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Técnica de Summers e Implante dentário e enxerto ósseo na mesma cirurgia

A ideia de realizar enxerto ósseo pode causar apreensão em alguns pacientes, mas atualmente há técnicas muito modernas e seguras, que tornam o processo simples e permitem reduzir o tempo de tratamento. A técnica de Summers de enxerto ósseo permite a inserção do implante dentario simultâneo, o que reduz o numero de cirurgias aos quais o paciente com perda óssea precisa se submeter.

Mas não se preocupe, o processo de enxerto ósseo e implante simultâneo é simples! Preparamos algumas informações que ajudarão a desmistificar o tema. Esta técnica pode ser combinada com diversos tipos de implantes dentarios.

O que é a técnica de Summers de levantamento enxerto e implante simultâneo?

Vamos explicar como funciona a técnica de Summers, realizada na Clinica Dentaria ImplArt, que permite implante dentário e enxerto ósseo na mesma cirurgia. Primeiramente, é importante saber que em algumas situações é possível fazer um implante dentário com o enxerto ósseo ao mesmo tempo com a técnica de Summers. Este tipo de técnica permite reduzir o número de cirurgias as quais o paciente é submetido, realizando o enxerto ao mesmo tempo que o implante.

Essa técnica moderna permite reduzir o tempo de espera para a cicatrização tanto do implante dental quanto do enxerto ósseo dentário, uma vez que une em uma mesma cirurgia ambos procedimentos. Você conhece está técnica?

Nos acompanhe para conhecer um pouco mais sobre este moderno procedimento. Uma dúvida muito frequente é se é possível colocar implante dentário e enxerto ósseo na mesma cirurgia. Vamos então entender como funcionam as principais técnicas de enxerto ósseo com colocação de implante simultaneamente.

Implante dental e enxerto juntos para a arcada superior Enxerto Summers e Enxerto Sinus lift.

A perda de dentes da região maxilar superior posterior leva a perda óssea e um fenômeno chamado pneumatização do seio maxilar (o seio maxilar aumenta de tamanho). O seio maxilar ou sinos é uma cavidade no osso maxilar superior que funciona em conjunto com o nariz para a respiração.

Se houver a redução do volume ósseo vertical na região, muitas vezes a colocação de implantes dentários osseointegrados é dificultada. Nesse caso, pode ser indicada a técnica de elevação do seio maxilar (Sinus Lift) com enxerto ósseo para ganhar volume ósseo.

E dessa maneira, viabilizar a colocação dos implantes em pessoas com perda óssea. Caso seja utilizada esta técnica, há a necessidade de aguardar por volta de 6 meses após o enxerto ósseo para que possa ser realizada a cirurgia de implante dentário.

Como é realizada a técnica de levantamento de seio maxilar, Sinus Lift?

O levantamento do assoalho do seio maxilar tradicional é feito através de uma “janela” aberta no osso maxilar. Com um instrumento cirúrgico específico, a delicada membrana do seio maxilar é deslocada e levantada.

O espaço que surge é então preenchido com material de enxerto ósseo em pó. O local é fechado e fica alguns meses aguardando uma regeneração óssea. Após o período de formação óssea, uma segunda cirurgia é marcada para colocação dos implantes.

Nesta técnica não é possível realizar o implante dentário e enxerto ósseo na mesma cirurgia. É portanto necessário aguardar período estimado de 6 meses após a realização de enxerto ósseo para sua cicatrização, e assim receber novo evento cirúrgico para os implantes dentários.

técnica de summers
Enxerto do osso maxilar pela técnica de janela. Esse tipo de enxerto do sinos requer um tempo de cicatrização de 6 meses, enquanto que a técnica de Summers permite inserção do implante e enxerto ósseo na mesma cirurgia.

Enxerto ósseo com a técnica de Summers

O diferencial da técnica de Summers para o Sinus Lift, é que ao invés de abrir uma janela na maxila para permitir o acesso do instrumento para realizar a elevação da membrana do seio maxilar e a colocação de pó de enxerto ósseo.

As vias de acesso para realizar esses mesmos procedimentos são os orifícios obtidos pelas incisões em que serão colocados os implantes.

Ou seja, são realizadas as aberturas progressivas e localizadas no osso com osteótomos para colocação dos implantes, e através desses orifícios é que são feitos o levantamento da membrada e a injeção do material de enxerto ósseo particulado.

Isto torna o procedimento de implantes mais simples, rápido e menos invasivo.

Técnica de Summers
Enxerto ósseo colocado pelo mesmo orifício do furinho dos implantes. A técnica de Summers permite a colocação de implante e enxerto ao mesmo tempo.

Após a acomodação do material de enxerto, os implantes então são colocados e cicatrizam ao mesmo tempo em que ocorre a regeneração óssea. Por esse motivo essa técnica também é reconhecida como elevação atraumática (menos invasiva), pois permite a colocação de implante dentário e enxerto ósseo em uma única cirurgia.

Consequentemente, permite a redução do tempo de tratamento, além de diminuir os eventos cirúrgicos aos quais o paciente é submetido.

Quem pode se beneficiar com a técnica de enxerto ósseo com implante rápido?

É indicada para pessoas que tiveram perda dentária no maxilar e que ao longo do tempo tiveram perda óssea e o rebaixamento do seio maxilar. No entanto, cada caso é estudado com critério para avaliar qual técnica seria a mais indicada e a que tem uma perspectiva de melhores resultados.

Esta técnica sofisticada permite, portando, diminuir prazos de tratamento e reduzir o número de cirurgias aos quais o paciente é submetido, ao permitir o enxerto ósseo e implante dentário na mesma cirurgia.

técnica de summers
Tratamento de enxerto ósseo com a técnica de Summers realizado na ImplArt Odontologia.
técnica de summers
Observe o ganho ósseo em altura que possibilitou a colocação de 4 implantes dentários.

Leia mais: implantes sem enxerto

Diferença entre enxerto estrutural x enxerto estético (preenchimento)

Para recomposição óssea, as técnicas de enxertos podem ser do tipo estrutural e não estrutural (enxerto de preenchimento estético não estrutural).

Os enxertos estruturais são utilizados para correção óssea após grandes perdas, sendo dessa forma a técnica de enxerto com capacidade de reconstrução estrutural para corrigir maiores defeitos ósseos. Dessa forma, podemos citar técnica de Summers ou Sinus.

Os enxertos não estruturais são geralmente utilizados para preenchimento cavitário, podem ser chamados de enxerto estético. Em suma, servem como auxílio para preencher cavidades que surgem com a perda óssea e permitir portanto, melhor acabamento entre dente e gengiva.

Especialidade na técnica de Summers

O Dr Roberto Markarian, diretor clínico da Clínica Odontológica ImplArt, é experiente nas mais variadas técnicas de enxerto ósseo para implantes, utiliza amplamente a técnica Summers, Sinus Lift, e demais tipos de enxertos ósseos, conforme a necessidade clínica.

Agende sua consulta na Clinica Dentaria ImplArt e obtenha um plano de tratamento adequado as suas necessidades.

Implante dentario cerâmico

Implante dentário cerâmico: pode ser usado para implante total?

Implante dentário cerâmico é fabricado em zircônia e possui tonalidade clara, mais parecida com raízes dentárias. Muitas pessoas perguntam se é possível optar por uma reabilitação total de arcada utilizando apenas implantes cerâmicos. A resposta é: depende. Em princípio, para pensar nessa possibilidade, é necessário que o paciente tenha um bom volume ósseo e isso deve ao fato de que a linha de implantes cerâmicos é relativamente menor do que a linha de implantes dentarios de titânio. Mas não se preocupe, em sua consulta inicial, Dr. Roberto Markarian, implantodontista, PHD, diretor clínico da Clínica Odontológica ImplArt, conseguirá mostrar a você todas as melhores opções para seu tratamento com implante total e prótese protocolo.

A escolha dos implantes está condicionada a disponibilidade óssea

A linha de implante dentario de titânio ainda é a mais completa, considerando a grande variedade de comprimentos e diâmetros, incluindo implantes mais finos e implantes mais curtos, que permitem atender diversos casos de distintas conformações ósseas (pouco volume/altura óssea). E até mesmo aqueles que precisam de enxerto ósseo em decorrência de perda óssea na região a receber implante.

Importante destacar que o implante cerâmico é compatível com todos os tipos de coroas dentárias, ou prótese dentaria.

Compare logo a seguir as diferenças entre as medidas disponíveis nas linhas de implantes de titânio e dos implantes cerâmicos.

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Implante dentário cerâmico: pode ser usado para implante total?
Implante de titânioImplante dentário cerâmico
Diâmetro (mm)Comprimento (mm)Diâmetro (mm)Comprimento (mm)
2.9 a 6.5mm6 a 14mm3.3 e 4.1mm8 a 12mm

Pessoas com perda óssea avançada ou defeito ósseo possuem limitações anatômicas para implantação dos pinos. Por esse motivo, a indústria desenvolveu opções de tamanhos que atendem a esses limites, garantindo, sobretudo, a confiabilidade. São os exemplos dos implantes curtos (para reabilitação em pessoas com perda óssea vertical na região posterior da arcada) e implantes mais estreitos (para pessoas com perda óssea horizontal, ou seja, pouco volume ósseo). Desenvolvidos sobretudo pela renomada empresa suíça Straumann, estes implantes oferecem flexibilidade ao tratamento com implantes dentarios. Certamente aumentam a gama de opções para o implantodontista resolver casos complexos, permitindo que um maior número de pacientes sejam beneficiados pelos implantes dentários.

técnica de summers
Os menores implantes disponíveis no mercado, por enquanto, ainda são implantes de titânio.
técnica de summers
Simulação de como ocorre a reabsorção óssea após a perda dos dentes. A implantação em pessoas com limitação óssea pode ser solucionada com técnicas de enxerto ósseo para reconstrução do volume, ou com o uso de implantes adequados ao volume. Ou ambos.

Em suma, para avaliar a possibilidade de realizar implante total utilizando apenas implantes de zircônia, é necessário que o paciente realize uma tomografia computadorizada para medir a altura e a largura óssea. E realize sua consulta com nosso reconhecido e experiente diretor clínico, Dr. Roberto Markarian para a avaliação minuciosa do caso. Podemos realizar consulta online, para aqueles pacientes que estão fora do Brasil ou em outros estados, e planejar seu implante dentario à distância.

Vale destacar que tanto a radiografia panorâmica, quanto a tomografia computadorizada, pode ser realizada no Centro de radiologia da própria Clinica Dentaria ImplArt. Dessa forma, o paciente consegue realizar tudo que precisar para seu tratamento dentro das dependências da clínica odontológica.
Há também de se avaliar a necessidade de procedimento de enxerto ósseo para aumentar o volume ou altura do osso.

O que é implante dentário cerâmico?

O implante dentário cerâmico é fabricado em zircônia de alto desempenho e possuem tecnologia de superfície que favorece a capacidade de osseointegração (integração dos implantes com o osso).

Implantes de zircônia são brancos e não contém metais. Portanto, geram resultados mais naturais – especialmente em casos de falha gengival ou gengiva fina na região frontal da arcada. Implantes dentários de zircônia também são uma opção para reabilitação oral em pessoas alérgica a metais.

implante dentário cerâmico

Como é a reabilitação total com implante dentário cerâmico e coroas livres de metais

Certificando-se que há volume e qualidade óssea suficiente, e que pela avaliação clínica o caso do paciente é considerado favorável para reabilitação com implantes cerâmicos, como seria o tratamento livre de metais?

Em geral, podemos resumi-lo em uso de implantes cerâmicos + coroas de zircônia 3D livre de metais. Essa é a combinação completa para tratamento oral metal-free, e é especialmente indicada para alcançar a excelência estética em reabilitações orais.

Os implantes de titânio são seguros e não causam danos a saúde. No entanto, é crescente o interesse de pessoas que querem evitar o uso de metais em seus tratamentos odontológicos. Seja por preferência, ou por restrição médica. Certamente há novos materiais que não causam alergias por não terem metal.

Para uma reabilitação livre de metais, podemos lançar mão de implantes e componentes cerâmicos para cumprir a mesma função das raízes dos dentes perdidos.

técnica de summers
Implante e componentes protéticos cerâmicos livres de metais

Enquanto que as coroas, que cumprem a função dos dentes, podem ser fabricadas em zircônia e cerâmica ou em zircônia pura. Ambas as técnicas são isentas de metais.

A fabricação de coroas metal free é feita por sistemas digitais

A metodologia moderna, que envolve planejamento digital, sem dúvida veio para revolucionar a forma com a qual se desenvolve um tratamento odontológico. Deixou para trás antigas metodologias artesanais, que eram mais lentas e com mais chances de ocorrência de imprecisões.

Até pouco tempo, para criar coroas resistentes, tínhamos a opção de utilizar metal para construir a estrutura interna, e posteriormente revesti-la com cerâmica para dar a caracterização estética à peça (coroa metalocerâmica).

Mas hoje, com o avanço da tecnologia dos materiais e dos equipamentos de produção, é possível criar peças muito resistentes sem uso de metais. As coroas livres de metais podem ser com estrutura de zircônia branca revestida de cerâmica estética, ou então em zircônia pura, que não precisa de revestimento cerâmico.

Se você ficou com alguma dúvida sobre implante dentário cerâmico, ou sobre tratamento sem metais, entre em contato com a equipe da Clínica Odontológica ImplArt ou agende uma consulta com o Dr. Roberto Markarian, implantodontista, especialista em reabilitação oral com implantes dentários e prótese.

Existe o uso de células-tronco em Odontologia?

Nos últimos tivemos um grande avanço da tecnologia em terapias avançadas, em especial o uso de células-tronco com resultados promissores

A Clinica dentaria ImplArt está sempre atualizada nas técnicas modernas e acompanhando os avanços na área da Odontologia. O Conselho Federal de Odontologia, que é a entidade que regula a atividade Odontológica está acompanhando esses avanços das pesquisas de células-tronco. Entretanto, ainda estamos em fase de pesquisas.

De acordo com o artigo 8º da Resolução CFO-157 do Conselho Federal de Odontologia, a utilização de células humanas, incluindo células-tronco e seus derivados, em procedimentos clínicos em desacordo com a legislação, bem como o oferecimento de procedimento odontológico sem o devido reconhecimento científico e terapêutico pelos órgãos competentes, configura infração ética.

Entretanto, a resolução CFO-158, da mesma entidade, regulamenta o uso de agregados plaquetários autólogos (plasma rico em plaquetas e fibrina rica em plaquetas). Apesar de não fazer parte do mesmo conceito de terapias com uso de células-tronco, traz grandes benefícios em procedimentos odontológicos, principalmente os cirúrgicos. Vamos entender melhor a seguir.

O que são agregados plaquetários autólogos e quais os benefícios para a Odontologia?

Os agregados plaquetários podem ser definidos como o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) e a Fibrina Rica em Plaquetas (PRF). São frações do sangue que contém componentes plaquetários. A regulamentação do CFO permite a manipulação de agregados plaquetários apenas para uso autólogo, ou seja, quando se utiliza os componentes do sangue do próprio paciente no qual foi feita a coleta. Portanto, sem fins transfusionais.

O dentista realiza a punção venosa, que é a retirada de sangue do paciente e coloca em uma centrífuga para separação mecânica de agregados plaquetários autólogos. A parte plaquetária fica com uma consistência gelatinosa para ser aplicado no local cirúrgico. Tanto o plasma rico em plaquetas (PRP), quanto o plasma rico em fibrinas (PRF) são úteis em procedimentos cirúrgicos, especialmente em cirurgias de enxerto ósseo.

O PRP é, por exemplo, utilizado para acelerar o processo cicatricial de cirurgias. Ele possui componentes chamados fatores de crescimento, que naturalmente fazem parte do processo de cicatrização de feridas e regeneração de tecidos no corpo humano. A diferença, é que no PRP a concentração de plaquetas é muito mais alta e dessa maneira pode ser aplicada diretamente no local da cirurgia para acelerar a cicatrização.

O PRF também é obtido via centrifugação do sangue, porém este concentra leucócitos e plaquetas, fibrina e células-tronco. Esse concentrado é moldado no local cirúrgico, especialmente em enxertos ósseos, liberando fatores de crescimento para acelerar a cicatrização e estimular a regeneração tecidual, principalmente na regeneração óssea em enxertos.

Com relação a substituição de um dente perdido, enquanto as pesquisas com células tronco continuam a avançar, a melhor alternativa continua sendo o implante dentario. Os implantes dentarios são alternativas excelentes e seguras para ocupar o lugar da perda dentaria.

Se você ficou com alguma dúvida sobre cirurgias odontológicas de enxerto ósseo e implantes dentarios, células-tronco em Odontologia, entre em contato com a nossa equipe o agende uma consulta pelo whatsapp da Clínica Odontológica ImplArt.

Enxertos periodontais: quando eles podem ser indicados?

Quando os enxertos periodontais podem ser indicados e quais a as chances de efetividade desses procedimentos para tratamento de periodontite? Saiba mais a seguir.

A doença periodontal, causada por infecção bacteriana, é caracterizada pela destruição gradual dos tecidos periodontais, que são formados por osso alveolar, gengiva, ligamento periodontal e cemento. Estes tecidos são responsáveis por suportar os dentes e, portanto, a deterioração destes leva à mobilidade dentária ou até mesmo a perda de dentes e necessidade de implante dentario.

Enxertos periodontais

Por consequência do avanço da doença periodontal e a destruição destes tecidos, há um recuo vertical de osso e gengiva, de tal forma que estes perdem suas formas originais. Os dentes adquirem uma aparência mais alongada e isso deve ao fato de que, com o recuo dos tecidos, as raízes dentárias, que antes eram recobertas, passam a ficar expostas.

técnica de summers
A linha indica onde normalmente é o nível ósseo e gengival de uma dentição saudável. Observe que o avanço da doença periodontal houve perda óssea e remodelação da gengiva, fazendo com que os dentes pareçam mais longos.
Na verdade, o que ocorre é a exposição das raízes que antes estavam protegidas. Frequentemente há um acumulo de placa sobre a superfície da raiz, por isso faz parte da terapia a raspagem periodontal para eliminação dos focos infecciosos.

A destruição de parte dos tecidos periodontais vai fazer com os dentes percam suporte e fiquem com mobilidade ou até mesmo caiam.

Empenho com a higiene bucal e remover a placa bacteriana são a chave para impedir o avanço da doença

Certamente, o principal foco do portador da doença periodontal é controlar atividade bacteriana com intuito de evitar ou retardar o avanço da destruição dos tecidos. O tratamento da doença periodontal é complexo e exige uma rotina saudável do portador.

Os cuidados com a saúde e com a higiene oral, e a frequência das consultas com o cirurgião dentista devem ser redobrados. Certamente o uso de fio dental, e escova interdental ajuda neste higienização profunda. Mas importante ter em mente que nada substitui a limpeza profissional em consultório, a profilaxia a cada 6 meses.

No consultório, o cirurgião dentista consegue remover placa bacteriana, tártaro e cálculos aderidos na superfície das raízes dentárias. Esse procedimento, que pode ser chamado de alisamento radicular ou raspagem periodontal, é fundamental para diminuir atividade bacteriana, a inflamação das gengivas e a progressão da destruição dos tecidos.

Entretanto, um questionamento frequente entre os portadores de periodontite avançada é se haveria possibilidade de reconstruir cirurgicamente o formato ósseo e gengival por meio de enxertos periodontais. Cada caso precisa ser avaliado individualmente.

Tratamento de doença periodontal com ou sem enxertos periodontais

Fase 1 (não cirúrgica)

Fase concentrada no controle da placa por meio das orientações sobre a rotina diária de higiene bucal e consultas regulares ao dentista para avaliação clínica e raspagem periodontal da placa/tártaro para eliminar focos bacterianos. Devemos ressaltar que, o hábito de fumar, não contribui para a saúde bucal, e mesmo os cigarros eletrônicos trazem inúmeros malefícios.

Ainda nesta fase, o cirurgião dentista pode lançar mão do uso de biomateriais para recomposição de tecidos periodontais sem a necessidade de cirurgias.

Um exemplo de biomaterial é o Straumann Emdogain, uma composição de proteína que induz a regeneração dos tecidos periodontais (osso alveolar, cemento, ligamento periodontal e gengiva) e traz resultados promissores.

Ela é indicada para aplicação sobre as raízes limpas (após a raspagem periodontal), e na fase inicial da terapia periodontal, ajuda a evitar cirurgias, reduzir as bolsas de forma não cirúrgica bem como reduzir a profundidade da bolsa à sondagem.

Fase 2 (monitoramento p/ posterior decisão de tratamento)

Avaliação de parâmetros clínicos (sangramento à sondagem, nível de inserção clínica, profundidade da bolsa e mobilidade dentária). Os parâmetros vão guiar a tomada de decisão sobre a necessidade de tratamento adicional posteriormente.

Fase 3 (escolha do tratamento)

Com base nos parâmetros clínicos, o cirurgião dentista pode considerar por:

A – Preservar o dente. Nesta etapa, a região precisa ser descontaminada, portanto, pode ser necessário realizar limpezas profundas, por meio de raspagens por baixo da gengiva, ou mesmo raspagens cirúrgicas. Dessa forma, a região precisará um tempo para se estabilizar e se recuperar, para posterior avaliação de intervenção cirúrgica.
Caso haja necessidade de cirurgia, podem ser realizados enxertos periodontais de biomateriais de regeneração tecidual guiada. Consiste no preenchimento do defeito com enxerto ósseo natural e posteriormente, cobri-lo com a membrana de colágeno e regenerador de tecido mole (enxerto gengival).

Intervenção cirúrgica

O enxerto ósseo serve para preencher o defeito ósseo e reduzir a profundidade alveolar, gerando níveis maiores de inserção clínica. Ele também deve estimular a regeneração e preservação de osso e ligamento periodontal do paciente.

Entretanto, em regiões onde o dente é preservado (dentes contaminados por doença periodontal), a chance de sucesso do enxerto diminui.

A membrana de barreira de colágeno ajuda a estabilizar o enxerto ósseo, previne crescimento epitelial e permite vascularização e recolonização de células ósseas no defeito.

Materiais para enxertos periodontais

O regenerador de tecido mole (enxerto sintético de gengiva) é a membrana Mucorderm Straumann, uma matriz de colágeno para ser integrada ao tecido conjuntivo do próprio paciente e repor o tecido mole (gengiva). A matriz contribui para revascularização e integração dos tecidos, considerando cor e textura gengival.

Favorece a adesão e proliferação de fibroblastos e células endoteliais para crescimento de vasos sanguíneos e células. Certamente vale destacar que, o enxerto de gengiva não é um tratamento universal que pode ser utilizado em todos os casos, então sua aplicabilidade depende de avaliação clínica.

Pode-se também optar por enxerto de gengiva proveniente do próprio paciente, retirando-se uma pequena parte da mucosa do palato e logo em seguida transplantando na região periodontal.

Ou

B – Extrair o dente, especialmente quando apresenta severa mobilidade por destruição avançada dos tecidos periodontais (que não podem mais ser regenerados). Na maioria dos casos, o dente extraído pode ser substituído por implante dentário e coroa protética. Normalmente é realizado implante dentário logo após a extração.

Fase 4 (terapia de manutenção)

Controle da placa, com ou sem antibioticoterapia.

Controle periódico de parâmetros clínicos: sangramento à sondagem, nível de inserção clínica, profundidade da bolsa e monitoramento de perda óssea (nos casos de preservação do dente), ou perda óssea e sinais de periimplante (nos casos em que o dente foi extraído e substituído por implante dentário).

Quais são as perspectivas de sucesso dos enxertos periodontais?

Antes de indicar procedimentos de enxertos periodontais, o cirurgião dentista avalia criteriosamente cada caso, incluindo saúde em geral e os hábitos de higiene bucal bem como a adesão do paciente a necessidade de comparecer as consultas odontológicas com a frequência recomendada. As consultas para o portador são mais frequentes do que para aquelas não portadoras. Não adianta passar por um tratamento de enxerto se houver uma tendência a criar focos de infecção por práticas de higiene bucal insuficientes.

Como citado anteriormente, o tratamento da periodontite é desafiador e não há como garantir que os efeitos do enxerto ósseo serão permanentes. Em geral, é recomendado que o paciente seja avaliado em consulta para dessa maneira monitorar os tecidos. Além disso, vale citar que os enxertos visam melhorar uma condição de perda óssea, mas não tem função nem capacidade de recobrar o contorno gengival natural.

Eles são ferramentas para amenizar a perda óssea e permitir a inserção de implantes dentários em zonas de perda de dentes. Mas, não tem capacidade de reestabelecer completamente a massa óssea perdida. Por isso, ao perder um dente, ideal é repô-lo com implante dentario o mais breve possível, de modo a evitar a perda óssea, e seu avanço.

Quem fez implante dentário precisa fazer limpeza?

Vale destacar que, mesmo quem tem implante dentario, ou prótese protocolo, não pode descuidar a higiene bucal, fazendo periodocamente sua limpeza no dentista de modo a evitar a periimplantite.

Se você ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco ou então agende uma consulta com a nossa equipe especializada. Nós, da Clínica Odontológica ImplArt, temos uma equipe altamente especializada, liderada por nosso diretor clínico, implantodontista Dr. Roberto Markarian, para realizar seu tratamento odontológico.

Peri-implantite: a temida infecção no implante dentário

Certamente a reabilitação com implantes dentários é a melhor forma de repor dentes perdidos. Entretanto, a terceira dentição, assim como a dentição natural, está sujeita a ter problemas, como por exemplo a infecção no implante dentário, caso não haja cuidados diários de higiene e hábitos saudáveis, assim como falta de manutenção profissional periódica.

A infecção peri-implantar, ou simplesmente peri-implantite, são manifestações patológicas dos tecidos em torno do implante dentario causada por microrganismos. Inicialmente, a peri-implantite se manifesta por um processo inflamatório destrutivo que afeta tecido mole (gengiva) e osso ao redor do implante. Com a destruição gradual dos tecidos, ocorre perda óssea e de suporte do implante, que pode ficar com mobilidade e até cair.

Os primeiros sinais clínicos de que pode indicar que pode estar acontecendo uma peri-implantite são: mucosite (inflamação e ulceração gengival localizada em torno do implante). Visualmente, a gengiva se mostra vermelha e inchada. Sangramento a sondagem (procedimento em que o cirurgião dentista, implantodontista, insere a ponta de uma sonda no espaço ente gengiva e implante) também é um sinal.

Em uma condição mais avançada, a peri-implantite apresenta outros sinais mais preocupantes: defeito ósseo em forma de cratera, como também sangramento e/ou supuração (saída de pus) e profundidade superior a 4mm durante o exame de sondagem.

técnica de summers
Mucosite: Sondagem de implante com sinais sugestivos de peri-implantite: sangramento, gengiva inchada, avermelhada e retraída.
técnica de summers
Radiografia de implantes evidencia um defeito ósseo em forma de cratera e torno de um implante. Junto com outros sinais clínicos, pode sugerir quadro de peri-implantite. A perda óssea ocorreu em metade da área de rosca de um dos implantes e se avançar, certamente colocará a estabilidade do implante em risco.

Condutas em caso de peri-implantite: é possível realizar enxerto para repor osso e gengiva?

Primeiramente quando a pessoa recebe a notícia de que seu implante está com peri-implantite, é comum que haja muita preocupação e surjam questionamentos, como por exemplo, se haveria um tratamento para recomposição do volume ósseo perdido ou se a perda óssea e gengival poderia ser regenerada por enxertos ósseos.

O plano de tratamento da peri-implantite é condicionado conforme o estado da perda óssea. Em geral, o tratamento consiste em retirar toda placa e tártaro da superfície do implante, fazer uma limpeza de modo que a superfície fique totalmente desinfectada.

Esse procedimento é essencial não apenas para prevenir a progressão do problema, como também para preparar a região do defeito para os procedimentos regenerativos, quando há indicação.

O procedimento para tentativa de regeneração da região peri-implante consiste na descontaminação da superfície do implante dentário, e medicações anti-inflamatórias e antibiótica quando necessários. Após este preparo, o enxerto ósseo pode ser realizado. Entretanto, pelo fato do histórico infeccioso, a pessoa com enxerto precisará de avaliação sistemática.

O preenchedor mais indicado para esses casos é o enxerto ósseo liofilizado em pó combinado com uma membrana de matriz de colágeno suíno que ajuda na regeneração de tecidos moles.

Fique tranquilo: os materiais para enxerto osseo, citados acimas são seguros para uso no organismo humano, pois são preparados por alta tecnologia, e esterilizados por raios gama, resultando em biomateriais livres de qualquer agente contaminante.

Quais são as perspectivas de sucesso do enxerto para tratamento da peri-implantite?

O paciente que é acometido por peri-implantite precisa de tratamento rápido e acompanhamento profissional por meio de consultas frequentes ao dentista. Nesse sentido, deve seguir as orientações do cirurgião dentista, e principalmente, se empenhar na rotina diária de higiene oral, e abandonar hábitos nocivos a saúde bucal, como por exemplo o tabagismo, o procedimento de enxerto para peri-implantite tem grandes chances de serem mantidos. Observe abaixo um caso em que foram utilizados biomateriais Geistlich (ósseo e membrana de colágeno).

técnica de summers
Defeito ósseo gengival, procedimento de enxerto e volume ósseo estável após 6 anos. Imagens radiográficas mostram a regeneração óssea (Prof. Giovanni Salvi – Berna, Suíça)

Quais são as causas e como evitar a peri-implantite?

O risco de desenvolver peri-implantite é maior em:

As melhores formas de evitar a peri-implantite são:

  • Adotar práticas de boa higienização, inclusive para quem usa prótese protocolo com limpeza profissional com a remoção da prótese fixa sobre implantes. E inclusive o uso de escova interdental.
  • Comparecer as consultas periódicas
  • Ter atenção máxima aos possíveis sinais de problemas, como gengiva inchada, sangrando com facilidade, mau cheiro, supuração (saída de pus), etc.
  • Abandonar hábitos nocivos à saúde bucal, como por exemplo o fumo. As substancias do cigarro e outros fumos prejudicam a circulação e a resposta imunológica em quadros de infecção.

Entre em contato com a Clinica Odontologica ImplArt e faça o agendamento de sua consulta para acompanhamento de seus implantes. Somos uma Clínica dentária especializada em implantes, que utiliza muito conhecimento e as mais modernas técnicas para realizar seu tratamento com muita dedicação e responsabilidade.

Troca de dentadura por prótese fixa em implantes: veja fotos de antes e depois

O tratamento para troca de dentadura por prótese fixa em implantes dentários melhora a mastigação e a fala, além de proporcionar mais conforto e segurança para sorrir sem medo. Este moderno tratamento permite muito mais conforto no dia a dia ao paciente, além dos ganhos estéticos, que impactam em sua qualidade de vida diretamente. E aliados aos implantes de rápida cicatrização, permitem conquistar rápidos resultados.

Atualmente há muitas opções de implante dentario, para a escolha do paciente. Como o implante ceramico, da Straumann, ou o implante Slactive, da mesma marca, implante de cicatrização rápida de 1 mês. Aqui, na Clinica Dentaria ImplArt temos diversas opções de tratamento para você.

Troca de dentadura por implantes com prótese fixa é uma opção para a maioria das pessoas

A prótese fixa, permite estabilidade ao mastigar, e total confiança ao paciente, uma vez que não há a necessidade de remoção para a higienização diária. Os pacientes relatam ao final de seu tratamento, que passam a se alimentar muito melhor e a ter muito mais confiança em sorrir, o que proporciona grandes ganhos sociais na vida do paciente. Por isso é um passo importante do paciente rumo à melhoria de sua qualidade de vida.

Não é raro ouvir de uma pessoa que precisa usar dentadura, relatos de períodos sentindo desconforto, incômodos ou até mesmo vivência de experiências constrangedoras, como por exemplo prótese dentária que cai. A prótese móvel é uma alternativa para pessoas que perderam todos os dentes de uma arcada, porém muitos modelos feitos em acrílico apresentam estética limitada (aparência de plástico) e resistência razoável.

Entretanto as queixas mais comuns sobre prótese móvel são: dentadura machucando a gengiva, dentadura folgada, frouxa ou caindo, prótese dentária céu da boca machucando, dentadura doendo, entre outros. Dentaduras em resina com problemas atrapalham a mastigação, e por consequência a correta nutrição, podem causar interferência na fonação, ocasionando estresse ao paciente, prejudicando sua saúde pela dificuldade na alimentação.

Muitos pacientes que utilizam próteses removíveis, relatam perda de peso em decorrência dos problemas para mastigar. Além disso, uma prótese móvel com limitações estéticas, causa impactos no bem estar do paciente e em consequência em sua autoestima. A prótese total fixa sobre implantes então surge como uma excelente alternativa para melhorar a vida de quem precisa repor os dentes perdidos.

Quais são as vantagens de uma prótese dentária fixa em relação a prótese móvel?

Quando o uso da prótese móvel traz algum desconforto, seja funcional, estético ou sensorial, há então a oportunidade de substituí-la por uma versão fixa. Implantes com prótese fixa vantagens:

  • Não movimenta e não precisa de adesivos para fixação
  • Não cai, evitando experiências constrangedoras
  • Os materiais da prótese são mais bonitos e resistentes, especialmente as próteses de zircônia livre de metais.
  • Não machuca gengiva e mucosas
  • Mais segurança para mastigar, sorrir e beijar
  • Melhora a dicção
  • Não possui céu da boca acrílico, melhorando a fala e a experimentação dos alimentos
  • Aumenta o suporte labial, melhorando o aspecto de boca murcha e lábio fino.

Leia mais: Quanto tempo dura uma prótese dentária

Quando devo trocar a prótese dentária móvel por uma prótese fixa?

Você deve estar se perguntando: como saber se eu posso fazer a troca de dentadura por implantes com prótese fixa? O primeiro passo é agendar uma consulta com o Dr. Roberto Markarian, que primeiramente fará uma avaliação minuciosa da saúde bucal e geral e conhecer hábitos do paciente.

Também será necessário realizar um exame radiográfico, que é a tomografia computadorizada, para visualização do volume ósseo bem como sua qualidade. Isso é primordial para planejar a quantidade de implantes que serão colocados no osso.

Pessoas que usam dentadura há muitos anos apresentam grande perda óssea no maxilar e isso é uma preocupação comum nas pessoas que gostariam de colocar implantes para usar uma prótese fixa. Como alternativas, realizamos diversas técnicas de enxerto ósseo, ou então a utilização de implantes curtos concebidos para quem com reabsorção óssea.

Outra questão importante é a escolha do material da prótese, que será decidida durante a consulta após a avaliação do paciente para então indicar quais seriam os modelos mais adequados para as necessidades e hábitos de cada pessoa.

Os principais materiais de prótese dentária para a troca de dentadura por implantes são:

  • Resina – material plástico utilizado para confecção de prótese total. O protocolo de Branemark é uma prótese total com estrutura metálica e dentes e gengiva em resina. Saiba mais.
  • Metalocerâmico – Prótese com estrutura metálica (barra metálica) e dentes caracterizados em porcelana dental. Saiba mais.
  • Zircônia e porcelana – Prótese com estrutura interna em zircônia e dentes caracterizados em porcelana dental. Sem dúvida é a opção mais estética e semelhante aos dentes naturais. Fabricada por sistemas computadorizados. Saiba mais.

Um outro aspecto a ser observado é que dependendo do recuo ósseo e gengival, se é leve ou muito grande, vai guiar a confecção de prótese fixa sem ou com camada de gengiva para recompor o desenho natural da gengiva. Saiba mais aqui.

Fotos de antes e depois de um tratamento de troca de dentadura por prótese dentária fixa com implantes

troca de dentadura velha por uma prótese total de zircônia fixa sobre implantes
Prótese móvel x prótese estética de zircônia fixa em 6 implantes dentários. A zircônia é um ótimo material para a troca de dentadura por implante.
troca dentadura por protese fixa de zirconia
Tratamento realizado na ImplArt Odontologia para troca de prótese móvel (dentadura acrílica) por uma moderna prótese de zircônia fixa em implantes dentários. Observe a extraordinária mudança no sorriso, que ficou mais aberto e bonito por causa do aumento do suporte labial.

Quantos implantes são suficientes para segurar a prótese dentária fixa?

A quantidade de implantes dentários geralmente varia de 2 (Overdenture dentadura semi fixa), 4 e 6 por arcada. Mas ressaltamos que, tanto o número ideal de implantes distribuídos pela a arcada, como também a escolha do melhor material da prótese dentária fixa, só podem ser decididos após uma avaliação do implantodontista experiente e de uma boa conversa entre dentista e paciente.

É fundamental avaliar bem o paciente – sua saúde, hábitos e expectativas – para então planejar o tratamento com a melhor expectativa de resultado e durabilidade, algo que realmente vai mudar a vida para melhor.

Sempre recebemos perguntas sobre o preço de prótese dentária, quanto custa uma prótese fixa total, preço de uma prótese fixa e implante dentário valor. Mas a amplitude de opções de materiais de prótese e quantidade de implantes interferem diretamente no valor do tratamento. Por isso a importância de realizar uma consulta com um profissional experiente.

Importante lembrar sempre que, ao concluir o tratamento, visitar o dentista a cada 6 meses para realização de sua profilaxia e acompanhamento dos resultados do tratamento

Saiba tudo sobre os tratamentos com implantes dentários realizados na ImplArt:

Se você gostaria de saber sobre troca de dentadura que machuca e é instável, por uma prótese total fixa, agende uma consulta para avaliação clicando no link abaixo. Nós, da Clínica Odontológica ImplArt estamos à disposição para atender você.

Enxerto gengival para melhorar a estética dos dentes

O que é o enxerto gengival?

O enxerto gengiva é utilizado para tentar reconstruir uma área da boca que sofreu com a retração ou perda de tecido gengival. As retrações de gengiva podem ocorrer devido por exemplo a uma escovação muito forte, a doenças gengivais, bruxismo, ou uso de aparelho dentário prolongado. Para reduzir o efeito do problema, normalmente é indicada a técnica de enxerto gengival.

Trata-se de um procedimento cirúrgico que consiste na retirada de um pedaço da mucosa do palato (céu da boca) do próprio paciente e logo depois colocada sobre a falha. A retirada do material é feita com anestesia local e a pessoa não sente dor, somente um leve desconforto.

Atualização: Hoje já é possível realizar o enxerto gengival sem retirar gengiva do céu da boca, utilizando um material sintético para esse fim.

A gengiva, quando saudável, forma um colar de proteção ao redor do dente. Existem dois tipos de gengiva: a inserida, que possui um tecido rosa, mais espesso, que circunda o dente e é aderido pelo tecido ósseo, e a mucosa (gengiva não inserida), um tecido fino, macio e com grande mobilidade que forma a parte interna das bochechas e dos lábios. Quando a gengiva não está saudável precisamos primeiro recuperar a sua saúde removendo as bactérias com uma raspagem periodontal.

Defeito gengival precisa de enxerto

O defeito gengival (retração de gengiva) ocorre normalmente por uma inflamação gengival, causada por uma fratura do dente por exemplo. Ela acontece quando o tecido gengival se retrai, quase sempre pela força exagerada na escovação dos dentes. A retração do tecido gengival deixa a raiz do dente exposta causando sensibilidade dentária, além de comprometimento da estética dos dentes. Em caso de implante dentario, a gengiva retraída pode expor a base dos implantes dentarios.

Também pode haver perda gengival devido a traumas, acidentes ou pela doença periodontal. Nesses casos, a gengiva perde o formato original e pode haver um comprometimento da estética do sorriso, principalmente se for na região dos dentes da frente. Em alguns casos, a colocação de implantes dentários deixa a gengiva com formato inadequado, e este defeito também pode ser corrigido com a técnica de enxerto gengival.

É importante dizer que o procedimento de enxerto gengival não apresenta garantias de sucesso. Mesmo o procedimento sendo executado com perfeição com relação à técnica, pode haver uma necrose do tecido e uma consequente perda do tecido enxertado.

enxerto gengival

Pós operatório da cirurgia de gengiva

Para evitar as dores, o paciente utiliza a medicação (antiinflamatórios) antes e depois da cirurgia. O dentista pode também utilizar o “cimento cirúrgico”, uma barreira de proteção, que é fixada no lugar em que a operação aconteceu. Ele fica colado nos dentes e na gengiva por volta de cinco dias.

A área doadora não fica desprotegida após o procedimento, pois ela é suturada (ponto) e essa proteção ajuda a manter sua estética e forma, mesmo após a remoção de um pequeno pedaço. Entre os principais cuidados após a cirurgia gengival, a alimentação é a mais importante. O paciente deve seguir as recomendações pós cirúrgicas, que são as mesmas para a cirurgia de implantes, comer alimentos moles e frios nos primeiros dias para evitar sangramento, infecções, e para ajudar na analgesia e cicatrização.

Também deve-se evitar alimentos ácidos para que não irrite ou cause ardência nas gengivas. Como alternativa aos enxertos gengivais, podemos confeccionar próteses para disfarçar o problema estético, seja por formatos de dentes mais favoráveis ou com próteses que contenham gengiva artificial. Cada caso é avaliado individualmente.

Se você ficou com alguma dúvida sobre enxerto gengival, tratamentos ou então preço de tratamento, entre em contato com a nossa equipe. Nós, da Clínica Odontológica ImplArt, estamos à disposição para atender voce.

enxerto em bloco

Alternativas ao enxerto ósseo dentário

O enxerto ósseo dentário é um assunto que costuma gerar muitas dúvidas e até medo nos pacientes. Trata-se de uma técnica indicada para reconstruir estruturas ósseas da mandíbula e maxilar quando em pacientes que apresentam pouco volume o defeitos, principalmente naqueles que desejam colocar implantes dentários.

Implante sem enxerto ósseo dentário: há alternativas?

Entretanto todo paciente é avaliado individualmente. E hoje em dia temos novas técnicas para enxerto ósseo. De fato, para alguns a indicação do enxerto ósseo acaba sendo inevitável, já para outros, os existem alternativas ao enxerto, tais como:

  • Implantes curtos (pouco volume ósseo vertical)
  • Pinos de diâmetro reduzido (pouco volume ósseo horizontal)
  • Implantes de titânio reforçado Roxolid Straumann (reduzidos e mais resistentes)
  • Implante + enxerto simultâneo
  • Microenxertos ósseos ou pequenos enxertos
  • Técnica “all on four” para arcada total
  • Implantes inclinados
  • Implante zigomático
  • Cirurgias guiadas com implantes curtos ou inclinados
Enxerto curto e estreito podem ser uma alternativa as técnicas de enxerto ósseo dentário
Enxerto curto e estreito podem ser uma alternativa as técnicas de enxerto ósseo

Enxertos ósseos pequenos ou microenxertos são alternativas aos enxertos ósseos

A ImplArt Odontologia tem a filosofia de evitar ao máximo os enxertos ósseos e domina técnicas alternativas para evitar sempre que possível sua utilização. Ao evitar enxerto ósseo dentário, o tratamento se torna mais rápido e paciente passa por menos etapas cirúrgicas. Entretanto hoje em dia os enxertos ósseos são pequenos e bem restritos ao local do implante. Antigamente se faziam grandes enxertos somente.

Por isso a técnica de microenxertos é melhor e tem um pós operatório com menos dor. Implantes Dentários sem enxerto antes e depois O Dr. Roberto Markarian, coordenador da clínica, é um experiente especialista em implantes dentários com mais milhares implantes instalados, e casos de antes e depois de implantes.

Leia mais: implantes imediatos

Em virtude de grande experiência clínica e cirúrgica, a ImplArt já conseguiu atender inúmeros casos sem enxerto ósseo – que eventualmente haviam recebido indicação de enxertos ósseos por outros especialistas. A indicação das técnicas depende de um exame minucioso do paciente, bem como de seus exames, como tomografia computadorizada e radiografias.

Se possui-los, compareça a sua consulta de avaliação com todos os seus exames. Caso não os tenha, para sua comodidade eles poderão ser realizados em nosso centro radiológico digital dentro da clínica (custo a parte).