é possível realizar a cirurgia de implantes dentários em ambiente hospitalar? Pensando sempre oferecer conforto e comodidade aos nossos pacientes, nós da Clínica Odontológica ImplArt oferecemos a opção de realizar implantes odontológicos no conceituado Hospital Alemão Oswaldo Cruz, localizado em frente a nossa clínica.

A Clínica dentária ImplArt está empenhada sempre em oferecer aos pacientes as mais modernas opções aos pacientes. Nesse sentido, há opção de realizar tratamentos odontológicos em ambiente hospitalar, seja por conforto ou para pacientes que tem restrições de saúde.

Quem deve fazer os implantes no hospital?

Trata-se de uma modalidade de atendimento que facilita a atenção e suporte de alguns casos especiais, como por exemplo, atenção ao paciente que se encontra internado neste hospital e que por esse motivo não consegue comparecer a nossa clínica para iniciar ou continuar seu tratamento com implantes.

A maioria dos implantes é feita diretamente na clínica dentária sob anestesia local, porém em alguns casos é melhor fazer o implantação em ambiente hospitalar. Ou para cuidados de pessoas idosas / portadores de necessidades especiais com dificuldade de locomoção.

Há também pessoas que necessitam realizar seu tratamento completo com suporte clínico-cirúrgico em ambiente hospitalar, de maneira mais rápida, pelo regime intensivo em Day Clinic (com alta no mesmo dia ou internação por uma noite).

Veja alguns procedimentos simples ou complexos que podem ser realizados pela nossa equipe no Hospital Oswaldo Cruz:

  • Cuidados profiláticos em pessoas com dificuldade motora ou com impossibilidade de realizar sua habitual higienização bucal
  • Profilaxia pré operatória e pós-operatório de cirurgia médica, como por exemplo em pacientes em tratamento radioterápico e/ou quimioterápico
  • Controle da dor, sangramento e infecção bucal
  • Atenção a pacientes com doenças sistêmicas que apresentem alguma complicação bucal (como por exemplo raízes residuais, periodontite)
  • Cirurgias na área de BucoMaxilar
  • Extração de dente, implante dentário e enxerto ósseo
  • Casos que precisam de intervenção integrada médica-odontológica, como por exemplo, cirurgia sob anestesia geral ou com participação de equipe multidisciplinar.
  • Cirurgias faciais, por exemplo, cirurgias ortognáticas, correção de fraturas decorrentes de traumas em face, entre outros.
  • Fobias de dentista em graus muito extremos
  • Enjoos incontroláveis com o trabalho do dentista
implantes no hospital - implantes dentários com suporte hospitalar
É possível realizar seus implantes no hospital

Se necessário, a ImplArt planeja o tratamento de casos especiais com suporte hospitalar no Hospital Oswaldo Cruz. Para saber mais detalhes, entre em contato pelo e-mail: contato@implart.com.br ou então agende uma consulta conosco.

Localização privilegiada – Região da Avenida Paulista

Estamos localizados em uma das regiões mais privilegiadas em São Paulo entre os bairros da Bela Vista e Paraíso, próximos à Avenida Paulista. Fácil acesso pelas estações de metrôs Brigadeiro (linha verde) e Vergueiro (linha azul). De carro, o acesso é facilitado pela Avenida Vinte e três de maio (corredor norte-sul) principalmente para quem chega pelos aeroportos de Guarulhos e de Congonhas.

Nossa estrutura tecnológica, localização privilegiada, e equipe altamente qualificada, e a proximidade com o Hospital Owaldo Cruz nos permite receber pacientes provenientes das diversas áreas do Brasil e do mundo e dependendo da necessidade, realizar seus implantes no hospital. Estes pacientes chegam até nós pois buscam realizar modernos tratamento odontológicos e valorizam nosso sólido conhecimento técnico.

ImplArt Odontologia

R. Cincinato Braga, 37 – Conj. 112 – Bela Vista – São Paulo/SP CEP: 01333-011

Hospital Alemão Oswaldo Cruz

R. Treze de Maio, 1815 – Bela Vista – São Paulo/SP CEP: 01327-001

Estudo sugere associação entre periodontite e complicações da COVID‐19

A doença gengival – periodontal pode estar associada a um aumento no risco de complicações em pessoas com COVID‐19 (vírus SARS-CoV-2). É o que revela um estudo recém publicado pela Journal of Clinical Periodontology realizado em Doha, no Qatar. De forma indireta, o confinamento também afetou psicologicamente as pessoas, levando algumas a quadros de depressão, por consequência, falta de cuidados com higiene bucal. Isto levou a aumentos de casos de perdas dentárias com necessidade de implante dentario.

Qual a relação entre doença gengival e Covid?

O estudo avaliou 568 pacientes com diagnostico confirmado para COVID‐19. Ao final, concluiu-se que a periodontite estava associada a complicações da doença, incluindo morte, internações em UTI bem como a necessidade de ventilação assistida.

Da mesma forma, os níveis de alguns marcadores sanguíneos que indicam agravamento do quadro de COVID‐19. Por exemplo leucócitos, Dímero D (marcador para trombose venosa profunda) e PCR (proteína C reativa que indica inflamação ou infecção) foram significativamente mais elevados em pacientes com periodontite e diagnosticados com COVID-19.

Leia mais: É seguro ir ao dentista durante a pandemia de Coronavírus?

Os pacientes de COVID‐19 com periodontite que foram avaliados apresentaram níveis séricos de leucócitos e PCR significativamente mais elevados em contraste com pessoas sem periodontite. Isso poderia indicar uma possível ligação desta associação por meio de inflamação sistêmica.

Pacientes com quadro grave de COVID‐19 geralmente apresentam uma resposta imune exacerbada. Ela é caracterizada por níveis excessivos de citocinas pró-inflamatórias (tempestade de citocinas) e dano generalizado aos tecidos.

Dentes com doença periodontal podem precisar de remoção e substituição por implantes dentários

Em outros estudos, a mortalidade por COVID‐19 já foi associada a níveis elevados de interleucina‐6, PCR, Dímero D e Ferritina. Isso sugere uma ligação clara entre a gravidade da doença e uma hiper inflamação.

Ao mesmo tempo, a gravidade da infecção por COVID‐19 também está associada a comorbidades. Por exemplo, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, idade avançada e obesidade, algumas delas que já foram relacionadas com a periodontite.

Leia mais: Como o uso da Odontologia Digital auxilia na prevenção do COVID‐19

Como a periodontite interfere na saúde sistêmica?

A periodontite é uma das doenças inflamatórias crônicas não transmissíveis mais prevalentes na população. É caracterizada pela destruição de tecidos de suporte dos dentes causada por ação de bactérias presentes no biofilme bucal.

A periodontite, se não tratada, leva à perda de dentes, à inflamação crônica – que frequentemente leva à inflamação sistêmica de baixo grau. Também ao aumento dos níveis de citocinas, impactando a saúde sistêmica. Aumentaria, portanto, o risco para doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, doença renal crônica, pneumonia e câncer.

Durante a epidemia de COVID você pode realizar uma pré consulta conosco por videoconferência

A doença também está associada com outros fatores de risco, como o tabagismo, estresse, dieta não saudável, controle glicêmico ou determinantes genéticos e socioeconômicos.

Existem vários estudos relatando a associação da periodontite com aumento do risco de mortalidade, especificamente relacionadas com doenças cardiovasculares, câncer, doença coronariana e doenças cerebrovasculares.

Importância do controle e tratamento da periodontite

Há evidências de que o tratamento periodontal leva à melhora do controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2 e síndrome metabólica, bem como melhora da função renal associada ao diabetes. Também há melhora do equilíbrio do metabolismo de lipídeos e glicose e biomarcadores associados à aterosclerose.

O tratamento bem-sucedido da periodontite também já demonstrou melhorar os marcadores séricos de inflamação sistêmica (PCR, IL-6), bem como o controle metabólico sistêmico.

Portanto o controle e tratamento da periodontite é extremamente benéfico para a saúde em geral, permitindo que o organismo esteja saudável e pronto para combater qualquer tipo de infecção, inclusive por COVID-19.

Outras hipóteses sobre a relação entre periodontite e agravamento dos casos de COVID‐19 :

  • A aspiração de bactérias periodontopáticas pode agravar COVID‐19 induzindo a expressão da enzima conversora de angiotensina 2, um receptor para SARS‐CoV‐2 e citocinas inflamatórias no trato respiratório inferior.
  • Bactérias periodontopáticas podem aumentar a virulência do SARS-CoV-2 clivando suas glicoproteínas S e que a cavidade oral, especialmente as bolsas periodontais, poderiam atuar como reservatórios virais.
  • A produção de armadilha extracelular de neutrófilos está envolvida na patogênese de ambas as doenças, e que a forte resposta de células Th17 na periodontite grave pode exacerbar a tempestade de citocinas em COVID-19.

Artigo publicado em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jcpe.13435

Mantenha sua saúde bucal em dia. O diagnóstico e o tratamento da doença periodontal é importantíssimo para evitar problemas mais sérios, perda dos dentes, com necessidade de implantes dentais e problemas para a saúde em geral. Agende sua consulta em nossa clínica odontológica e conheça a nossa equipe.

Odontologia Digital previne a transmissão da Covid-19 em tratamentos

O implantodontista coordenador da Clínica Odontolológica ImplArt Dr Roberto Markarian, em conjunto com outros autores, publicaram o artigo científico destacando a Relevância clínica de Odontologia Digital durante surto de COVID-19.

Titulo Original: Clinical relevance of Digital Dentistry during COVID-19 outbreak: a scoped review. Brazilian Journal of Oral Sciences, 2020.

O artigo envolveu os esforços de prestigiosos cirurgiões-dentistas do Brasil e do exterior, destacando uma parceria entre Universidade de Malta, USP (São Paulo), Faculdade SL Mandic (Campinas) e GoBeyond (Curitiba).

Como as técnicas de odontologia digital podem evitar a disseminação de Covid-19?

O artigo realizou uma revisão da literatura sobre as vantagens dos fluxos de trabalho digitais em odontologia em relação aos métodos convencionais e as questões de segurança durante a pandemia do coronavírus (COVID-19).

Demonstrou-se dessa maneira, como a odontologia digital poderia ajudar a atender às novas demandas de segurança em tratamentos odontológicos durante a pandemia de Covid-19.

Entre as vantagens mais importantes que a odontologia digital contribui para a segurança durante a pandemia de Covid-19 estão:

  • Redução no número de consultas clínicas presenciais
  • Menor tempo na cadeira do dentista
  • Cirurgias menos invasivas
  • procedimentos mais seguros.

Foi observado que o uso de fluxos de trabalho digitais na odontologia pode levar ao aumento da segurança e redução da transmissão de COVID-19 durante a atual pandemia.

Os principais recursos digitais demonstrados neste estudo estão presentes nas práticas da ImplArt Odontologia, uma clínica pioneira em fluxos de trabalhos digitais em odontologia rápida.

tomografia planejamento de implantes dentarios

Na Clínica Odontológica ImplArt utilizamos a Odontologia Digital na maioria dos tratamentos dentários realizados.

Radiologia Oral e Maxilofacial

Oposta aos métodos convencionais, a radiologia digital permite que as varreduras sejam mais rápidas e seguras. Além disso, o armazenamento de dados 3D digital diminui o número de consultas.

Semelhantemente, os scanners intraorais digitais de odontologia digital permitem moldagens mais rápidas e previnem a manipulação de moldeiras com saliva, também reduzindo a quantidade de consultas presenciais.

Odontologia Estética Digital

enceramento digital (técnica para visualização dos resultados de um caso protético antes de sua execução) diminui o número de consultas clínicas. Ferramentas de orientação facial, como por exemplo o Digital Smile Design, aumentam a previsibilidade dos tratamentos, favorecendo na obtenção de maiores taxas de sucesso.

A imagem digital permite ao paciente compreender e visualizar o resultado esperado do seu tratamento antes mesmo de inicia-lo. Dessa maneira, o plano de tratamento e os detalhes podem ser discutidos sem a necessidade de consulta presencial. Saiba mais sobre Tele Odontologia (Consulta Online Dentista).

Simulação digital do tratamento ortodôntico com alinhadores

Ortodontia com planejamento computadorizado

Uma das medidas mais importantes para prevenir e controlar a propagação do COVID-19 é a realização de uma triagem adequada dos pacientes que não deveriam comparecer à clínica odontológica.

Nesse contexto, o fluxo de trabalho digital para alinhadores ortodônticos exige menos consultas clínicas presenciais, se comparado com outras terapias ortodônticas. Leia mais sobre Ortodontia Digital na ImplArt.

planejamento digital de prótese dentária total

Prótese Dentária digital

Com os procedimentos CAD-CAM, o paciente fica menos tempo na cadeira e a necessita de um número reduzido de consultas para realizar o tratamento.

Na odontologia protética convencional, uma série de etapas clínicas são necessárias para a experimentação e ajustes da prótese, enquanto que com o fluxo de trabalho digital (odontologia digital), o planejamento e a fabricação de próteses são otimizados, beneficiando pacientes e profissionais durante a pandemia de Covid-19.

Os procedimentos CAD-CAM têm potencial para produzir próteses confiáveis, como por exemplo a prótese de zircônia, além de oferecer maior precisão quando comparados aos métodos convencionais. A novidade é que a Clinica Implart adquiriu mais uma fresadora 3D para seu laboratório digital a Cerec Primemill, que permite realizar tratamentos ainda mais precisos, com ainda mais detalhes.

Saiba mais sobre próteses CAD-CAM.

guia cirurgica para colocar um implante dentario

Implantodontia Digital

cirurgia guiada de implantes é uma técnica de odontologia digital computadorizada que diminui a duração do procedimento cirúrgico de implantes (menos tempo na cadeira) e o número de consultas. Essa agilidade é favorecida pela precisão cirúrgica e por procedimentos menos invasivos.

A guia cirúrgica para implante é fabricada após a realização de exames de imagem e com planejamento virtual dos implantes. Com base no projeto digital, é feita a impressão 3D do guia cirúrgico.

O fluxo de trabalho digital também pode ser usado em casos de implantes imediatos (carga imediata), com redução do tempo de tratamento e da quantidade de consultas presenciais para finaliza-lo.

Conheça mais sobre cirurgia guiada de implantes dentários.

Cirurgia Oral e Maxilofacial

As guias cirúrgicas CAD-CAM permitem procedimentos mais rápidos e menos invasivos. Durante a pandemia de Covid-19, os procedimentos devem ser preferencialmente mais rápidos com redução de aerossol produzido no ambiente.

A simulação digital de cirurgias de extração de terceiros molares (dentes do siso) com imagens de tomografia computadorizada tem se mostrado valiosa para orientação cirúrgica.

Entre as vantagens da cirurgia guiada por imagem estão a rapidez nos procedimentos assim como o menor tempo na cadeira.

Endodontia guiada

O planejamento digital do tratamento e o uso de guias endodônticos simplificaram o tratamento do canal, ao mesmo tempo que diminuíram o risco de iatrogenia.

O tempo de tratamento de canal é mais rápido e o fluxo de trabalho de odontologia digital oferece maior previsibilidade bem como maiores taxas de sucesso.

Periodontia e cirurgias periodontais

Os guias cirúrgicos para a cirurgia de aumento de coroa clínica diminuem o tempo na cadeira e o número de consultas. No procedimento de alongamento de coroa, o planejamento virtual permite a criação de guias cirúrgicos CAD-CAM para dessa maneira orientar procedimentos de gengivectomia e osteoplastia na região estética.

Os resultados cirúrgicos em odontologia digital para Periodontia podem ser previstos e diminuem o número de consultas clínicas necessárias, quando comparados com a metodologia convencional.

Atualmente a realidade é avaliar os impactos psicológicos da pandemia nos pacientes. A falta das consultas periódicas ao dentista, neste período de pandemia, certamente agravou a saúde bucal de muitos pacientes. Aumentaram os casos de comprometimento bucal, com cáries, necessidade de tratamentos endodônticosextrações e implante dentario.

Se você ficou com alguma dúvida sobre o melhor da odontologia digital entre em contato com a nossa equipe ou então agende uma consulta (também na opção consulta online).

Enxertos periodontais: quando eles podem ser indicados?

Quando os enxertos periodontais podem ser indicados e quais a as chances de efetividade desses procedimentos para tratamento de periodontite? Saiba mais a seguir.

A doença periodontal, causada por infecção bacteriana, é caracterizada pela destruição gradual dos tecidos periodontais, que são formados por osso alveolar, gengiva, ligamento periodontal e cemento. Estes tecidos são responsáveis por suportar os dentes e, portanto, a deterioração destes leva à mobilidade dentária ou até mesmo a perda de dentes e necessidade de implante dentario.

Enxertos periodontais

Por consequência do avanço da doença periodontal e a destruição destes tecidos, há um recuo vertical de osso e gengiva, de tal forma que estes perdem suas formas originais. Os dentes adquirem uma aparência mais alongada e isso deve ao fato de que, com o recuo dos tecidos, as raízes dentárias, que antes eram recobertas, passam a ficar expostas.

periodontite
A linha indica onde normalmente é o nível ósseo e gengival de uma dentição saudável. Observe que o avanço da doença periodontal houve perda óssea e remodelação da gengiva, fazendo com que os dentes pareçam mais longos.
Na verdade, o que ocorre é a exposição das raízes que antes estavam protegidas. Frequentemente há um acumulo de placa sobre a superfície da raiz, por isso faz parte da terapia a raspagem periodontal para eliminação dos focos infecciosos.

A destruição de parte dos tecidos periodontais vai fazer com os dentes percam suporte e fiquem com mobilidade ou até mesmo caiam.

Empenho com a higiene bucal e remover a placa bacteriana são a chave para impedir o avanço da doença

Certamente, o principal foco do portador da doença periodontal é controlar atividade bacteriana com intuito de evitar ou retardar o avanço da destruição dos tecidos. O tratamento da doença periodontal é complexo e exige uma rotina saudável do portador.

Os cuidados com a saúde e com a higiene oral, e a frequência das consultas com o cirurgião dentista devem ser redobrados. Certamente o uso de fio dental, e escova interdental ajuda neste higienização profunda. Mas importante ter em mente que nada substitui a limpeza profissional em consultório, a profilaxia a cada 6 meses.

No consultório, o cirurgião dentista consegue remover placa bacteriana, tártaro e cálculos aderidos na superfície das raízes dentárias. Esse procedimento, que pode ser chamado de alisamento radicular ou raspagem periodontal, é fundamental para diminuir atividade bacteriana, a inflamação das gengivas e a progressão da destruição dos tecidos.

Entretanto, um questionamento frequente entre os portadores de periodontite avançada é se haveria possibilidade de reconstruir cirurgicamente o formato ósseo e gengival por meio de enxertos periodontais. Cada caso precisa ser avaliado individualmente.

Tratamento de doença periodontal com ou sem enxertos periodontais

Fase 1 (não cirúrgica)

Fase concentrada no controle da placa por meio das orientações sobre a rotina diária de higiene bucal e consultas regulares ao dentista para avaliação clínica e raspagem periodontal da placa/tártaro para eliminar focos bacterianos. Devemos ressaltar que, o hábito de fumar, não contribui para a saúde bucal, e mesmo os cigarros eletrônicos trazem inúmeros malefícios.

Ainda nesta fase, o cirurgião dentista pode lançar mão do uso de biomateriais para recomposição de tecidos periodontais sem a necessidade de cirurgias.

Um exemplo de biomaterial é o Straumann Emdogain, uma composição de proteína que induz a regeneração dos tecidos periodontais (osso alveolar, cemento, ligamento periodontal e gengiva) e traz resultados promissores.

Ela é indicada para aplicação sobre as raízes limpas (após a raspagem periodontal), e na fase inicial da terapia periodontal, ajuda a evitar cirurgias, reduzir as bolsas de forma não cirúrgica bem como reduzir a profundidade da bolsa à sondagem.

Fase 2 (monitoramento p/ posterior decisão de tratamento)

Avaliação de parâmetros clínicos (sangramento à sondagem, nível de inserção clínica, profundidade da bolsa e mobilidade dentária). Os parâmetros vão guiar a tomada de decisão sobre a necessidade de tratamento adicional posteriormente.

Fase 3 (escolha do tratamento)

Com base nos parâmetros clínicos, o cirurgião dentista pode considerar por:

A – Preservar o dente. Nesta etapa, a região precisa ser descontaminada, portanto, pode ser necessário realizar limpezas profundas, por meio de raspagens por baixo da gengiva, ou mesmo raspagens cirúrgicas. Dessa forma, a região precisará um tempo para se estabilizar e se recuperar, para posterior avaliação de intervenção cirúrgica.
Caso haja necessidade de cirurgia, podem ser realizados enxertos periodontais de biomateriais de regeneração tecidual guiada. Consiste no preenchimento do defeito com enxerto ósseo natural e posteriormente, cobri-lo com a membrana de colágeno e regenerador de tecido mole (enxerto gengival).

Intervenção cirúrgica

O enxerto ósseo serve para preencher o defeito ósseo e reduzir a profundidade alveolar, gerando níveis maiores de inserção clínica. Ele também deve estimular a regeneração e preservação de osso e ligamento periodontal do paciente.

Entretanto, em regiões onde o dente é preservado (dentes contaminados por doença periodontal), a chance de sucesso do enxerto diminui.

A membrana de barreira de colágeno ajuda a estabilizar o enxerto ósseo, previne crescimento epitelial e permite vascularização e recolonização de células ósseas no defeito.

Materiais para enxertos periodontais

O regenerador de tecido mole (enxerto sintético de gengiva) é a membrana Mucorderm Straumann, uma matriz de colágeno para ser integrada ao tecido conjuntivo do próprio paciente e repor o tecido mole (gengiva). A matriz contribui para revascularização e integração dos tecidos, considerando cor e textura gengival.

Favorece a adesão e proliferação de fibroblastos e células endoteliais para crescimento de vasos sanguíneos e células. Certamente vale destacar que, o enxerto de gengiva não é um tratamento universal que pode ser utilizado em todos os casos, então sua aplicabilidade depende de avaliação clínica.

Pode-se também optar por enxerto de gengiva proveniente do próprio paciente, retirando-se uma pequena parte da mucosa do palato e logo em seguida transplantando na região periodontal.

Ou

B – Extrair o dente, especialmente quando apresenta severa mobilidade por destruição avançada dos tecidos periodontais (que não podem mais ser regenerados). Na maioria dos casos, o dente extraído pode ser substituído por implante dentário e coroa protética. Normalmente é realizado implante dentário logo após a extração.

Fase 4 (terapia de manutenção)

Controle da placa, com ou sem antibioticoterapia.

Controle periódico de parâmetros clínicos: sangramento à sondagem, nível de inserção clínica, profundidade da bolsa e monitoramento de perda óssea (nos casos de preservação do dente), ou perda óssea e sinais de periimplante (nos casos em que o dente foi extraído e substituído por implante dentário).

Quais são as perspectivas de sucesso dos enxertos periodontais?

Antes de indicar procedimentos de enxertos periodontais, o cirurgião dentista avalia criteriosamente cada caso, incluindo saúde em geral e os hábitos de higiene bucal bem como a adesão do paciente a necessidade de comparecer as consultas odontológicas com a frequência recomendada. As consultas para o portador são mais frequentes do que para aquelas não portadoras. Não adianta passar por um tratamento de enxerto se houver uma tendência a criar focos de infecção por práticas de higiene bucal insuficientes.

Como citado anteriormente, o tratamento da periodontite é desafiador e não há como garantir que os efeitos do enxerto ósseo serão permanentes. Em geral, é recomendado que o paciente seja avaliado em consulta para dessa maneira monitorar os tecidos. Além disso, vale citar que os enxertos visam melhorar uma condição de perda óssea, mas não tem função nem capacidade de recobrar o contorno gengival natural.

Eles são ferramentas para amenizar a perda óssea e permitir a inserção de implantes dentários em zonas de perda de dentes. Mas, não tem capacidade de reestabelecer completamente a massa óssea perdida. Por isso, ao perder um dente, ideal é repô-lo com implante dentario o mais breve possível, de modo a evitar a perda óssea, e seu avanço.

Quem fez implante dentário precisa fazer limpeza?

Vale destacar que, mesmo quem tem implante dentario, ou prótese protocolo, não pode descuidar a higiene bucal, fazendo periodocamente sua limpeza no dentista de modo a evitar a periimplantite.

Se você ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco ou então agende uma consulta com a nossa equipe especializada. Nós, da Clínica Odontológica ImplArt, temos uma equipe altamente especializada, liderada por nosso diretor clínico, implantodontista Dr. Roberto Markarian, para realizar seu tratamento odontológico.

Doença periodontal, um mal que pode ser evitado

A doença periodontal ou periodontite é uma doença inflamatória de origem bacteriana que afeta a gengiva e estruturas de suporte dos dentes, como o osso, cemento e ligamento.

A doença periodontal é a principal causa de perda dentária em adultos

Essa condição se inicia pelo acúmulo de placa e biofilme na superfície dentária, principalmente na proximidade da gengiva. A ação bacteriana libera toxinas que irritam causam inflamação da gengiva (gengivite). Relatos científicos recentes, porém carentes de comprovação de longo prazo, sugerem uma relação entre a piora da doença periodontal e a infecção viral por COVID-19.

O surgimento e o avanço da doença periodontal se dão com mais frequência em pessoas diabéticas, fumantes, com algum tipo de deficiência imunológica ou com predisposição genética. A bolsa periodontal é quando a gengiva fica muito inflamada e se torna frouxa, ou seja, ela perde a aderência a superfície dentária.

Nessas condições abre um espaço para acúmulo de tártaro na superfície da raiz, levando a atividade bacteriana também para as estruturas de suporte dos dentes. A inflamação crônica causada pelas bactérias destrói lentamente as estruturas de suporte dos dentes, que podem ficar moles, podem se entortar ou até cair.

periodontite

Tratamento de doença periodontal

O diagnóstico da doença periodontal é feito através de um exame clínico da gengiva e tecidos adjacentes. O dentista introduz cuidadosamente uma sonda para verificar a profundidade da bolsa periodontal. Quanto maior a profundidade, maior a perda óssea. O tratamento para doença periodontal depende do grau de comprometimento.

A primeira conduta é paralisar a ação bacteriana sobre a gengiva através da remoção de toda placa e tártaro aderido na superfície dentária e na raiz. Este procedimento é capaz de reduzir a inflamação da gengiva, que normalmente retorna a posição adequada. Já em casos avançados, pode ser necessária a realização de uma cirurgia para remover focos infecciosos no osso e cirurgia de correção da gengiva.

Caso em que a doença periodontal foi responsável pela perda óssea, retração das gengivas, exposição das raízes e mobilidade dos dentes.

A cura da doença gengival avançada existe?

A doença periodontal não tem cura, mas é controlável. Por motivo a pessoa que passou pelo tratamento da periodontite deve retornar ao dentista com frequência (a ser determinada pelo profissional) a fim de controlar e evitar a atividade da doença.

Na ImplArt Odontologia temos especialistas em Periodontia e Implantes para realizar um tratamento com o propósito de manter os dentes, o controle da periodontite e a reabilitação oral completa. Agende uma consulta através de um dos canais de atendimento abaixo. Ficaremos felizes em atendê-lo!

Peri-implantite: a temida infecção no implante dentário

Certamente a reabilitação com implantes dentários é a melhor forma de repor dentes perdidos. Entretanto, a terceira dentição, assim como a dentição natural, está sujeita a ter problemas, como por exemplo a infecção no implante dentário, caso não haja cuidados diários de higiene e hábitos saudáveis, assim como falta de manutenção profissional periódica.

A infecção peri-implantar, ou simplesmente peri-implantite, são manifestações patológicas dos tecidos em torno do implante dentario causada por microrganismos. Inicialmente, a peri-implantite se manifesta por um processo inflamatório destrutivo que afeta tecido mole (gengiva) e osso ao redor do implante. Com a destruição gradual dos tecidos, ocorre perda óssea e de suporte do implante, que pode ficar com mobilidade e até cair.

Os primeiros sinais clínicos de que pode indicar que pode estar acontecendo uma peri-implantite são: mucosite (inflamação e ulceração gengival localizada em torno do implante). Visualmente, a gengiva se mostra vermelha e inchada. Sangramento a sondagem (procedimento em que o cirurgião dentista, implantodontista, insere a ponta de uma sonda no espaço ente gengiva e implante) também é um sinal.

Em uma condição mais avançada, a peri-implantite apresenta outros sinais mais preocupantes: defeito ósseo em forma de cratera, como também sangramento e/ou supuração (saída de pus) e profundidade superior a 4mm durante o exame de sondagem.

periodontite
Mucosite: Sondagem de implante com sinais sugestivos de peri-implantite: sangramento, gengiva inchada, avermelhada e retraída.
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Radiografia de implantes evidencia um defeito ósseo em forma de cratera e torno de um implante. Junto com outros sinais clínicos, pode sugerir quadro de peri-implantite. A perda óssea ocorreu em metade da área de rosca de um dos implantes e se avançar, certamente colocará a estabilidade do implante em risco.

Condutas em caso de peri-implantite: é possível realizar enxerto para repor osso e gengiva?

Primeiramente quando a pessoa recebe a notícia de que seu implante está com peri-implantite, é comum que haja muita preocupação e surjam questionamentos, como por exemplo, se haveria um tratamento para recomposição do volume ósseo perdido ou se a perda óssea e gengival poderia ser regenerada por enxertos ósseos.

O plano de tratamento da peri-implantite é condicionado conforme o estado da perda óssea. Em geral, o tratamento consiste em retirar toda placa e tártaro da superfície do implante, fazer uma limpeza de modo que a superfície fique totalmente desinfectada.

Esse procedimento é essencial não apenas para prevenir a progressão do problema, como também para preparar a região do defeito para os procedimentos regenerativos, quando há indicação.

O procedimento para tentativa de regeneração da região peri-implante consiste na descontaminação da superfície do implante dentário, e medicações anti-inflamatórias e antibiótica quando necessários. Após este preparo, o enxerto ósseo pode ser realizado. Entretanto, pelo fato do histórico infeccioso, a pessoa com enxerto precisará de avaliação sistemática.

O preenchedor mais indicado para esses casos é o enxerto ósseo liofilizado em pó combinado com uma membrana de matriz de colágeno suíno que ajuda na regeneração de tecidos moles.

Fique tranquilo: os materiais para enxerto osseo, citados acimas são seguros para uso no organismo humano, pois são preparados por alta tecnologia, e esterilizados por raios gama, resultando em biomateriais livres de qualquer agente contaminante.

Quais são as perspectivas de sucesso do enxerto para tratamento da peri-implantite?

O paciente que é acometido por peri-implantite precisa de tratamento rápido e acompanhamento profissional por meio de consultas frequentes ao dentista. Nesse sentido, deve seguir as orientações do cirurgião dentista, e principalmente, se empenhar na rotina diária de higiene oral, e abandonar hábitos nocivos a saúde bucal, como por exemplo o tabagismo, o procedimento de enxerto para peri-implantite tem grandes chances de serem mantidos. Observe abaixo um caso em que foram utilizados biomateriais Geistlich (ósseo e membrana de colágeno).

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Defeito ósseo gengival, procedimento de enxerto e volume ósseo estável após 6 anos. Imagens radiográficas mostram a regeneração óssea (Prof. Giovanni Salvi – Berna, Suíça)

Quais são as causas e como evitar a peri-implantite?

O risco de desenvolver peri-implantite é maior em:

As melhores formas de evitar a peri-implantite são:

  • Adotar práticas de boa higienização, inclusive para quem usa prótese protocolo com limpeza profissional com a remoção da prótese fixa sobre implantes. E inclusive o uso de escova interdental.
  • Comparecer as consultas periódicas
  • Ter atenção máxima aos possíveis sinais de problemas, como gengiva inchada, sangrando com facilidade, mau cheiro, supuração (saída de pus), etc.
  • Abandonar hábitos nocivos à saúde bucal, como por exemplo o fumo. As substancias do cigarro e outros fumos prejudicam a circulação e a resposta imunológica em quadros de infecção.

Entre em contato com a Clinica Odontologica ImplArt e faça o agendamento de sua consulta para acompanhamento de seus implantes. Somos uma Clínica dentária especializada em implantes, que utiliza muito conhecimento e as mais modernas técnicas para realizar seu tratamento com muita dedicação e responsabilidade.

Doença periodontal – causas

A doença periodontal é um conjunto de manifestações inflamatórias causadas por bactérias que acometem os tecidos de suporte dos dentes, e que em casos avançados leva à perda dos dentes. A doença periodontal é a principal causa de perda dentária em adultos. A ação bacteriana, nessas estruturas, se inicia pelo acúmulo de placa na superfície dentária.

Porque ocorre a doença gengival

O acúmulo de placa bacteriana ocorre principalmente por higienização oral precária, mal executada ou dificultada pelo formato dos dentes (dentes tortos ou muito juntos) e grandes períodos sem visitas ao consultório odontológico a com a finalidade de realizar tratamentos preventivos.

Em casos iniciais, as toxinas liberadas pelas bactérias inflamam as gengivas, que dessa maneira ficam vermelhas, inchadas e sangram com facilidade. Em casos moderados, a gengiva perde inserção e adquire formato de bolsas, chamadas bolsas periodontais.

Essa condição é muito preocupante, porque quando a gengiva perde aderência ela abre uma porta para atividade bacteriana abaixo da linha gengival, ou seja, poderá haver acumulo de tártaro na superfície da raiz dentária e inflamação do tecido ósseo e todas as estruturas de suporte dos dentes.

Sem o devido controle, a inflamação leva a perda óssea gradativa e os dentes ficam moles, caem ou então precisam ser extraídos. Observe seus dentes e gengivas: algumas condições podem ser sinais de doença periodontal:

  • Placa bacteriana e tártaro aderidos aos dentes, principalmente na linha entre gengiva e dentes. A placa bacteriana é incolor e viscosa. O tártaro é quando a placa acumulada se calcifica e é de cor amarelada ou esbranquiçada;
  • Gengiva inchada, avermelhada ou então que sangra com facilidade na escovação, com o uso do fio dental ou involuntariamente.;
  • Gengiva retraída, flácida ou separada do dente;
  • Sensibilidade dentária;
  • Parte da raiz dentária exposta;
  • Alterações na posição ou mobilidade dos dentes;
  • Queda do dente;

Doença periodontal: causas

Acúmulo de placa bacteriana e tártaro

A placa bacteriana é um filme viscoso e transparente que se forma nos dentes, próximo à linha da gengiva. As toxinas liberadas pelas bactérias inflamam e irritam a gengiva, que pode ficar vermelha e sangrar. O tártaro é quando essa placa se torna endurecida (cálculo de cor amarelado ou esbranquiçado) e só pode ser removida por profissional. Quando a gengiva fica frouxa, expõe a raiz e e dessa maneira poderá haver acúmulo de cálculo nessa região. A atividade bacteriana nessa região leva a deterioração gradual do osso em torno do dente.

Medicamentos

Alguns medicamentos podem interferir na saúde bucal e favorecer o surgimento de doença periodontal ou dificultar a sua cura. As principais classes desses medicamentos são: anticoncepcionais, antidepressivos, anticonvulsivos, anti-hipertensivo, alguns utilizados para tratamentos de problemas cardiovasculares e medicamentos para evitar rejeição de órgãos em transplantados. É importante que o paciente comunique ao dentista qualquer medicamento que esteja tomando.

Baixa imunidade

O paciente nessa condição, na maioria dos casos em decorrência da AIDS ou da quimioterapia, tem mais dificuldade de responder a processos infecciosos e é mais suscetível ao avanço da doença periodontal.

Diabetes

O diabetes pode causar dificuldade de cicatrização, alterações da circulação sanguínea e a queda da imunidade. O paciente diabético tem mais chance de sofrer com alguma doença periodontal do que o não portador da doença.

Maus hábitos e condições funcionais

  • Fumo – o fumo diminui a vascularização e consequentemente a oxigenação das células. Essa condição dificulta a resposta que o organismo deve ter sobre qualquer foco de infecção. Além disso, dificulta processos cicatriciais e reduz a salivação (fundamental para remover e combater bactérias nos dentes). Leia mais sobre os males do cigarro para a saúde bucal.
  • Nutrição deficiente – a falta de ingestão de variados nutrientes, como a vitamina C, pode diminuir a resistência imunológica e favorecer infecções orais.
  • Higienização oral precária – a correta escovação é a melhor forma de remover resíduos alimentares que eventualmente ficam aderidos aos dentes e gengivas. O acúmulo desses resíduos serve de “alimento” para as bactérias. Além da correta escovação, é recomendado o uso do fio dental e enxaguantes antissépticos.
  • Deixar de visitar o consultório odontológico regularmente – as visitas são fundamentais para identificação de problemas em estágio inicial e para realização de limpeza profissional profilática.
  • Bruxismo – o hábito de ranger e apertar os dentes podem acelerar o processo de destruição das estruturas óssea e gengivais com doença periodontal ativa. Leia mais sobre tratamento e controle do bruxismo.
  • Má oclusão e dentes tortos – condições que podem favorecer o acúmulo de resíduos alimentares nos dentes e dificultar a sua remoção.

Causas emocionais

  • Estresse – O indivíduo estressado pode ter alteração na resposta imunológica diante de quadros infecciosos. A tensão também pode favorecer o bruxismo.

Fatores genéticos

Existem pessoas que tem predisposição genética a ter doença periodontal, mesmo mantendo bons hábitos de higiene oral e visitando regularmente o dentista. É possível fazer um teste para encontrar o marcador genético que influencia a doença periodontal.

Fatores hormonais

  • Gravidez – Durante a gravidez há alteração hormonal intensa e o organismo da mulher pode demorar a responder diante de quadros infecciosos. Além disso, existem estudos que demonstram que doença periodontal podem influenciar num parto prematuro.
  • Puberdade e menopausa – Como na gravidez, a puberdade e a menopausa são fases de intensas mudanças hormonais que certamente podem deixar o organismo mais suscetível a infecções.
fases da doença periodontal

Como evitar a doença periodontal?

  • Mantenha higiene oral adequada e regular. Dedique mais tempo na escovação. Não esqueça da parte interna. Aas pessoas tendem a não escovar direito as áreas menos visíveis dos dentes e é justamente nessas áreas que a placa bacteriana e o tártaro podem acumular;
  • Visite o dentista regularmente para limpeza profissional profilática (raspagem da placa bacteriana e alisamento da superfície dentaria);
  • Evite o consumo excessivo de açúcar assim como refinados (as bactérias presentes na placa bacteriana se alimentam desses açucares).

Mesmo se você não observar estes sinais, a visita regular ao dentista não deve ser abandonada. O olhar profissional pode identificar problemas a tempo de tratá-los. Cuidados preventivos são certamente muito importantes. Eles evitam problemas no futuro e podem representar economia de tempo e dinheiro para você.

Limpeza nos dentes dói?

A limpeza nos dentes é um procedimento indicado para manter a saúde dos dentes e gengiva ao longo da vida. Além disso, tem papel fundamental no acompanhamento e monitoramento de pacientes que tem implante dentario. Quando realizado periodicamente, conseguimos evitar o acumulo de placa bacteriana e tártaro, dessa maneira, os dentes ficam sem manchas e portanto com melhor estética também.

Importante mencionar que, ainda que um paciente tenha se submetido a tratamento com implante total e prótese de arcada completa, a chamada protese protocolo, a limpeza deve ser realizada. Portanto, o cuidado com a limpeza, vale para todos os pacientes, e e quem realizou implantes não pode descuidar sua saúde bucal. Isso visa preservar a saúde bucal e evitar a periimplantite.

Como é a limpeza nos dentes?

Em geral a limpeza não causa dor, podendo apenas ser levemente incomodo para pessoas com problemas gengivais ou sensibilidade dentária. Mas a nossa equipe está preparada para realizar o procedimento minimizando qualquer desconforto com a utilização de anestesia tópica.

Caso precise de anestesia para realizar a sua limpeza dentária avise-nos e podemos analisar a viabilidade em seu caso.

Por mais que tenhamos cuidados e atenção com a escovação diária dos dentes, é possível que este não seja o único procedimento suficiente para manter os dentes completamente livres de placa bacteriana e tártaro.

E isso é considerado normal, porque temos a tendencia de nos empenhar com a limpeza das áreas mais visíveis da boca, e esquecer aquelas mais escondidas e difíceis de alcançar.

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Há ainda outras condições que favorecem o acumulo de placa e tártaro. Por exemplo, o caso de pessoas com problemas ortodônticos ou de má oclusão, que dificultam o alcance da escova e do fio dental em determinadas áreas.

Para manter a saúde dos tecidos bucais, os dentistas costumam indicar a realização de uma limpeza no consultório a cada 6 meses.

Por que é importante realizar limpeza nos dentes no consultório?

O olhar profissional é capaz de enxergar os primeiros focos de acumulo de biofilme, placa bacteriana e até mesmo o mais prejudicial, que é a formação de tártaro. O acúmulo da placa bacteriana é a principal causa de doenças bucais, como a gengivite, cárie e periodontite.

O tártaro é uma massa esbranquiçada, amarelada ou levemente esverdeada que dificilmente pode removida com a higienização habitual em casa. Por isso precisa ser retirada em uma limpeza profissional.

Quando a pessoa recebe a indicação de uma limpeza profissional, surgem dúvidas do tipo: limpeza nos dentes dói? Limpeza dental clareia os dentes? Limpeza dental de quanto em quanto tempo é preciso fazer?

A boa noticia é que na maioria das vezes, a limpeza dos dentes profissional é simples e indolor.

Como é feita a limpeza dos dentes profissionalmente no consultório?

A limpeza dos dentes, também chamada de profilaxia, pode ser realizada pelo cirurgião dentista, ou pelo Técnico em Saúde Bucal, TSB, profissional habilitado pelo CRO ( Conselho Regional de Odontologia ) para a realização deste procedimento.

Etapas de tratamento

O primeiro passo é a realização de um exame físico de toda a boca com a ajuda de um espelho bucal, avaliando principalmente os dentes e à procura de placa bacteriana, tártaro, gengivite (gengiva inchada ou sangrando), entre outros.

limpeza nos dentes
Raspagem do tártaro

Em seguida é feita a remoção de placa bacteriana e tártaro que possam estar aderidos nos dentes na linha próxima a gengiva ou entre os dentes. Esse procedimento é realizado com a ponta de ultrassom vibratória e também uma sonda. Durante este procedimento você vai sentir a raspagem, mas fique tranquilo que isso não causa dor, nem mesmo qualquer dano ao esmalte dentário.

Após a raspagem da placa e tártaro, o cirurgião dentista ou profissional Técnico em Saúde Bucal, aplicam um jato de bicarbonato nos dentes para remover a placa e o tártaro restante. O profissional pode aplicar uma camada protetora hidratante nos lábios, antes de iniciar o procedimento, de modo a protegê-los.

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Jato de bicarbonato

A limpeza dos dentes no consultório também é uma ótima oportunidade para você aprender mais sobre a maneira correta de escovar os dentes. Além de receber orientações para o uso do fio dental, e outras dicas sobre higiene bucal, como o uso da escova interdental. O Técnica em Saúde Bucal é o profissional que vai lhe ajudar a manter a saúde bucal.

Para finalizar, o profissional passa uma pequena escova rotativa com pasta profilática para polir os dentes e retirar qualquer aspereza. Esse procedimento não causa dor, nem incomodo e os seus dentes ficam lisinhos.

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Polimento dos dentes

Por esse motivo muitas pessoas perguntam se a limpeza dental clareia os dentes. De certo modo sim, pois o jato de bicarbonato e o polimento retira manchas superficiais. Mas para retirar manchas mais profundas, são indicados procedimentos de clareamento dental a laser ou caseiro.

Limpeza dos dentes antes de procedimentos cirúrgicos

A profilaxia dentária, termo que define a limpeza profissional dos dentes é indicada antes de realizar um procedimento cirúrgico a fim de minimizar o risco de infecções e atrapalhar a cicatrização dos tecidos. A placa e o tártaro são habitados por bactérias, e, portanto, é fundamental remove-los antes alguns dias antes de realizar qualquer cirurgia e tratamentos endodônticos.

Limpeza para quem tem implante dentario

Para quem tem implante dentario, a principal preocupação e evitar a periimplantite, que é a infecção e por consequência a perda óssea na região dos implantes. Certamente a perda óssea acentuada irá comprometer a fixação e sustentação do implante.

Infecções bucais, quase sempre são causadas por ação de bactérias que habitam a placa bacteriana e o tártaro aderidos em coroas e próteses fixas. Dessa forma, as próteses sofrem impactos, assim como ocorre nos dentes naturais, quando não são bem higienizados.

Portanto, a limpeza profissional no consultório a cada 6 meses é recomendada para evitar o acumulo de placa e tártaro na prótese, nos componentes e implantes. Além disso, no caso de próteses sobre implantes, eventualmente pode ser necessária a troca de algum parafuso de fixação ou eventual ajuste na prótese. Nesse sentido, a limpeza periódica ajuda a manter as características da instalação da prótese e dos implantes.

Como agendar uma limpeza profissional?

Se ficou com alguma dúvida ou gostaria de agendar uma limpeza nos dentes profissional, entre em contato conosco, temos um canal via whatApp pronto para atender você (11) 99598-1866. Nós, da clínica odontológica ImplArt, ficaremos felizes em recebê-lo!

Escova interdental para manutenção de implantes dentarios

A reabilitação oral com implantes dentários e prótese fixa promovem muitos benefícios para quem perdeu um ou mais dentes naturais, devolvendo a autoestima e a segurança para sorrir em mastigar com uma dentição completa. Entretanto, para manter estes efeitos é de extrema importância que haja cuidados diários com a higiene bucal. Dessa maneira, vamos mostrar para você como a escova interdental é um grande aliado para quem usa implante.

Quem possui implantes dentarios e protese fixa deve ter atenção com sua higienização bucal quase da mesma maneira que as pessoas têm com dentes naturais, para evitar a periimplantite. Isto vale para todos os tipos de implantes dentarios, tanto os implantes nacionais, quanto os implantes Straumann, suíços.

Higiene do implante e da prótese sobre implantes

A forma com que a higiene oral deve ser feita pode se diferenciar de acordo com o modelo de cada prótese. Dessa forma, a limpeza da diária da prótese protocolo deve ser realizada conforme as orientações do implantodontista.
Mas, a boa notícia é que hoje dispomos de uma grande variedade de artigos que auxiliam nas mais diversas necessidades.

Embora a higienização bucal em casa seja complementar à limpeza profissional, feita na clinica dentaria para acompanhamento e monitoramento da saúde bucal, vale lembrar que ela é imprescindível. Por isso, vamos mostrar para você como você deve cuidar de seus implantes dentarios de forma simples.

Por que os cuidados com a higiene bucal são tão importantes para quem possui implantes dentários?

Assim como ocorre com dentes naturais, a falta de perícia com a higiene bucal em usuários de implantes e prótese faz com que haja acúmulo de partículas alimentares nos locais mais difíceis de escovar, como por exemplo a região interdental ou a área entre prótese e mucosa (nos casos de ponte ou de prótese protocolo). Por isso, tenha você realizado cirurgia de implante total, e tenha uma protese protocolo, ou tenha implante dentario parcial, os cuidados com os implantes não podem ser negligenciados.

A aderência gradual destas partículas forma a placa bacteriana, e com o tempo se torna tártaro (mais endurecido). As bactérias presentes nessa massa são responsáveis por causar infecções que levam desde a inflamação gengival (gengivite) até deterioração óssea devido à migração de bactérias para a região peri implante. Portanto, é fácil imaginarmos que inflamações e infecções interferem em implantes dentários da mesma forma que para dentes naturais. Tanto dentes, como implantes dependem primordialmente de volume e saúde óssea para se manterem firmes. Por consequência, a presença das bactérias é responsável por ocasionar perda óssea tanto dos dentes naturais, quanto dos implantes.

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Radiografia mostra implante em processo de periimplantite, deterioração óssea. O avanço da doença faz com que o implante perca suporte ósseo e se torne móvel ou solte

Além de inflamação gengival e deterioração óssea, o acúmulo de placa bacteriana está associado ao mau hálito.

Se houver avanço da deterioração óssea por infecção (periimplantite), a pessoa pode simplesmente perde seus implantes por falta de suporte e isso não é uma experiência agradável nem para o paciente, nem para o cirurgião dentista.

As melhores formas evita-la são: em primeiro, manter uma higiene bucal diária adequada que impeça o acúmulo de placa, e em segundo retornar ao consultório odontológico em todas as consultas programadas pelo Cirurgião Dentista. Estas consultas são fundamentais para realização limpezas profissionais que consistem na retirada da prótese para fazer uma higienização mais completa e profunda).

A escova interdental como aliada da saúde bucal e da manutenção de implantes e próteses

Dentes naturais e implantes dentarios individuais precisam de cuidados de higiene na região interdental. Em geral, o fio dental é o artigo mais utilizado para remoção de restos alimentares nesta região. Entretanto, existem artigos científicos que já demonstram que a escova interdental seria o recurso mais eficiente para limpeza desta região, controlando e diminuindo a placa bacteriana. Observe abaixo a simulação de como cada dispositivo atua na área interdental:

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As escovas interdentais são altamente eficazes na remoção da placa dentária entre os dentes pelo fato de ter um maior alcance em todas as áreas, preenchendo todo o espaço interdental com o mínimo de movimento. Por esse motivo mais fáceis de usar em comparação ao fio dental. São, portanto, mais eficientes para prevenir a inflamação da gengiva, cáries, periodontite e periimplantite. Em contrapartida, o fio dental nos dentes posteriores, não consegue atingir todas as faces do dentes. Portanto, em dentes posteriores a higienização com fio dental, ainda que necessária, não é suficiente para a completa limpeza, e a escova interdental é necessária para completar o processo.

Além da região entre os dentes, as escovas interdentais são úteis para limpeza e remoção de partículas alimentares na região entre a prótese total modelo protocolo sobre implantes e a mucosa.

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As escovas interdentais são apresentadas em diferentes diâmetros para facilitar a higienização em diversos casos, sejam para pequenos ou maiores espaços.

Escova interdental Vídeo: https://www.tepeusa.com/

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Se você ficou com alguma dúvida, entre em contato com a nossa equipe ou agende uma consulta. Aqui, na clinica dentaria ImplArt, estamos aptos para atender voce de forma moderna e agil. Atendemos de forma presencial ou online por teleodontologia. Ficaremos felizes em atende-lo!