
O Que Preciso Fazer Para Meu Implante Dentário Dar Certo?
O sucesso do implante começa antes da cirurgia
Muitos pacientes que chegam à Clínica ImplArt fazem a mesma pergunta: o que eu preciso fazer para aumentar as chances de meu implante dentário dar certo? Como fazer o implante dentário dar certo?
O sucesso do tratamento com implantes não depende de um único fator e tampouco começa apenas no dia da cirurgia. Ele é construído desde o diagnóstico, passa pela escolha de um implantodontista experiente, pela realização dos exames adequados, pelo planejamento correto da futura prótese e pela seleção da técnica mais apropriada para cada paciente.
Depois da instalação do implante, os cuidados com a saúde, a higiene bucal e as consultas de manutenção também são fundamentais para preservar o osso, a gengiva, o implante e a prótese ao longo dos anos.
Nenhum procedimento médico ou odontológico pode oferecer garantia absoluta de resultado. Entretanto, os implantes dentários apresentam elevada previsibilidade quando são corretamente indicados, instalados e acompanhados. Uma revisão sistemática encontrou uma taxa média de sobrevivência de aproximadamente 96,4% após dez anos, embora os resultados possam variar conforme as condições clínicas, os hábitos, a região tratada e a complexidade de cada caso.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, implantodontista de renome internacional, pesquisador e diretor clínico da Clínica ImplArt, o sucesso do implante é resultado de uma sequência de decisões corretas tomadas antes, durante e depois da cirurgia.
A seguir, conheça os dez fatores que mais contribuem para aumentar a segurança, a previsibilidade e a durabilidade de um tratamento com implantes dentários.

1. Escolha um especialista em implante dentário com experiência e conhecimento
O primeiro passo para um tratamento seguro acontece antes mesmo de o paciente se sentar na cadeira odontológica: é a escolha do profissional responsável pelo diagnóstico, pelo planejamento, pela cirurgia e pela reabilitação protética.
A Implantodontia envolve conhecimentos de anatomia, cirurgia, Prótese Dentária, biologia óssea, estética, oclusão e planejamento tridimensional. A experiência clínica torna-se ainda mais relevante quando existem limitações ósseas, proximidade com nervos, alterações nos seios maxilares, infecções, necessidade de enxertos ou reabilitações totais.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, um implantodontista experiente deve ser capaz de:
- identificar limitações anatômicas e fatores de risco;
- relacionar a posição do implante à futura prótese;
- selecionar o tipo e o tamanho mais adequados de implante;
- avaliar quando um enxerto ósseo é realmente necessário;
- reconhecer quando implantes curtos podem ser considerados;
- decidir quando existe indicação para carga imediata;
- recomendar o período convencional de osseointegração quando ele for mais seguro;
- orientar o paciente de forma transparente sobre benefícios, limitações e alternativas.
Isso significa que a experiência está em dominar técnicas complexas, e também em saber qual técnica oferece maior benefício real para cada paciente.
Experiência do Dr. Roberto Markarian em Implantodontia e Prótese Dentária
A Clínica ImplArt é dirigida pelo Dr. Roberto Markarian, especialista em Implantodontia e Prótese Dentária, mestre em Prótese Dentária pela Universidade de São Paulo e PhD em Implantodontia pela Faculdade São Leopoldo Mandic. Sua atuação reúne formação acadêmica, experiência cirúrgica, planejamento protético, pesquisa científica e aplicação de tecnologias digitais na Odontologia.
Ao longo de sua trajetória profissional, o Dr. Roberto Markarian já realizou mais de 12 mil implantes dentários, desde tratamentos unitários até reabilitações completas e casos de maior complexidade.
Também participa da produção científica na área odontológica. Em 2026, passou a figurar entre os coautores do capítulo internacional “Artificial Intelligence in Prosthodontics”, publicado pela Springer Nature, sobre a aplicação da inteligência artificial na Prótese Dentária.
Essa integração entre Implantodontia e Prótese Dentária é especialmente importante porque o implante não deve ser planejado apenas como um componente instalado no osso. Sua posição precisa considerar, desde o início:
- o formato e a posição do futuro dente;
- a distribuição das forças mastigatórias;
- a estética do sorriso;
- o contorno da gengiva;
- a possibilidade de higienização;
- o material da futura prótese;
- a manutenção do tratamento.
Na Clínica ImplArt, essa experiência é aplicada ao planejamento de implantes unitários e múltiplos, extrações com implante imediato, carga imediata quando indicada, implante total, prótese protocolo, cirurgia guiada, implantes curtos, enxertos ósseos e reabilitações estéticas e funcionais de diferentes níveis de complexidade.
Mais do que aplicar uma técnica padronizada, o objetivo é estudar cada caso individualmente e selecionar a abordagem que apresente a melhor relação entre segurança, previsibilidade, função, estética e nível de intervenção.

2. Faça os exames necessários antes do implante
Um implante dentário não deve ser planejado apenas com base no exame visual da boca.
O exame clínico é indispensável, mas precisa ser complementado por exames de imagem capazes de revelar a anatomia da região que receberá o implante.
Na maioria dos tratamentos, a tomografia computadorizada permite avaliar tridimensionalmente:
- altura e espessura do osso disponível;
- formato e inclinação do rebordo ósseo;
- qualidade óssea estimada;
- posição de nervos e outras estruturas anatômicas;
- anatomia dos seios maxilares;
- presença de infecções ou alterações ósseas;
- posição das raízes dos dentes vizinhos;
- necessidade ou não de enxerto ósseo;
- comprimento e diâmetro possíveis para o implante.
A tomografia não deve ser interpretada isoladamente. O implantodontista precisa relacionar suas informações ao exame clínico, ao estado da gengiva, à mordida, ao espaço disponível e ao tipo de prótese planejada.
Em fluxos digitais, a tomografia pode ser combinada ao escaneamento intraoral. Dessa maneira, é possível estudar simultaneamente o osso, a gengiva, os dentes existentes e a posição ideal do futuro dente.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, não basta encontrar uma região em que exista osso. O implante precisa ser posicionado em um local que permita confeccionar uma prótese funcional, estética e passível de higienização.
Esse princípio é conhecido como planejamento proteticamente orientado: a cirurgia é planejada considerando o resultado final da reabilitação.

3. Realize um planejamento digital individualizado
Cada paciente apresenta uma anatomia, uma condição óssea e uma necessidade protética diferente. Por isso, não existe um único planejamento de implante que possa ser repetido da mesma maneira em todas as pessoas.
Na Clínica ImplArt, o planejamento pode integrar diferentes recursos de Odontologia Digital, como:
- tomografia computadorizada;
- escaneamento intraoral;
- fotografias clínicas;
- softwares de planejamento tridimensional;
- desenho digital da futura prótese;
- sistemas CAD/CAM;
- laboratório de prótese digital interno.
A combinação dessas informações permite estudar previamente a posição, a inclinação e a profundidade planejadas para cada implante.
O planejamento digital também pode auxiliar a equipe a avaliar:
- a quantidade de implantes necessária;
- a distribuição dos implantes;
- a necessidade de enxerto ósseo;
- a possibilidade de carga imediata;
- o tipo de prótese mais adequado;
- a proteção de estruturas anatômicas;
- o espaço disponível para dentes e componentes protéticos;
- a relação entre função, estética e higienização.
Um planejamento digital preciso não elimina completamente os riscos de uma cirurgia. Entretanto, oferece mais informações para que as decisões sejam tomadas antes do procedimento, contribuindo para maior controle e previsibilidade.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, a tecnologia não substitui o conhecimento do especialista. Seu principal benefício é ampliar a capacidade de diagnóstico e permitir que a experiência clínica seja aplicada com maior quantidade de informações.
4. Avalie a indicação da cirurgia guiada por computador
Na cirurgia guiada para implantes dentarios, o planejamento realizado no software pode ser transferido para um guia cirúrgico personalizado.
Esse guia auxilia o implantodontista a reproduzir, durante o procedimento, a posição, a inclinação e a profundidade previamente estudadas para o implante.
Dependendo das características do caso, a cirurgia guiada pode proporcionar:
- maior controle do posicionamento;
- melhor aproveitamento do osso disponível;
- proteção de estruturas anatômicas;
- redução da extensão das incisões;
- menor manipulação dos tecidos;
- maior integração entre cirurgia e prótese;
- procedimento potencialmente mais rápido;
- pós-operatório potencialmente mais confortável.
Revisões sistemáticas indicam que os métodos computadorizados podem aumentar a precisão do posicionamento dos implantes em comparação com abordagens não assistidas por computador. Entretanto, a técnica apresenta margens de desvio e não elimina a necessidade de conhecimento anatômico, planejamento adequado e experiência cirúrgica.
Também é importante esclarecer que cirurgia guiada não significa necessariamente cirurgia sem cortes.
A possibilidade de realizar um procedimento sem abertura ampla da gengiva depende de fatores como:
- volume e formato do osso;
- quantidade de gengiva;
- necessidade de enxertos;
- visibilidade da área cirúrgica;
- estabilidade do guia;
- abertura de boca;
- complexidade do tratamento.
Por isso, a cirurgia guiada deve ser indicada quando oferecer uma vantagem clínica real, e não apenas por ser uma tecnologia disponível.

5. Utilize implantes adequados para cada situação clínica
A qualidade e a procedência do implante são importantes, mas a marca, isoladamente, não determina o sucesso do tratamento.
O resultado depende da combinação entre:
- indicação correta;
- diagnóstico;
- qualidade e quantidade óssea;
- desenho do implante;
- comprimento e diâmetro;
- tratamento de superfície;
- estabilidade inicial;
- técnica cirúrgica;
- posicionamento tridimensional;
- planejamento da prótese;
- higiene e manutenção.
Na Clínica ImplArt, são utilizados sistemas de implantes de alta tecnologia e procedência reconhecida, incluindo modelos com superfícies desenvolvidas para favorecer o processo de osseointegração.
Contudo, não existe um único modelo ideal para todos os pacientes.
Um implante adequado para uma região posterior com osso de menor densidade pode não ser a melhor escolha para uma região anterior com grande exigência estética. Da mesma forma, o tamanho do implante deve ser compatível com o volume ósseo e com o espaço protético disponível.
Em determinadas situações, implantes curtos podem ser considerados para aproveitar o osso existente e evitar reconstruções ósseas mais extensas. Essa alternativa, entretanto, exige avaliação da região, das forças mastigatórias, do tipo de prótese e da quantidade de osso residual. Evidências de longo prazo mostram que implantes curtos podem apresentar resultados favoráveis em casos selecionados, mas não substituem automaticamente os enxertos em todas as situações.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, o melhor implante é aquele que reúne evidência científica, procedência reconhecida e características adequadas à anatomia, à função e ao planejamento protético do paciente.
6. Informe seu histórico de saúde antes da cirurgia
O histórico médico faz parte do planejamento do implante dentário.
Antes do procedimento, o paciente deve informar ao implantodontista todas as condições de saúde relevantes, mesmo quando acredita que elas não tenham relação direta com a boca.
É importante comunicar:
- medicamentos de uso contínuo;
- diabetes;
- doenças cardíacas;
- alterações de coagulação;
- hipertensão;
- osteoporose;
- tratamentos oncológicos;
- doenças autoimunes;
- alergias;
- histórico de doenças gengivais;
- cirurgias anteriores;
- tabagismo;
- uso de medicamentos que interfiram na coagulação ou no metabolismo ósseo.
Essas condições não significam necessariamente que o paciente não possa receber implantes. Entretanto, podem modificar o planejamento, exigir exames complementares ou demandar contato com o médico responsável.

Quem tem diabetes pode fazer implante dentário?
Em muitos casos, sim.
Ter diabetes não representa automaticamente uma contraindicação ao implante. O controle glicêmico, porém, precisa ser avaliado, porque níveis persistentemente elevados de glicose podem interferir na cicatrização e aumentar o risco de alterações nos tecidos ao redor do implante.
Revisões sistemáticas indicam que pacientes com diabetes bem controlado podem apresentar resultados próximos aos observados em pessoas sem diabetes. Em contrapartida, o controle glicêmico inadequado está associado a piores condições peri-implantares e maior risco de complicações.
Quando necessário, o implantodontista pode solicitar exames laboratoriais recentes ou uma avaliação do médico que acompanha o paciente.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, o objetivo não é excluir automaticamente pacientes que apresentam alguma condição sistêmica, mas compreender o estado de saúde individual e adaptar o tratamento para aumentar sua segurança.
7. Interrompa ou reduza o tabagismo
O tabagismo é um dos fatores de risco mais relevantes para os tratamentos com implantes dentários.
O cigarro pode interferir na circulação sanguínea, na resposta imunológica e no processo de cicatrização. Também está associado a maior risco de infecção, perda óssea peri-implantar e falha da osseointegração.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2024, que incluiu mais de 59 mil implantes, identificou associação significativa entre o tabagismo e o aumento do risco de falha precoce dos implantes dentários.
Isso não significa que todo implante instalado em um fumante irá falhar. Significa que o paciente fumante apresenta um fator de risco adicional que precisa ser considerado no planejamento e no acompanhamento.
A interrupção do cigarro é a conduta mais favorável para a saúde geral e bucal. Quando a suspensão completa não ocorre, a redução do consumo e o acompanhamento rigoroso continuam sendo importantes, conforme orientação dos profissionais responsáveis.
O paciente deve comunicar seu hábito de fumar com transparência, incluindo a quantidade e a frequência, para que o risco seja avaliado corretamente.

8. Siga corretamente as orientações do pós-operatório
Os primeiros dias depois da cirurgia fazem parte do processo de osseointegração e cicatrização dos tecidos.
As orientações podem variar conforme a extensão do procedimento, o número de implantes, a realização de enxertos e as condições individuais do paciente.
De maneira geral, é importante:
- utilizar corretamente as medicações prescritas;
- respeitar o período recomendado de repouso;
- evitar esforço físico;
- não fumar;
- evitar alimentos muito quentes, duros ou crocantes;
- fazer a higiene da maneira orientada;
- não manipular a região operada;
- respeitar as limitações mastigatórias;
- comparecer às consultas de revisão;
- comunicar rapidamente qualquer alteração inesperada.
Inchaço, sensibilidade, manchas arroxeadas e pequenos sangramentos podem ocorrer durante a recuperação inicial, especialmente depois de procedimentos mais extensos.
Entretanto, dor intensa e progressiva, sangramento persistente, febre, secreção, gosto desagradável contínuo ou aumento do inchaço devem ser comunicados à equipe.
O paciente não deve interromper, substituir ou acrescentar medicamentos por conta própria.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, um pós-operatório bem conduzido protege o trabalho realizado durante a cirurgia e permite que eventuais alterações sejam identificadas precocemente.
9. Mantenha uma higiene rigorosa ao redor dos implantes
O implante não desenvolve cárie, mas os tecidos ao seu redor podem apresentar inflamação.
Quando a placa bacteriana não é removida adequadamente, pode surgir a mucosite peri-implantar, caracterizada por inflamação da gengiva ao redor do implante.
Sem diagnóstico e controle, o processo pode evoluir para peri-implantite, condição associada à perda óssea ao redor do implante.
A higiene necessária depende do tipo de prótese instalada. Ela pode envolver:
- escova dental macia;
- fio dental;
- passa-fio;
- escovas interdentais;
- escovas unitufo;
- irrigador oral;
- escovas específicas para prótese protocolo.
Uma coroa unitária sobre implante não é higienizada exatamente da mesma maneira que uma prótese total fixa. Por isso, a equipe deve demonstrar ao paciente quais instrumentos utilizar e como acessar as regiões próximas à gengiva.
Também é importante compreender que enxaguantes bucais não substituem a remoção mecânica da placa bacteriana com escovas e fio dental.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, o tratamento não termina quando a prótese é instalada. O paciente precisa aprender a higienizá-la e incorporar os cuidados necessários à sua rotina.
10. Faça consultas periódicas de manutenção
Mesmo que o implante esteja confortável e aparentemente funcionando bem, o paciente deve retornar periodicamente ao dentista.
Algumas alterações iniciais podem não causar dor. Por isso, esperar pelo surgimento de sintomas não é a melhor estratégia para preservar o tratamento.
Durante as consultas de manutenção, a equipe pode avaliar:
- condição da gengiva;
- presença de placa bacteriana;
- sangramento;
- profundidade de sondagem;
- estabilidade do implante e da prótese;
- desgaste dos dentes;
- parafusos e componentes protéticos;
- encaixe da prótese;
- padrão de mordida;
- sinais de bruxismo;
- condição óssea ao redor dos implantes.
A frequência das consultas não é igual para todos.
Ela depende do tipo de tratamento, da qualidade da higiene, do histórico de periodontite, do tabagismo, do controle de doenças sistêmicas e da presença de uma prótese unitária, múltipla ou total.
Pacientes com prótese protocolo, múltiplos implantes, histórico de doença periodontal ou maior dificuldade de higiene podem precisar de retornos mais frequentes.
Uma revisão sistemática com meta-análise encontrou associação entre a manutenção peri-implantar e maior sobrevivência dos implantes, além de menor ocorrência de mucosite e peri-implantite.
A manutenção não deve ser entendida como um cuidado opcional, mas como uma etapa contínua do tratamento.

O que pode fazer um implante dentário falhar?
A falha de um implante pode estar relacionada a um único fator ou à combinação de diferentes condições.
Entre as causas e os fatores de risco estão:
- indicação inadequada;
- infecção ativa não controlada;
- falta de planejamento tridimensional;
- baixa estabilidade inicial;
- movimentação excessiva durante a cicatrização;
- tabagismo;
- doença periodontal;
- higiene bucal insuficiente;
- diabetes sem controle adequado;
- sobrecarga mastigatória;
- bruxismo;
- ausência de consultas de manutenção;
- complicações na prótese;
- uso incorreto do tratamento durante a fase de cicatrização.
É importante diferenciar a falha precoce da complicação tardia.
A falha precoce ocorre antes ou durante a fase de osseointegração. Já as complicações tardias podem aparecer depois de o implante ter permanecido em função por meses ou anos.
Nem toda complicação significa que o implante será perdido. Em muitos casos, a identificação precoce permite controlar a inflamação, ajustar a prótese, corrigir a mordida ou realizar outros procedimentos antes que o problema se torne mais grave.
Como fazer o implante dentário dar certo? Como aumentar as chances de sucesso do implante dentário?
Para aumentar a previsibilidade do tratamento:
- Escolha um implantodontista experiente.
- Realize a tomografia e os demais exames solicitados.
- Informe corretamente seu histórico médico.
- Trate infecções e doenças gengivais.
- Faça um planejamento cirúrgico e protético individualizado.
- Utilize implantes adequados à sua anatomia.
- Interrompa ou reduza o tabagismo.
- Siga as orientações pós-operatórias.
- Mantenha uma higiene bucal rigorosa.
- Compareça às consultas periódicas de manutenção.
O paciente também deve procurar a equipe responsável diante de qualquer alteração, mesmo que ela inicialmente pareça pequena.
Clínica ImplArt: experiência, tecnologia e planejamento integrado
O sucesso de um implante não depende apenas da atuação isolada do cirurgião. A estrutura disponível para diagnóstico, planejamento, produção da prótese e acompanhamento também pode influenciar a organização e o controle das diferentes etapas do tratamento.
A Clínica ImplArt reúne, em um único endereço na região da Avenida Paulista, em São Paulo:
- equipe especializada em Implantodontia e Prótese Dentária;
- centro de diagnóstico por imagem;
- tomografia computadorizada;
- escaneamento intraoral;
- planejamento digital tridimensional;
- cirurgia guiada por computador;
- laboratório de prótese CAD/CAM interno;
- produção de próteses computadorizadas;
- tratamentos unitários, múltiplos e totais;
- acompanhamento cirúrgico e protético.
Essa integração permite que a cirurgia seja planejada considerando a prótese que será instalada ao final do tratamento. Também reduz a necessidade de encaminhar o paciente para diferentes locais durante as etapas de diagnóstico e produção protética.
Sob a direção clínica do Dr. Roberto Markarian, a Clínica ImplArt atende pacientes do Brasil e do exterior em tratamentos de Implantodontia, Prótese Dentária e Reabilitação Oral.
Em 2026, a ImplArt aparece como a clínica brasileira mais bem posicionada no ranking internacional do Global Clinic Rating e entre as clínicas odontológicas mais bem colocadas mundialmente. A classificação deve ser compreendida dentro dos critérios e da metodologia adotados pelo próprio ranking.
Esse reconhecimento reforça uma trajetória baseada na integração entre experiência clínica, pesquisa científica, Odontologia Digital e estrutura tecnológica.

Conclusão: o sucesso do implante é construído em conjunto
Fazer um implante dentário dar certo não depende de sorte nem de um único recurso tecnológico.
O sucesso é construído por uma sequência de decisões: escolher um especialista experiente, realizar os exames adequados, planejar a cirurgia de acordo com a futura prótese, utilizar implantes compatíveis com a anatomia e controlar os fatores de risco.
Depois da cirurgia, a responsabilidade continua sendo compartilhada.
Cabe à equipe oferecer diagnóstico, planejamento, técnica, materiais e acompanhamento adequados. Ao paciente, cabe seguir as orientações, manter uma higiene rigorosa e comparecer às consultas de manutenção.
Segundo o Dr. Roberto Markarian, o implante deve ser compreendido como parte de um tratamento de reabilitação oral e não apenas como um procedimento cirúrgico isolado. Quando cirurgia, prótese, saúde e manutenção são planejadas em conjunto, o tratamento tende a apresentar maior segurança e previsibilidade.
Perguntas frequentes sobre o sucesso do implante dentário
Qual é a taxa de sucesso dos implantes dentários?
Os implantes apresentam elevada previsibilidade, mas a porcentagem varia conforme o estudo, o tempo de acompanhamento e as condições dos pacientes avaliados.
Uma revisão sistemática encontrou sobrevivência média de aproximadamente 96,4% depois de dez anos. O dado não representa uma garantia individual de resultado.
Existe garantia de que o implante dará certo?
Não. Nenhum procedimento médico ou odontológico pode oferecer garantia absoluta de resultado.
A experiência do profissional, o planejamento, a condição de saúde, o tabagismo, a higiene e o acompanhamento influenciam a previsibilidade.
Implante dentário dói?
A cirurgia é realizada com anestesia local e, quando indicado, pode ser associada a técnicas de sedação.
Depois do procedimento, pode existir desconforto, sensibilidade e inchaço. A intensidade varia conforme a extensão da cirurgia, a necessidade de enxertos e a resposta individual do paciente.
Cirurgia guiada é sempre melhor?
Na grande maioria dos casos
A cirurgia guiada aumenta o controle do posicionamento dos implantes, sempre que houver indicação clínica. Sua utilização depende da anatomia, do volume ósseo, da abertura de boca e da complexidade do caso.
Todo implante pode receber carga imediata?
Não.
A carga imediata depende da estabilidade inicial dos implantes, da quantidade e qualidade do osso, da distribuição dos implantes, do tipo de prótese e das forças mastigatórias.
Quando essas condições não são favoráveis, aguardar o período convencional de osseointegração pode ser mais seguro.
Fumantes podem colocar implantes?
Podem, mas o tabagismo está associado a maior risco de falha e complicações.
O paciente deve informar o hábito ao implantodontista e receber orientação para interrupção ou redução do cigarro.
Quem tem diabetes pode fazer implante?
Em muitos casos, sim.
O controle glicêmico e a condição geral de saúde precisam ser avaliados antes da cirurgia. Pacientes com diabetes mal controlado podem apresentar maior risco de alterações peri-implantares.
Quem tem pouco osso precisa sempre fazer enxerto?
Não.
Dependendo da anatomia, implantes curtos ou outras estratégias podem ser considerados. Entretanto, existem situações em que o enxerto é necessário para instalar o implante em uma posição segura e adequada para a futura prótese.
A decisão depende da tomografia e do planejamento individual.
Preciso fazer tomografia antes do implante?
Na maioria dos tratamentos, a tomografia computadorizada é utilizada para avaliar o volume ósseo e a relação com estruturas anatômicas.
O tipo de exame deve ser definido pelo implantodontista conforme o caso.
Quanto tempo dura um implante dentário?
Um implante bem planejado, higienizado e acompanhado pode permanecer em função por muitos anos ou décadas.
Entretanto, não existe um prazo de duração garantido. O resultado depende da saúde do paciente, da higiene, da mordida, dos hábitos e da manutenção.
O implante pode ter cárie?
Não. O material do implante não desenvolve cárie.
Contudo, a gengiva e o osso ao seu redor podem apresentar inflamação e perda óssea quando a higiene e a manutenção não são adequadas.
Preciso continuar indo ao dentista depois do implante?
Sim.
As consultas de manutenção permitem avaliar a higiene, a gengiva, o osso, a mordida, os componentes e a prótese instalada sobre o implante.

Material técnico por DR. ROBERTO MARKARIAN – CRO-SP 73.583
Idealizador e Diretor da Clínica Odontológica ImplArt. – Perfil do Linkedin do Dr. Roberto
Dr. Roberto Markarian é um renomado implantodontista que atua em São Paulo. É referência em implantes dentarios e próteses dentárias computadorizadas no Brasil. Além de ter experiencia de mais de 12.000 implantes instalados, é pesquisador, e produz conhecimento que vai para o mundo todo publicado em renomadas revistas científicas na área da Odontologia. Responsável por fomentar conhecimento e alta tecnologia aplicado em todos os tratamentos oferecidos pela Clínica Odontológica ImplArt.
A Clínica ImplArt está localizada na região da Avenida Paulista, em São Paulo, e atende pacientes do Brasil e do exterior para tratamentos com implantes dentários, próteses computadorizadas e reabilitação oral.
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Responsável técnico: Dr. Roberto Markarian – CRO-SP 73.583
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