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Restaurações de resina e amálgama

Restauração estética na cor do dente

Trocar as restaurações de amálgama por restaurações de resina, que são praticamente da cor dos dentes e ficam mais naturais, devem ser bem avaliadas antes de serem realizadas. O dentista precisa avaliar qual o estado da restauração e como a cárie está instalada no local. Cada paciente exige um tratamento diferente e a eficácia também depende de como a higiene bucal é realizada.

No geral, existem dois problemas que podem exigir a troca das restaurações: estético ou saúde do dente. Nos casos estéticos, a troca não é totalmente necessária, já que não existem implicações maiores para a troca, mas o procedimento pode ser realizado sem deixar dano algum no dente. Já nos casos de saúde, a mudança deve ser feita quando a restauração está fraturada ou com infiltrações por causa de cáries.

Como é a transição de restauração metálica para restauração estética?

Quando a troca é feita, o amálgama é retirado através do desgaste da restauração em si. O dente não sofre fraturas ou desgastes com o procedimento. Ela é dividida em porções menores e solta em blocos. Mas, quando existem pontos de cáries sob a restauração, o tecido cariado é totalmente removido. Os dois tipos de materiais cumprem sua função de restaurar um dente que estava comprometido anteriormente.

Como é a transição da restauração metálica para a restauração estética?

Mas, o amálgama pode durar até 15 anos, enquanto a resina tem vida útil de 8 anos. Isso ocorre porque quando o dentista aplica a luz para a resina endurecer, ela contrai e essa condição pode permitir possíveis infiltrações. Um ponto comum entre as duas restaurações é a limpeza. A higienização deve ser mantida regularmente e as visitas periódicas ao dentista para avaliar a condição das restaurações.

Uma vantagem da resina é que ela pode ser reparada sem ter que acontecer a remoção de toda a restauração. Já no caso do amálgama, todo o material deve ser trocado, mesmo quando sua totalidade não for atingida.

Quem poderá decidir qual o melhor tipo de material para as restaurações é o dentista de confiança de cada paciente. O profissional precisa levar em conta as necessidades da pessoa e os resultados que podem ser alcançados para determinar qual é o tipo de restauração adequada.

Se você ficou com alguma dúvida sobre restaurações de resina ou metálicas, entre em contato conosco ou agende uma consulta com o Dr. Roberto Markarian.

Check up odontológico – Vamos revisar a saúde dos dentes

Cuidados com os dentes e saúde bucal

Entenda a importância de realizar periodicamente um check up odontológico para manter a saúde bucal e a estética do sorriso. Ir ao médico regularmente, consultar um especialista para saber se está tudo bem e programar exames são cuidados preventivos que deveriam ter se tornado rotina para a maioria dos pacientes. A prevenção é essencial para evitar problemas que podem se agravar com o passar do tempo.

O check up odontológico é muito comum para pacientes idosos que possuem alguma doença como cardiopatias, pressão alta ou problemas respiratórios e a prática também deveria ser seguida por pessoas consideradas “saudáveis”. Na verdade, a recomendação é sempre prevenir do que remediar, já que é pior tratar um problema já instalado e agravado do que atuar de forma eficaz para evitar que ele apareça.

Check up na Odontologia

Na odontologia essa prática também deveria ser seguida. Mas a maioria dos pacientes só procura ajuda quando já está com dor nos dentes ou quando há inflamação ou infecção. No check up odontológico, o dentista observa língua, bochechas, garganta e gengivas. Ele verifica se o paciente apresenta cáries, tártaro ou restaurações antigas que precisam ser refeitas.

A mordida também avaliada durante o procedimento que dura 40 minutos. Todo o processo pode ser feito por um exame digital, em que o tamanho dos dentes é aumentado em até 60 vezes, permitindo que as imperfeições mais pequenas sejam encontradas. As imagens são feitas por uma câmera intraoral de alta definição.

Logo após o procedimento, um laudo é finalizado, com os problemas encontrados e planos de tratamentos. A avaliação pode ser feita a cada seis meses para que o dentista, observando se é preciso realizar novos reparos ou se apenas os cuidados diários feitos pelo paciente são suficientes para uma boa saúde bucal.

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Não espere sentir dor ou um grande incomodo para procurar o consultório dentário. Muitas vezes somente o olhar clínico do dentista é capaz de observar problemas em fase inicial e em tempo de serem tratados. Uma dentição saudável é aliada da boa saúde e bem estar.

Uso de enxaguatórios bucais

Existem diversas polêmicas em torno do uso dos enxaguatórios bucais, que prometem uma limpeza mais profunda em locais que a escova de dente não consegue chegar. Alguns estudos ao redor do mundo mostraram que utilizar o produto em excesso faz mal à saúde e pode até ajudar o desenvolvimento de um câncer bucal.

Apesar disso, não existem indícios precisos sobre esse problema. Mesmo com essas incertezas, o produto tornou-se muito popular no Brasil. Um levantamento da Faculdade de Saúde Pública da USP mostrou que o uso dos enxaguatórios bucais cresceu 2.277% de 1992 a 2007 no país, um aumento de 190%.

O estudo foi feito com base nas informações da Associação Brasileira de Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. O álcool presente nos produtos pode ajudar a aumentar as taxas de câncer oral de maneira similar a bebidas alcoólicas. Mas, a substância sozinha não é responsável pelo problema. E sim uma enzima do organismo que o transforma em acetaldeído. Ele teria o poder de alterar as células da boca e causar tumores na região.

Principais indicações dos enxaguatórios bucais

A maioria dos dentistas indica o uso dos enxaguatórios bucais depois de cirurgias, raspagem de dentes, doenças gengivais, casos com alta incidência de cárie e para pessoas que têm dificuldades de coordenação motora e não conseguem realizar uma boa escovação.

Mas, para o resto da população a recomendação é de uso opcional. Os especialistas afirmam que pessoas que desejam utilizar o produto todos os dias devem optar pelos que não possuam álcool em sua composição. Apesar de praticamente todos os produtos afirmarem, eles não combatem, comprovadamente, o mau hálito.

Como em todas as situações, o melhor parâmetro a ser seguido é a indicação médica. Somente o dentista poderá determinar quais pacientes precisam ou não utilizar o enxaguatórios bucais e como esse uso deve ser feito, diário ou com moderação.

Os males do cigarro para os dentes

O cigarro é sem dúvida um dos principais inimigos dos dentes e da saúde bucal

Como a maioria das pessoas sabe, o cigarro é um grande vilão para a saúde. Além de fazer mal ao sistema respiratório, é uma das causas mais frequentes de cânceres e está relacionado com diversas doenças que afetam órgãos vitais do corpo do ser humano. Esse produto também é considerado um dos principais inimigos da saúde bucal. Entre outros problemas bucais, o cigarro eleva o risco para o desenvolvimento de câncer bucal, gengivites, periodontites, mau hálito e dentes amarelados.

Manchas, mobilidade e perda dentária são algumas das consequências do cigarro

Um dos problemas mais conhecidos e causados pelo cigarro são as manchas. Quanto mais a pessoa fuma, mais manchados serão seus dentes, inclusive chegando em tons bem escurecidos. Quando o fumo afeta severamente a dentição, alguns dentes chegam a ficar com manchas cinzas, que são muito difíceis de serem retiradas. Para amenizar esses efeitos, as pessoas podem optar por técnicas de clareamento a laser ou caseiro, mas para o procedimento surtir efeito, o fumo precisa ser abolido das práticas diárias do paciente.

A saúde bucal dos fumantes é muito mais frágil do que a dos não fumantes, pois o tabaco diminui a resposta imunológica às bactérias e a região fica muito mais suscetível a apresentar infecções e qualquer outro tipo de doença. O monóxido de carbono, presente na fumaça que é ingerida pelo fumante, reduz a concentração de oxigênio e dessa maneira inibe a movimentação dos glóbulos brancos e sua capacidade de destruir as bactérias.

Tabagismo também prejudica implantes dentários

Por esse motivo, o tabagismo também influencia negativamente no processo de cicatrização após procedimentos cirúrgicos odontológicos, como a colocação de implantes dentários. A cicatrização pode ser muito mais lenta em fumantes do que em não fumantes. Outros elementos que compõem o cigarro, como nicotina e o alcatrão, podem reduzir a resistência dos tecidos do periodonto e eles são absorvidos pelas raízes dos dentes. Com a falta de anticorpos, os fumantes também apresentam altas taxas de mau hálito (halitose).

A doença periodontal piora com o hábito de fumar

A doença periodontal é a causa mais comum de perda de dentes em adultos, e a situação piora com mais velocidade em pessoas fumantes. O cigarro provoca a vasoconstrição e dessa forma prejudica a circulação sanguínea na região.

Isto diminui a resposta imunológica do organismo em combater à atividade bacteriana, que é a causa da doença periodontal. A doença inflama e destrói progressivamente os tecidos de suporte dos dentes. Em casos iniciais, a pessoa apresenta a gengivite (inflamação e sangramento gengival). Nos casos moderados, surgem as bolsas periodontais (afrouxamento da gengiva). Em casos avançados, os dentes apresentam mobilidade e caem.

Fumo e o câncer bucal

Os fumantes também são mais propícios a desenvolver um câncer bucal e problemas mais sérios e difíceis de serem tratados. Em casos avançados, a extirpação de tumores nessa região costuma trazer consequências impactantes na vida de uma pessoa.

Por isso, esse grupo precisa ter mais cuidados com os dentes, visitando periodicamente o dentista e controlando sua higiene bucal. Por esses motivos, em nome da saúde bucal e da beleza do sorriso, é altamente recomendável que se diminua ou abandone de vez o hábito de fumar.

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