Para realizar as trocas de restaurações é preciso que o dentista avalie minusciosamente o estado das já existentes nos dentes do paciente. É muito complicado determinar um período ou um espaço de tempo em que elas precisam ser trocadas, já que isso depende da manutenção bucal de cada pessoa e também do material empregado em cada caso.
Nos dentes anteriores é necessário avaliar os detalhes da coloração do dente, como manchas na interface ou na superfície de restauração e o polimento, que podem prejudicar a condição estética da restauração. Para fazer o reparo, o dentista pode utilizar o sistema adeviso e resina composta em prática pouco invasiva. Mas, para que o procedimento seja feito com sucesso o tempo clínico da restauração, a quantidade e a qualidade de tecido dentário remanescente a adequação do material e aténica que será utilizada devem ser levados em consideração.

Em alguns casos, o benefício estético é muito importante para o paciente e para suas atividades diárias e a troca de restaurações é recomendada. Restaurações estéticas indiretas como os laminados e coroas de porcelana que apresentam defeitos ou em resina composta muito amplas configuram a maioria das situações em que a troca total é necessária.
Para todos os pacientes, a maior indicação para não ter que realizar manutenções ou trocas constantes de restaurações é manter uma manutenção bucal diária e eficaz, controlando a higiene bucal, as profilaxias periódicas e também as visitas ao dentista podem manter a vida útil dos materiais utilizados. Pequenas falahas e manchas podem ser facilmente consertadas nas idas ao consultório.
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