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Como é feita a manutenção dos implantes dentários?

A importância da manutenção de implantes dentários

O sucesso do tratamento com implantes dentários não depende somente da qualidade dos materiais utilizados e do conhecimento técnico do cirurgião dentista, mas também da manutenção dos resultados durante os anos seguintes. Quando se fala em manutenção de implantes dentários, não nos referimos necessariamente em “troca de peças”, como se pode imaginar, mas sim em cuidados com limpeza, mastigação e o comprometimento do paciente com relação as visitas regulares ao consultório odontológico. São condutas necessárias para preservação da saúde dos tecidos ósseo e gengival em torno do implante.

A manutenção dos implantes se divide em duas classes: os cuidados diários, em casa, e os cuidados profissionais, no consultório. A higienização oral no paciente com implantes dentários não é uma tarefa muito difícil e pode ser realizada praticamente da mesma forma que uma pessoa com dentes naturais costuma fazer, ou seja, escovação após as refeições, o uso de fios dentais e antissépticos bucais para evitar a formação de placa bacteriana, cáries nos dentes remanescentes (se for o caso), gengivites, periodontites e periimplantite. Apenas alguns modelos de próteses, como por exemplo, o protocolo de Branemark, exigem uma atenção especial quanto à higienização. Veja esse exemplo clicando aqui.

A Voltar ao consultório regularmente é fundamental

As visitas regulares ao consultório também são parte importante para manutenção dos implantes e das próteses. No primeiro ano após a cirurgia de implantes, elas são necessárias para acompanhar o processo cicatricial, ou seja, a osseointegração dos implantes.

Para isso é necessário a realização de exames de imagem (a ImpArt dispõe de um moderno centro radiológico). As visitas nos anos seguintes são necessárias para acompanhar a saúde e a preservação dos tecidos ósseos e gengivais em torno dos implantes. Nessas visitas, o dentista também vai verificar a necessidade de fazer uma limpeza profissional para eliminar acúmulo de placa bacteriana na superfície da prótese.

Vale ressaltar que o paciente que recebeu os implantes dentários para substituir dentes que foram perdidos por causa de doença periodontal devem ter cuidados redobrados com a higiene oral e retornar com mais frequência ao consultório, porque a chance de a doença voltar é ligeiramente maior.

O intervalo das visitas depende de cada caso e é determinado assim que o tratamento é finalizado. Deve-se ter cuidado ao mastigar alimentos ou objetos muito duros. Os materiais utilizados pela ImplArt nos implantes dentários e nas próteses são de excelente qualidade, mas o cuidado com a mastigação do paciente com implantes dentários deve ser idêntico ao de pessoas com dentes naturais. Eventualmente pode ser necessário trocar alguma peça. Isso ocorre quando:

  • Não houve cuidados com higiene oral por parte do paciente e eventualmente houve a corrosão de algum dos materiais;
  • O paciente mastigou algum alimento ou objeto muito duro e houve fratura da prótese;
  • O retorno da doença periodontal consumiu o osso e/ou a gengiva que sustentavam o implante e ele ficou móvel ou caiu. Nesse caso pode ser necessário realizar um enxerto ósseo para reconstrução da estrutura ideal para reimplantar o pino.

Conheça a ImplArt Odontologia

A Clínica ImplArt é dirigida pelo especialista em implantes dentários Dr. Roberto Markarian. Possui atualmente a experiência de milhares de implantes de qualidade instalados, centenas de casos de odontologia estética solucionados e milhares pacientes satisfeitos. Em caso de dúvidas, agende uma consulta ou entre em contato conosco. Ficaremos felizes em atendê-lo. Em caso de dúvidas, agende uma consulta ou então entre em contato conosco. Ficaremos felizes em atendê-lo.

Após um tratamento de canal posso fazer uma restauração simples ou devo fazer um núcleo e coroa?

Coroa em porcelana

Tudo depende do comprometimento da polpa, da raiz e da coroa dentária. Na maioria das vezes, o paciente procura o consultório odontológico para tratar o dente quando ele ainda está parcialmente comprometido, normalmente pela cárie ou por fratura. O tratamento de canal é indicado quando a polpa dentária também está comprometida.

Essa é uma forma de manter o dente e não precisar extrai-lo. Nos casos em que o dente está parcialmente acometido e após a realização de um tratamento de canal bem sucedido, é necessário finalizar o tratamento com uma restauração. Ela tem o objetivo de proteger os canais tratados e deixar o dente resistente o suficiente para suportar a carga mastigatória.

Em outros casos, a coroa dentária está totalmente destruída pela cárie ou por alguma fratura, portanto, além do tratamento de canal para a remoção da polpa infeccionada ou danificada, é necessário reconstruir a coroa por completo com uma coroa protética (provisória em resina ou definitiva em porcelana).

Mas antes da colocação da coroa, é preciso instalar um núcleo no interior da raiz tratada. O núcleo é confeccionado em liga metálica ou zircônia (considerada mais estética), e é necessário para dar resistência a coroa protética por muitos anos.

Saiba mais sobre coroas projetadas em computador.

É importante que o paciente com cárie ou fratura procure nossa equipe especializada o quanto antes. Quanto mais cedo o tratamento for iniciado, maior a chance de preservação do dente. Em caso de dúvidas, agende uma consulta ou entre em contato conosco. Ficaremos felizes em atendê-lo.

Substituição de dentes com doença periodontal por implantes

Quando as extrações são inevitáveis por causa de doença periodontal, é provável a necessidade de substituição de dentes por implantes dentários. Mas os implantes dentários só podem ser colocados logo depois de um tratamento da periodontite. Se a doença não for muito bem controlada, haverá comprometimento do sucesso da reabilitação com implantes dentários.

A doença periodontal (periodontite) sem tratamento adequado pode levar a perda dos dentes. Isso ocorre porque a infecção bacteriana destrói aos poucos as estruturas que sustentam dos dentes, por conseqüência os dentes amolecem e dependendo do caso, sem condições de serem mantidos.

É o que se chama de periimplantite, ou seja, infecção em torno dos implantes. A periimplantite atrapalha a osseointegração (fenômeno necessário para fixação dos implantes) e culminar na perda dos implantes.

Controle da periodontite

Logo após as extrações dentárias, o cirurgião avalia o comprometimento das estruturas ósseas e gengivais através de exames clínico e radiográfico. Ele pode fazer uma pequena cirurgia para limpeza da região e administra antibiótico para controlar a infecção. O paciente é orientado a manter higiene oral adequada. Nesse ínterim, o paciente pode usar uma prótese provisória. O tempo para recuperação da periodontite não é estabelecido, porque depende de cada caso.

Substitução de dentes por implantes dentários

Se o comprometimento ósseo após a periodontite for razoável, é possível fazer o implante dentário até mesmo em carga imediata (em casos selecionados). Se a perda óssea for severa, pode ser necessário fazer um enxerto ósseo para reconstrução da estrutura antes da colocação dos implantes.

Infelizmente esse processo não é tão rápido, porque é primordialmente necessário aguardar a completa cicatrização (de 3 a 6 meses em média). Após a colocação dos implantes dentários, o acompanhamento clínico é especial nesses casos, a fim de evitar o retorno da periodontite.

As visitas ao consultório odontológico devem ser mais frequentes para pacientes com histórico de doença periodontal do que nos casos em que a perda dentária aconteceu por outros motivos. O cirurgião pode eventualmente pedir mais alguns exames de imagem para dessa maneira acompanhar a osseointegração do implante. O cuidado com a higiene oral doméstica deve ser redobrado.

Este tratamento, quando realizado por uma equipe especializada e em conjunto com a valiosa colaboração do paciente quanto a higiene oral, uso correto da medicação, as visitas regulares ao consultório bem como a paciência de aguardar os resultados, tem grandes chances de sucesso.

A ImplArt Odontologia é especializada em substituição de dentes por implantes pós doença periodontal. Sua equipe é formada por profissionais periodontistas e implantodontistas sérios, formados nas principais universidades do país. Conheça a estrutura ImplArt. Agende agora mesmo uma consulta.

Implantes dentários para gestantes e a saúde bucal

Implantes dentários para gestantes e a saúde bucal

Eventualmente uma mulher grávida pode precisar passar por tratamento dentário, inclusive um plano de tratamento de implantes dentários para gestantes. Existe muita dúvida se esse é um procedimento seguro para ser realizado durante a gravidez.

O mais indicado seria aguardar o final da gestação para realizar tratamentos dentários mais invasivos, mas se for necessário é possível colocar implantes dentários mediante cuidados especiais com a utilização de anestésicos e medicamentes específicos.

Todos sabemos que é preciso cuidar da saúde dentária em todos os momentos da vida e especialmente durante a gestação os cuidados não devem ser esquecidos. A gravidez é naturalmente uma fase em que ocorrem mudanças hormonais e muitas mulheres podem apresentar problemas dentários.

Gravida pode ir ao dentista e tomar anestesia?

As futuras mamães podem realizar tratamentos em qualquer fase da gestação, porem o segundo trimestre (entre o quarto e sexto mês) é considerado o momento mais adequado. As radiografias devem ser feitas preferencialmente após o primeiro trimestre (a paciente utiliza colete de proteção).

Já os medicamentos devem ser evitados em qualquer período da gestação, especialmente no primeiro trimestre, já que as reações tóxicas podem comprometer a saúde da mulher e ela pode não ser capaz de suportar uma gravidez. A anestesia não possui grandes restrições, mas o dentista precisa ter um grande conhecimento sobre os anestésicos e suas ações.

As grávidas podem apresentar elevação na pressão arterial, além de ter possibilidade de apresentar hipoglicemia, falta de ar, taquicardia e queda súbita de pressão. Analgésicos precisam ser evitados no começo da gravidez, já que eles estão associados à anemia, e no final pode causar hemorragia no pós-parto.

Drogas anti-ansiedade, sedativos e similares não devem ser ministrados, pois podem atravessar a barreira placentária e afetar o bebê. Antibióticos podem ser administrados se necessário, sendo o mais comum a amoxicilina. Porém sempre com aprovação e acompanhamento do médico responsável.

A paciente grávida deve antes de tudo informar ao seu dentista sobre sua condição para que indique os tratamentos e os medicamentos mais adequados para serem utilizados a gravidez. O profissional tem total condição de saber o que pode ou não ser ministrado para não afetar o bebê e colocar a gestação em risco.

Gravidez e odontologia mitos e verdades

Extração de dente na gravidez – Este é um caso que deve ser analisado pelo dentista e obstetra sobre os riscos-benefícios, avaliando principalmente se é um caso de urgência ou então se é um caso que pode aguardar o momento mais adequado.

Gravida pode ir ao dentista fazer canal – da mesma forma, o caso deve ser avaliado sobre o risco-benefício, a urgência do caso ou se pode ser realizado em um momento.

Gravida pode ir ao dentista fazer limpeza? – Salvo alguma restrição do obstetra, não há restrição para realizar uma limpeza dentária. Inclusive o procedimento é até recomendado para evitar problemas nos dentes e gengivas.

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