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Posso tratar dores na ATM com aparelho ortodôntico?

O que é ATM

As ATM s são as articulações têmporomandibulares localizadas na frente dos ouvidos responsáveis pela junção entre mandíbula e crânio, muito usadas durante a mastigação, bocejo e a fala. Ambas ou uma delas podem sofrer disfunções normalmente causadas por má oclusão dentária, dentes desalinhados ou mal posicionados, ausência de dentes sem reposição com implante dentário, infecções, traumas, doença autoimune, neoplasia ou bruxismo.

O diagnóstico de disfunções de ATM pode ser realizado através de exames de imagens, como a tomografia computadorizada ou ressonância magnética. Alguns dos sintomas ou desconfortos mais comuns que podem estar relacionados com disfunção de ATM são:

Causas de problemas de ATM

As causas das disfunções de ATM são variadas, e, portanto o tratamento é diferenciado para cada uma delas. O controle das dores relacionadas a esse problema é fundamental para devolver a qualidade de vida ao paciente, mas nem sempre representa uma solução definitiva. É importante realizar um bom diagnóstico do que causou ou esta causando a disfunção da ATM para iniciar o tratamento adequado.

Leia mais sobre a importância de uma boa oclusão.

O paciente pode ficar com dúvidas se o uso de aparelho ortodôntico é capaz de solucionar sozinho o problema, mas na maioria das vezes ele não é um tratamento indicado isoladamente. Normalmente o aparelho só é utilizado para correção dos problemas que surgiram provenientes da disfunção das articulações, como o desalinhamento dos dentes, mordida aberta, mordida cruzada e má oclusão, mas não para corrigir a causa da disfunção.

Portanto, o aparelho ortodôntico tem papel importante na correção estética e funcional, ajudando a paralisar a deterioração das estruturas que compõem as articulações, mas ainda assim não é aplicável a todos os casos de disfunção de ATM. Vale ressaltar que o tratamento de disfunções de ATM pode ser complexo e envolver o trabalho conjunto de diferentes especialidades odontológicas, médicas e terapêuticas, como ortodontistas, cirurgião buco maxilo facial, implantodontista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, neurologista, etc.

Procure ajuda especializada

É importante que, na percepção de qualquer um desses sintomas de disfunção de ATM, você procure nossa equipe para realizar o correto diagnóstico e se for preciso, iniciar o tratamento dental o quanto antes para evitar problemas mais sérios no futuro. Em caso de dúvidas sobre tratamentos da ATM, sobre implantes odontológicos ou valores, agende uma consulta ou entre em contato conosco. Ficaremos felizes em atendê-lo.

Extrair ou preservar um dente?

Quanto tempo depois de extrair um dente posso colocar implante?

Extrair ou preservar um dente requer uma avaliação criteriosa e detalhada do dentista, já que essa decisão pode ajudar ou afetar toda a arcada dentária do paciente. Um dente ausente certamente pode trazer repercussões negativas para funcionalidade e para a estética do sorriso.

São por exemplo os problemas que podem afetar os dentes: cáries extensas com envolvimento da região furca (espaço entre as raízes dentárias), fratura dentária, doença periodontal avançada, indicação ortodôntica (aparelhos), abcessos em que não há possibilidade de salvar o dente, patologias associadas ao dente (cistos) ou algum outro problema que não permita que o dente permaneça na cavidade dentária.

Existem alternativas para manter um dente?

Para tratar esses males, o dentista pode optar pela extração ou realizar tratamentos endodônticos, como o canal, que remove os microorganismos localizados no interior do canal, posteriormente o preenchimento do canal radicular com um material biocompatível, ocupando o espaço que antes era da polpa (nervo) do dente.

Com esse procedimento, quase sempre é possível salvar e manter o dente. O maior problema em extrair o dente é que ele possui um papel na arcada. Todos são indispensáveis para uma boa saúde bucal, uma mordida correta assim como para a realização de qualquer atividade do dia-a-dia.

Consequências da perda dentária sem reposição.

Quando o dente é perdido ou retirado, o local fica muito tempo exposto acontece a reabsorção óssea (o osso daquela região é reabsorvido pelo organismo), promovendo uma perda de volume ósseo. Se a reposição deste dente demorar muito para acontecer, os dentes vizinhos podem então se deslocar para tentar ocupar o espaço vazio.

Na maioria dos casos, os dentes acabam se inclinando na tentativa de preencher o espaço e consequentemente recebem uma força mastigatória inadequada, causando um desequilíbrio na oclusão dentária. Outro problema que pode surgir é a movimentação do dente oposto. Por exemplo: o paciente perde um dente posterior na arcada inferior e não o repõe.

O dente oposto da arcada superior tende a descer para preencher o espaço vazio. Esse fenômeno chama-se extrusão dentária. Vale ressaltar que a má oclusão dentária pode facilitar o aparecimento de problemas dentários, como acúmulo de placa, cáries, problemas ortodônticos bem como problemas de ATM (articulação têmporo mandibular).

Quando não é possível preservar o dente, o implante dentário é a melhor alternativa.

Quando a extração é inevitável, a melhor forma de repor um dente perdido é a colocação de implante dentário. O pino de implante tem função semelhantemente à raiz dentária. Sobre o implante é colocado uma coroa protética que imita forma, cor e função de uma coroa dentária.

Quando antes for realizada a colocação do implante após a extração, melhor é para a saúde bucal. A colocação do implante impede a reabsorção óssea. O local é reabilitado com a colocação de implante dentário trazendo vantagens estéticas e permitindo que o paciente tenha uma vida normal.

Em todos os casos, o dentista precisa realizar uma avaliação minuciosa para determinar qual é o melhor tratamento para preservar ou extrair um dente, levando em conta os possíveis resultados e os objetivos do paciente. Se você ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco ou agende uma consulta com a nossa equipe.

Tratamentos para diastema

Diastema é quando há um espaço exagerado entre dentes

Ter um sorriso bonito e bem cuidado ajuda na composição de uma boa aparência e é um desejo comum na maioria das pessoas. Porém existem alguns problemas que podem comprometer a estética do sorriso, e um deles é o diastema. Trata-se de uma condição caracterizada por apresentar um espaço entre dentes ou a ausência de contato lateral entre dois ou mais dentes consecutivos.

Esse problema pode acontecer em qualquer parte da arcada dentária, superior ou inferior, porém costuma causar mais incômodos quando situada na região frontal da arcada. Apesar de não representar um risco à saúde bucal, o diastema pode interferir na autoestima de algumas pessoas, que podem se sentir envergonhadas em situações de convívio social.

O diastema pode comprometer a estética do sorriso

O problema não afeta diretamente as atividades do paciente. A mastigação não é afetada e a arcada não deve sofrer com complicações no futuro. A decisão de tratar ou não o diastema normalmente vem por alguma situação estética ou psicológica. Os diastemas podem ser fisiológicos, patológicos (localizados ou generalizados) ou provocados devido a disjunção palatal.

Pode aparecer durante a dentição decídua, nascimento dos dentes, com espaços generalizados. Na dentição mista a situação também pode acontecer, mas na maioria dos casos (cerca de 82%) o fechamento é espontâneo e não é preciso intervir.

Causas do diastema

Outras causas possíveis do diastema:

Tratamento para diastemas

Existem diversas opções de tratamento para o problema e cada caso necessita de um diagnóstico específico. Aplicação de facetas laminadas em cerâmica ou lentes de contato dental, instalação de coroas de porcelana, aplicação de resina composta são técnicas indicadas para fechamento de diastemas entre 0,5 e 3 mm.

Já o tratamento ortodôntico pode ser indicado para diastemas maiores que 3 mm. Também é possível optar por: combinação com facetas diretas de resina composta para dentes desalinhados, mudança de cor ou dentes mais alongados, ou uma combinação com gengivectomia e gengivoplastia quando é preciso alongar a coroa dos dentes.

Uso de enxaguatórios bucais

Existem diversas polêmicas em torno do uso dos enxaguatórios bucais, que prometem uma limpeza mais profunda em locais que a escova de dente não consegue chegar. Alguns estudos ao redor do mundo mostraram que utilizar o produto em excesso faz mal à saúde e pode até ajudar o desenvolvimento de um câncer bucal.

Apesar disso, não existem indícios precisos sobre esse problema. Mesmo com essas incertezas, o produto tornou-se muito popular no Brasil. Um levantamento da Faculdade de Saúde Pública da USP mostrou que o uso dos enxaguatórios bucais cresceu 2.277% de 1992 a 2007 no país, um aumento de 190%.

O estudo foi feito com base nas informações da Associação Brasileira de Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. O álcool presente nos produtos pode ajudar a aumentar as taxas de câncer oral de maneira similar a bebidas alcoólicas. Mas, a substância sozinha não é responsável pelo problema. E sim uma enzima do organismo que o transforma em acetaldeído. Ele teria o poder de alterar as células da boca e causar tumores na região.

Principais indicações dos enxaguatórios bucais

A maioria dos dentistas indica o uso dos enxaguatórios bucais depois de cirurgias, raspagem de dentes, doenças gengivais, casos com alta incidência de cárie e para pessoas que têm dificuldades de coordenação motora e não conseguem realizar uma boa escovação.

Mas, para o resto da população a recomendação é de uso opcional. Os especialistas afirmam que pessoas que desejam utilizar o produto todos os dias devem optar pelos que não possuam álcool em sua composição. Apesar de praticamente todos os produtos afirmarem, eles não combatem, comprovadamente, o mau hálito.

Como em todas as situações, o melhor parâmetro a ser seguido é a indicação médica. Somente o dentista poderá determinar quais pacientes precisam ou não utilizar o enxaguatórios bucais e como esse uso deve ser feito, diário ou com moderação.

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